Precisamos Voar
Somos muito mais do que a simples percepção do que imaginamos ser!
Mas!... precisamos ficar atentos ao que estamos percebendo!
Precisamos entender que por mais que a gente queira muito , com todas as nossas forças e com toda a esperança do mundo tem coisa que nunca vai dar certo.
Nem tudo depende de nós e não podemos mudar uma pessoa se ela não quiser.
quando aprendemos isso paramos de insistir no que nos dói.
Término ou final nenhum não nos mata, apenas nos fortalece e ensina que não precisamos implorar nada, nem de migalhas de sentimentos.
Devemos nos levantar, bater a poeira e seguir em frente, o melhor sempre cruza os nossos caminhos não no nosso momento e sim no certo.
Ricardo Baeta.
Precisamos de harmonia,
mas as vezes perde o tom.
De nada vale a teoria, se o
que falta é ação,a força devontade é o maior dom...
Nós, joinvilenses, precisamos urgentemente resgatar a força, garra, determinação, esperança e bravura de nossos imigrantes, se quisermos que a terceira maior cidade do Sul do Brasil prospere como merece.
Não precisamos falar, quando o sorriso é a melhor maneira de se expressar, afinal o sorriso é a porta para o coração
Precisamos de poder. O poder vem do dinheiro. Sem poder através do dinheiro, o homem o busca através da violência.
Pode não parecer legal para algumas pessoas, mas precisamos aprender a travar nossas batalhas sozinhos, e pensar que podemos sim, ser vencedores no final. Não podemos contar o tempo todo com o apoio e empatia das pessoas, especialmente de todas as pessoas. É necessário entender que todos têm suas próprias batalhas. Alguns podem até te apoiar por alguns instantes, perguntar como estão as coisas, mostrar empatia. Mas lutar com, ou por você? Não é assim que acontece. Temos que lutar e vencer, claro! Somos capazes. Mesmo que pareça ser, uma luta solitária. Há uma força dentro de nós. Uma força que vem da fé que carregamos em nosso coração.
Nem sempre podemos ficar neutros em uma situação onde há injustiça.
Às vezes precisamos nos posicionar, escolher um lado, tomar partido. Pois muitas vezes a neutralidade do silêncio e da inércia nos coloca do pior lado.
Não há nada mais empático do que se colocar no lugar do outro, e agir conforme a gente gostaria que agissem com a gente.
Precisamos ir além do lugar de fala.
O lugar de fala do índio, do negro, da mulher, do gay... tem e deve ser em qualquer lugar.
Não devemos nos limitar aos nossos guetos.
Às vezes precisamos fugir
dos ruídos do cotidiano
que estremecem o nosso
sossego, porque a nossa
alma necessita da melodia
do silêncio para acalmar
as nossas tormentas.
Precisamos abandonar o modo automático de vivemos e o substituirmos pela tomada de ações conscientes.
