Pouco

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⁠DISTRAÇÃO

Como um vaso raro
A vida eu encaro
E pouco a pouco
Não raro
Perco-me
E distraio-me
Olhando o mundo.

Assim iludo-me
Com a projeção da alegria
Bebo em goles fartos
O vinho da fantasia
Então esqueço-me
Por um segundo
Que nada do que temos é nosso
E que nada posso alterar
Neste mar profundo.

A distração não é perene
Basta olhar em volta
O caos em movimento
Produzindo morte
Revolta e desalento
Impossível suportar o verbo
Cortando o ar
Ceifando a vida
Roubando a sorte
Dos inocentes
Que Esperam sempre o dia seguinte
Pobres ouvintes passivos
Da palavra esperança
De que o amanhã
Trará a realização do sonho
Do homem adulto
E da criança.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Queira eu falar ao ouvido do mundo,
Poeta rouco, que sabe pouco dessa função.
Mas, agindo com bravura, fingindo loucura,
Alcança, sem rima, a erudição.

Poeta nasce por acaso,
Entre um suspiro e outro do caos...

O absurdo me atrai; diante do abismo,
Acelero o passo. O rito sacrossanto
Repete o mantra da má sorte,
Que suplanta qualquer dúvida da esperança,
Que pergunta ao homem sobre a eternidade

Inserida por EvandoCarmo

Crescimento é sinal de evolução interna, pouco tem a ver com as opiniões alheias. Cuide de você!⁠

Inserida por JhenevieveCruvinel

O tempo ocioso nos leva pouco a pouco a vida. Aplique seu tempo em tudo que lhe fizer bem. Viva o presente. ⁠

Inserida por JhenevieveCruvinel

⁠É Bate-Caixa,
meu bem,
É Jongo,
meu amor,
Do jeito que toco,
te encanto,
pouco a pouco
vai cair na minha
com o coração louco.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A mesa do Brasil
tem agrado para todos,
De tudo eu como
um pouco e tudo em dobro,
Ninguém resiste uma
Buchada bem preparada,
Quem recusa não sabe de nada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Depois de tanto
andar a pé,
Só um pouco
de Cimé
para ficar de pé
e continuar
a seguir com fé.

...

A minha sorte tem
algo de Coaraci e Jaci
neste berço esplêndido,
Ninguém tira o meu
orgulho deste lindo
Brasil Brasileiro
que devoto pleno
o espírito e o peito.

...

Na mata ver
um levado Coatá,
Alegria igual não há.

...

Depois de dançar
Coco comer
uma boa Cocada,
Se assim for
com você não
preciso mais de nada
para levar a vida
leve e apaixonada.

...

Depois de encher
o Cocho dos animais,
Tocar Viola de Cocho
sempre alegria traz,
Tem gente que
não sabe há diferença
entre os dois
e outros que nem
se lembram disso mais,
Há quanto tempo faz
de uma vida caipira e em paz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠As cores do outono vem
trazendo boas-novas
para Rodeio e a temperatura
pouco a pouco o aconchego.

Entardeceres coloridos
prometem céus desabrochados
iguais a Amarílis Brasileira
e como a tua presença alvissareira.

Entre nós, o Sol, a Lua, as estrelas
e o magnífico Pico do Montanhão
poemas, baile íntimo e diversão.

Sagrado com a tinta do coração
nas linhas do Médio Vale do Itajaí:
o romance ao som da gaita com paixão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Alma maruja traz um pouco
de tudo aquilo que precisa
ser refeito na Baía da Babitonga
que eu já perdi a minha conta.

Embora não tenha perdido
a esperança de Ilha Alvarenga
por ser poesia, poema e poeta
com apego ao mar e esta terra.

Desistir não é e nem nunca
será a opção porque viver
é o quê move pleno o coração.

Não perder jamais as correntes
e deixar que pousem solenes
na existência feita para a navegação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠De tudo existe
um pouco por
todo o lugar,
Gente que semeia
tempestade,
E depois finge recolher,
Por achar que ninguém
é capaz de perceber
que se esconder
atrás de uma nuvem
para tentar convencer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não existe poesia desacompanhada

Nenhum pouco de si mesma,

Não existe quem não resista o beijo

Por um intenso e pio desejo;

Não existe dália apaixonada,

Que não seja também ninfeta,

Tampouco desejada...



Não compreende o sentimental

- poemário

Arrancado do pomar

Amansado pelo vento;

Não menos belo que o Balneário.



Não existe malícia incendiária

Nenhum pouco por ti recusada,

Não resiste carícia reprimida

- Por um só amanhecer,

Não existe ninfeta sonetista

Que não saiba fazer-se dália.



Não compreende o gutural

- soneto

Plantado no lugar

Espalhado pela onda;

Não menos corajoso do que o mar.



Não existe métrica discreta,

Que não seja capaz de revelar:

- A poesia de beber e de amar

Outrossim, que seja ousaz

No ponto urgente e necessário

De fazer-te provar o hálito

- sabor de orvalho -

E da rima da mulher amada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Onde o temor se
avizinha todo dia
pouco a pouco
até na minha vida.

Venho renovando
discretamente
a licença poética
por nata rebeldia.

Pela trilha da Lua
só fugirei com
a roupa do corpo,
e tomarei banho
toda nua no riacho.

Os meus votos com
Woodstock reiniciei,
porque todos devem
recomeçar do zero.

