Preconceito Racial
Quando os pensamentos ou sentimentos puderem ser visualizados e não apenas expressos, haverá muita surpresa ao verificar que pessoas acusadas de serem racistas não o são; e pessoas sobre quem jamais pairou qualquer suspeita são racistas de fato.
Parece mentira, más é verdade.
Na infância é tudo brincadeira, no linguajar popular, ofensa é "sueira".
Más imagina que horror, viver em um mundo que te julga por sua crença e cor;
Onde aquele que tem mais posses sempre terá maior valor;
Crescer em uma sociedade que dia após dia se distancia da verdade;
Por qualquer micharia alguém concorda em fazer o próximo sentir dor.
O que falta aos humanos é humanidade, um pouco de piedade e muita solidariedade.
No passado mortes e tragédias causavam espanto, hoje em dia é motivo de piada em qualquer canto;
Fome e miséria era motivo de tristeza, hoje em dia, na mão de politico,vira riqueza.
Más isso vai mudar, vai mudar, vai mudar... Não muda.
Na minha fraca e questionável opinião, da mesma forma que quanto mais se mexe em excremento, mais se propaga sua fetidez. Assim também acontece com o racismo!
Os filmes, novelas, seriados nada resolvem. Apenas geram maior mal estar e incita o ódio.
Vamos trabalhar de fato, para por fim ao racismo de forma inteligente, eficiente e eficaz!
O albino
O branco
O preto
O menino
O mano
O neto
O idoso
A idosa
Os pais
Formam o verso
Da prosa
De paz
Pois todos somos iguais
Todos todos todos
Somos todos iguais!
Enquanto discutimos diferenças raciais, o tempo passa e descobrimos que perdemos muito tempo distanciados de coisas muito boas.
As pessoas falam de respeito
mas no fundo são racistas
dizem ser macacos,
criam sua própria ideologia,
por causa de uma história sem reflexo algum
mas se você é esperto não seja mais um,
mais um atrás da mídia
querendo aparecer
se você não é racista apenas seja você
humano como todos
independente do que come,
do que veste
ou da cor da pele
humano é humano
agora aprende e vê se cresce...
A melhor forma de acabar com a guerra é pararmos de priorizarmos alguém segundo a cor da sua pele.
Enquanto vivermos por baixo do mesmo céu, temos mesmos direitos.
Gente!!!
Sou brasileiro, sou capaz
tenho a cor dos animais
sou nordestino e falo oxente...
sou branco e negro da paz
dentre os seres racionais
por acaso nasci gente!!!
Apenas a diversidade na aparência não basta; é fundamental que as maiorias minorizadas também alcancem posições de impacto e influência.
Ter uma variedade de rostos na tela da televisão pode sugerir "representação", mas é apenas quando essas mesmas pessoas têm voz ativa na tomada de decisões que verdadeiramente promovemos a "verdadeira representatividade", assegurando a inclusão de múltiplas perspectivas.
Portanto, é fundamental que indivíduos diversos assumam cargos de poder e liderança, onde poderão influenciar e moldar políticas que afetam suas comunidades, impulsionando, assim, uma sociedade mais justa e inclusiva.
A categorização das pessoas em "negritude" e "branquitude", decorrente de uma estrutura social fundamentada na cor da pele, impede que os indivíduos negros sejam percebidos de maneira universal, sendo sempre vistos em contraste com o "outro".
Existe uma percepção generalizada de que o Brasil é um país marcado pela violência.
Em virtude da predominância da população negra, algumas correntes de pensamento sugerem que a incidência de violência é proporcional à demografia, insinuando que a elevada taxa de mortalidade entre os negros é resultado de sua maioria populacional.
Este discurso comumente difundido postula que a violência é um fenômeno neutro em relação à raça, afetando igualmente todos os estratos sociais.
No entanto, uma análise mais minuciosa das estatísticas revela disparidades significativas, evidenciando que a população negra é desproporcionalmente afetada pela violência e sujeita à desumanização.
