Povo
Cada vez que o Natal volta de novo
A contar e fulgir,
Cristo retorna ao coração do povo,
aclarando o porvir.
As últimas peripécias totalitárias do governo de Nicolás Maduro, o little Chávez, contra o povo venezuelano demonstram, entre outras coisas, o quão canalhas são os idólatras defensores desse biltre aqui no Brasil, que estufavam o peito para defender o Bolivarianismo como se esse trambolho fosse um exemplo de democracia e de respeito aos direitos humanos. Pior! São bem capazes de continuar insistindo nessa tecla sem, ao menos, corar de vergonha, haja vista que essa lhes é uma ilustre desconhecida, tanto quanto o é o senso de realidade.
As pessoas querem a volta da ditadura, mas esquecem que somos um povo unidos por um; e eles contra todos.
Eu não preciso que o povo desse mundo goste mim, já tem um que gosta de mim o Deus da palavra, porque falo sua verdade goste o mundo ou não.
O povo brasileiro está tendo de comer o pão que Marx amaçou, que foi assado por Gramsci e que lhes foi vendido ao preço duma baita crise pelos intelectuais progressistas que só conhecem essa abatumada receita que estraga o sabor da vida e o paladar de qualquer um.
Minha Caetité
Teu passado é de glória
Faz parte da história
Povo hospitaleiro
O sol brilha de Janeiro à Janeiro
Terra do amor
Tem o seu filho mais ilustre, um grande educador
Sua história e verdadeira
Ele é o grande Anísio Teixeira
Deixou o seu legado
Caetité princesinha do meu estado
O povo é soberano
Não a quem não conheça, Waldick Soriano
Tem garoa no mês de julho
Minha terra é o meu orgulho
Pois digo com toda certeza
Aqui não há tristeza
O povo é quem diz
Caetité cidade feliz
Quem aqui vem
Fala que não tem
Um lugar que faça tão bem
Terra de muita fé
Essa é minha terra
Essa é minha caetite
O povo precisa de dignidade. É a maior riqueza que uma nação pode receber, é a porta para a felicidade e o pilar da liberdade.
O carnaval é do diabo
a festa da carne
do suor
do gosto
do povo
o feitiço que atiça
que belisca e trisca
e feito isca
vai e se joga
quando o eu sai do armário
tira do rosto
aquela peça de antiquário
põe na cara um sorriso
sem motivo
só por estar vivo
se o diabo criou isto
meus parabéns
muito agradecido
O VERDADEIRO HOMEM DE DEUS JAMAIS É INFLUENCIADO PELO EGOÍSMO E ILUSÕES DO POVO.
O POVO TEM O HOMEM DE DEUS QUE MERECE...
A voz do povo é a voz
de Deus e essa frase
quem escreveu não fui eu.
mais quem disse estava certo.
O povo calado não tem voz, e povo
sem voz esta batendo palma para o diabo...
SÃO PEDRO DA UNIÃO
Cidade do sudoeste mineiro,
Terra de um povo hospitaleiro.
Sua história vem de um jovem lenhador,
É a razão desse povo trabalhador.
1853 é o marco na história,
Que com o tempo se perde na memória.
Pedro Espetáculo com a foice no roçado,
Encontrou a imagem de um Santo muito amado.
Imagem talhada em madeira,
Escondida entre o mato na ribanceira.
Deve ser milagre, ficou lá o seu segredo,
Por que estava ali a imagem de São Pedro?
Proprietários de terra da redondeza,
Homens dignos de pura nobreza.
Suas terras doaram,
Para construção do sagrado santuário.
Em pouco tempo distrito se tornou.
À comarca de Rio Grande se ligou.
Recebeu o nome de São Pedro da União,
Desde cedo foi um marco na região.
Passos, Jacui e Guaranésia foi certo tempo subordinado,
Adquiriu maioridade, aprendeu bem o recado.
Com o cavalo, o boi e o arado,
Deu a colheita do que outrora foi plantado.
Ao oeste mineiro era ponto de passagem,
Para muitos ele era estalagem.
A cidade que nasceu de uma imagem,
É a mata, é o rio, é a miragem.
Agricultura era a renda do povoado,
Tinha colheita farta em um solo preparado.
O café hoje é sua riqueza,
Tem o cheiro e o sabor da natureza.
Saudades das árvores lá da praça,
Dona Fiica, Dona Chiquita, cheias de graça.
Da igreja com muito amor cuidavam,
Para a fé e a paz dos que rezavam.
No grupo era Dona Encarnação,
Brincadeiras com ela não tinham não.
Calça curta e vergonha de montão,
No recreio tinha manteiga e requeijão.
Bola na rua era alegria da criançada,
Ruas com sarjeta e sem calçada.
Na descida era carrinho de madeira,
Machucava e não tinha choradeira.
Do Ginásio muita saudade,
Da adolescência e também da mocidade.
Festas religiosas eram alegrias da moçada,
Primeiro beijo e primeira namorada.
O campo de futebol era chão duro,
O gramado era futuro.
Aos domingos a peleja era garantida,
Os gols eram alegria da torcida.
Na garagem improvisada,
O bailinho sempre rolava.
A praça era o palco dos amantes,
Dos beijos e abraços picantes.
O rio era a piscina,
Tinha regra e disciplina.
Nas ruas sem asfalto,
A poeira era o assalto.
Nos pomares frutas maduras,
Jabuticaba nas alturas.
Pros garotos uma loucura,
Não tinha cerca e nem altura.
Na escada da igreja matriz,
Tinha musica, tinha raiz.
Serenata muito som e cantoria,
Nas casas uma janela se abria.
Uns saíram outros ficaram,
Desafios enfrentaram.
Temos muita gratidão,
Somos São Pedro da União.
A vida de cada um norteou,
Uma semente semeou.
Na escola que se formou,
Um sonho realizou.
Somos filhos de São Pedro,
Com muita luta e sem segredo.
Recordamos com alegria,
Da cidade que deixamos um dia.
Saudade imensa dos amigos que ficaram,
E de todos que viajaram.
Momentos bons proporcionaram,
Que hoje à tona retornaram.
Saudades!...
Élcio José Martins