Não sou diferente
de de ninguém
em busca de um
acordo com o tempo,
e olhos no Universo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Direto da rota da seda
trago as origens
jamais esquecidas,
assumo que ando
um pouco aborrecida
em meio ao temporal,
te levo em meu peito
em segredo imperial,
porque de jogos
e de amor refinados
sem modéstia nenhuma
eu os domino com
a sutileza que doma
os mais selvagens cavalos
e os transforma nos
mais obedientes ginetes,...

Neste meu corpo
e minh'alma nômades
que o tempo todo
ao verdadeiro
e tudo o quê é inteiro
vivem prestando
devoção atemporal,
ofertei-me à ti
como uma feiticeira
em noite de Lua Cheia;

E tal qual à uma caravana
ao redor da fogueira
desfrutando o chá
direto do samovar leal
dos acontecimentos
em busca do que é real,
ainda assumo busca
pelo teu ardente beijo
porque sem ele não
alcançarei o quê é sideral.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Onde o presente tem
cara de passado,
todo cuidado é pouco,
tem um General preso
injustamente desde
o dia 13 de março
de dois mil e dezoito,
ele está sem contato
com o mundo exterior,
e tem uma tropa vítima
de exato e igual sufoco.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Desce o ar abafado,
não me contento com pouco,
o amor é oxigênio
para o convívio em sufoco.

Sombrio céu de aço
sobre os cantos dos pássaros.

Não tem como viver sem ar
como não tem dado
para viver sem amar.

Onde tentam infernizar:
a poesia é para da tirania espiar.

Todas às vezes que escrevo
tenho tirado mil demônios
para dançar e os meus
ainda bem mais perigosos.

Como um esquadrão
o teu coração vou dominar.

Doce trama de amor,
paz e guerra silente,
só para te capturar
e invadir a tua mente.

Em noite de Lua Nova,
de recém descoberto planeta,
de tempestade prevista
e de estrela com três sistemas:
do teu destino comigo você não vai escapar.

Você será somente meu custe o quê custar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Como se não houvesse o amanhã,

Pedi um pouco da tua atenção.

Vem, vem, vem, meu amor,

Só um pouco da tua atenção,

Para abandonar a ideia vã

de que não me tens no coração.



O teu carinho é como o solzinho

de verão se despedindo da tarde,

do canal de Barra do Sul

O teu jeito de ser faz iluminar,

e torna sempre o mundo ainda

mais azul...



A tua atenção sempre chega

em boa hora,

- tens a ternura de quem te

namora

E o amor de quem escreve

sobre o poente e a aurora.



Portanto, meu amor, não

vá embora, daqui a pouco

já será de noitinha...

Farei-te insinuações e as

melhores carícias até de

manhãzinha...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Podem vir dias com pouco sol,

Não temo, confio em nós;

Porque o amor canta

Como um rouxinol.

Temos bons motivos,

Para nunca sermos sós,

E para ficarmos a sós:

É a primavera em floração


Fazendo companhia

Faça chuva ou faça sol.

Através destas mil fotografias

Que também são poesias,

- vou laçando o seu [coração

Porque se ama com os olhos, com a boca

E também com o [coração.

Com amor o campo se faz florido

Independente de [estação,

Vou nos perfumando

E provocando mil caminhos

Até o pote no final do arco- íris,

Que é o seu carinhoso [coração.

Trazemos um conjunto de manias, taras,

Costumes, hábitos - e doces perfumes.

Um conjunto de intenções que aos olhos denuncia,

Desse pecado não quero me fazer remida,

Sou a verdadeira miragem que não se apaga,

Carrego a honra do meu corpo nu de mulher amada,

A minha pele ao sabor do teu prazer - cintila.

Em finas letras jogadas ao vento - da forma mais 'feminina',

Provoco-te em poesias porque leio o teu pensamento,

Sei que esse você está para surgir

Novamente a qualquer momento:

Por isso a minh'alma não está aflita,

Vou seguindo semeando versos

Neste infinito campo de tulipas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Amando os teus limites,

Sem limites e sem ajustes,

Sigo perscrutando, é sina!



É pouco dizer o quanto

[só você...]

Só você me alucina...



Sinal que sempre se renova,

- e que nunca tem final

Prova de um amor sem igual.



É afirmativo o segredo -

[ e o enleio...]

Que me encontro e perco...



Desta boca que me arrebata,

Dos teus vestígios quentes...,

Ah, o meu corpo fala!...



Há mais do que versos

Em nossos corpos...,

São poemas inteiros...



Sambas, forrós, vanerões,

Cores, aromas e inspirações,

De um país perfeito...



Amando o teu jeito,

A tua lembrança é viva,

O amor aqui sempre habita.



Não evito, não tento,

Não quero cair,

No teu esquecimento.



Jogo fora os desajustes,

Dou espaço para os ajustes,

E para as estrelas – os nossos lustres.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sentindo um ao outro,

- descobriremos -

Que se apaixonar é pouco;

Nos querendo sempre,

é ainda muito pouco...



Podem dizer que é bobagem

- e que é coisa de literatura -

E modéstia à parte:

O poeta sempre amará melhor

porque ele sempre amará com arte.



Não, eu não sou um beijo

- que se perdeu,

Eu sou um beijo que continua aqui,

E que é todo teu!

Eu bem sei que és todo é meu,

a minha poesia contigo mexeu.



Amando um ao outro,

E nos e nos seduzindo

Ainda é pouco;

Iremos nos conquistando

- pouco a pouco -

O amor é um, é puro ouro!

O amor é um só, e não tenho outro...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Do que o amor é capaz, sempre se descobre um pouco mais, É enorme o bem que você me faz, É assim o nosso gostinho de quero mais...

Inserida por anna_flavia_schmitt