Historicamente, no contexto do processo de branqueamento, percebia-se uma vantagem, ainda que mínima, em não vincular a própria identidade à negritude.
O estigma associado aos negros permanece vigoroso até os dias atuais. A sociedade brasileira, majoritariamente dominada por indivíduos considerados brancos, molda os padrões estéticos e sociais, independentemente do contexto político.
A luta contra o racismo envolve a eliminação desse estigma e o estímulo à valorização da negritude, bem como à crítica e ao combate ao preconceito e à discriminação racial. É uma batalha que não diz respeito apenas aos negros, mas sim a todos os cidadãos, independentemente de cor ou origem étnica.
Todos devem se unir na promoção da igualdade racial, reconhecendo a importância de combater as injustiças e garantir que todos tenham seus direitos e dignidade respeitados.
Existe uma pressão crescente sobre figuras públicas para que declarem sua identificação como negras e assumam publicamente uma posição contra o racismo.
Embora essa demanda tenha como objetivo promover a coesão na luta antirracista e encorajar uma maior participação na discussão sobre o tema, percebo como desafiador o discurso implícito que sugere que, para se engajar no combate ao racismo, uma pessoa precise reconhecer uma identidade negra.
No contexto complexo das identidades raciais, entendo que seja mais eficaz reconhecer que a responsabilidade de combater o racismo é coletiva e deve ser compartilhada por todos, independentemente de sua identidade racial específica.
Ao longo da história, os pardos foram agraciados com mais oportunidades durante os períodos de escravidão, o que se refletiu em um acesso ampliado à educação e em uma maior mobilidade social.
Essa percepção de vantagem pela sociedade pode levar alguns pardos a não reconhecer ou sentir a discriminação da mesma forma que os pretos.
Para avaliar o mérito de forma justa, é fundamental nivelar o campo de jogo desde o início.
Como podemos equiparar alunos provenientes de escolas públicas, com seus desafios educacionais conhecidos, aos alunos de escolas particulares e afirmar que estão em pé de igualdade?
Os estudantes oriundos de instituições públicas enfrentam obstáculos distintos quando ingressam nas universidades, mas podemos atenuar essa disparidade por meio de uma formação complementar. Embora a mudança seja factível, é necessário um compromisso político firme para concretizar essa transformação.
Em contextos de desigualdade, a aplicação de tratamento uniforme pode resultar em injustiça.
Os opositores das políticas de cotas argumentam que tais medidas contradizem os princípios constitucionais, os quais preconizam a igualdade perante a lei. Contudo, essa perspectiva tende a confundir igualdade formal com igualdade material.
Torna-se, portanto, necessário adotar políticas compensatórias e reparatórias voltadas para a mitigação das disparidades sociais.
"A construção de uma sociedade melhor requer o fim dos conflitos, da discriminação, das desigualdades e do racismo. Isso envolve promover a inclusão, respeitar as diferenças e garantir oportunidades equitativas para todos, criando um ambiente de paz, justiça social e harmonia."
É frequente que personalidades negras sejam convidadas apenas para discutir questões relacionadas ao racismo, mesmo quando possuem expertise em outras áreas.
Embora seja fundamental abordar o tema racial, é igualmente importante destacar a diversidade de assuntos que podem ser debatidos, como economia, ciência e política internacional.
Isso permite uma representação mais ampla e enriquecedora das contribuições dessas personalidades em diversos campos do conhecimento e da sociedade.
Acredito de que para alcançar uma sociedade melhor, é fundamental eliminar quatro problemas interligados: conflitos, discriminações, desigualdades e racismo.
Isso significa promover a inclusão de todos os grupos sociais, respeitar as diferenças individuais e garantir que todos tenham acesso justo a oportunidades.
Ao criar um ambiente assim, podemos construir uma sociedade mais pacífica, justa e harmoniosa, onde cada indivíduo possa prosperar plenamente, independentemente de sua origem étnica, gênero, religião ou condição socioeconômica."
