Pouco
2630 📜 "Acharam pouco? Pois tem mais... Segundo, ainda, a Lenda, as Irmãs Fraude e Falcatrua diziam ser proprietárias de raríssimo Pergaminho Manuscrito, encontrado no Mar Morto (mas é claro que tinha que ser Pergaminho, tinha que ser Manuscrito e tinha que ter sido encontrado na bodega do Mar Morto ou... Ou os 'do Ramo' não babariam de emoção, com essa históriazinha, Hum)!"
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"Lenda é (e sempre foi) uma das Minhas Governantas. Ela é Especialista (Sênior) em Ficção, como esta que aqui apresento."
2656 📜 "Daqui a pouco 'aquela gente' chega... Com a mesma Artimanha de anteontem, a mesma Má Conduta de ontem, a mesma Patifaria de todos os dias. Alguns dos Meus Cunhados Futuros também são assim. Ainda bem que só Alguns!"
2705 📜 A Filha de uma das Minhas Vizinhas (de Baixo) e que é Jornalista graduada há pouco, escolheu-me como uma das Fontes dela, não sei porquê!
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Ela vivia me perguntando quem seria o Campeão da Copa 2026 ou que irá acontecer com o Irã ou quem eu acho que vai vencer a próxima Eleição Presidencial e coisas assim. Ora, não tenho a menor ideia. Por que Eu saberia? HeuHein!
2775 📜 Minha 'Cã' sempre trazia um pouco da ração dela e largava junto aos meus pés. Era a forma que ela encontrou para me agradecer, seja lá do que for: Que graça, Minha 'Cã'.
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Adoro 'cãs', cãos, gatos, cavalos, patos, marrecos e todos os Animais, exceto aqueles mosquitos que matam-nos... Ou tentam!
2841 📜 Desde Nostradamus (que partiu em 1566) e Nhô Saliva (nascido e 'partido' um pouco depois), não surgia Vidente tão Eloquente como BÁBA ZEFA (como nada, ohquei?).
2951 📜 Vi, também, há pouco e comentei assim: 'Envolve o Ministro Que Não Se Intimida e não é Elogio? Ah Ha... Pronto, lá vêm 𝙤𝙨𝘿𝙚𝙎𝙚𝙢𝙥𝙧𝙚 comemorarem como se fosse Vitória🏅em jogo da Copa do Mundo. A Propósito (ou Há Propósito): cadê o repetido 'IMPÍCHIMA' prometido e garantido contra o Ministro Que Não Se Intimida? Cadê?' 😊
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Foi em:
https://youtube.com/shorts/vhpQKsHZ3ro?is=tU8F33-6T3NbSj8T
Escrever exige que você revele um pouco de si mesmo, uma pausa, um silêncio e uma profunda entrega às palavras.
Sempre que a saudade desiste de fingir costume e me abraça um pouco mais apertado, o que me consola é a gratidão e a certeza do azar de ter tido tanta sorte.
É muito Feno para tão pouco sal...
Talvez seja melhor temperar com uma boa pá de cal.
Haja sal para a quantidade assustadora de Feno necessário...
Quando a desproporção chega a esse ponto, já não se trata mais de tempero, mas de engano.
Talvez seja mesmo melhor recorrer a uma pá de cal, não para enterrar expectativas, mas para sepultar de vez as ilusões que insistimos em alimentar.
Porque certas mesas, por mais que pareçam fartas, só servem palha; e certos banquetes, por mais barulho que façam, não sustentam ninguém.
No fim, a verdadeira sabedoria está em abandonar o que só ocupa espaço e buscar o que, ainda que pouco, de fato, nos alimente.
O gosto do medo: no hospital, onde quase tudo é pouco, o que sobra é o paladar da alma tentando resistir.
Talvez, se o medo tivesse gosto — doce ou salgado — ninguém se recuperasse dentro de uma unidade hospitalar.
Pois ele seria servido em pequenas doses, mas, com efeito, prolongado, impregnando até o paladar da alma.
Ali, onde quase tudo é pouco.
Pouco tempero na comida, pouca luz nas madrugadas intermináveis, pouca cor nos quartos e corredores que parecem sempre iguais…
Poucas palavras que confortam de verdade, pouca fé que não vacila, pouca esperança que não se cansa, pouca paciência para o tempo que insiste em se arrastar.
O que quase sempre sobra é muito medo.
Medo silencioso, aquele que não grita, mas pesa.
Medo que se senta ao lado da cama, observa os monitores e faz perguntas que quase ninguém se atreve a responder.
E ainda assim, é nesse cenário de escassez que alguns aprendem a respirar e resistir.
Porque, quando tudo falta, o pouco que resta — um gesto, um olhar, uma prece sussurrada — ganha um valor imenso.
Talvez seja assim que o medo não vence: não por desaparecer, mas por dividir espaço com aquilo que, mesmo raro, insiste em subsistir.
Sou igual a uma criança; acredito em tudo, me contento com o pouco e o que eu quero é apenas atenção.
.. Com o pouco que vivi,
eu percebi certas coisas mas isso não significa entender. Bem pelo contrário, me fez mergulhar num mar de dúvidas e me questionar sobre várias situações impostas a mim.
O que mais me incomoda não é o que deu errado ou não, e sim o fato do cuidado e responsabilidade com que sempre agi diante das pessoas e dos sentimentos delas e isso não ter servido pra eu não me machucar. Mas eu sigo sem mágoa e sem rancor..
“Passou mais uma noite, e fui me apaixonando um pouco mais. Imaginando a sensação boa que o abraço dele tem. Percebendo que contar os sorrisos que ele da é o cálculo mais usado por mim. Dormi pensando como seria a respiração dele na minha orelha. Mais uma madrugada passou. Eu acordei e percebi que estou ferrado por amar alguém desse jeito. E mesmo assim, a única coisa que eu quero fazer é segurar a mão dele mais forte.”
Apenas um pouco de mim não te afeta. O meu desejo não te influencia. A minha vida, o meu egoísmo e a minha falta de bom senso não te implora por compaixão. Sou apenas eu, quer queira assim, quer não. E se me negar três vezes não será visto como Pedro, nem como Judas, nem como Jesus. Se virar-me as costas não será hipócrita. Se apedrejar-me será perdoado. Sou a viúva dos sonhos, sou o abrigo dos refugiados, sou o pão dos maus alimentados. Quem sofre por amor procura por uma mão… Sou os seis braços, o medo do escuro e da solidão. Não tenho pena. Sou ríspida. Sofrida. Até um pouco querida. Te espero, te venero. O meu veneno não te atinge. És imortal. E a minha obsessão? Faltou tempo, virou segredo, perdeu o medo. E tudo virou neblina, escondendo a lua e me fazendo sublime. Arrancar a palavra amor da minha boca é fácil, mas é mais fácil ainda arrancar as lágrimas pela dor de não te ter. Meu bem, não me encare, o teu olhar me condena.
