Portugal
Deve-se ao sonho o avanço da civilização. Então, serão os sonhadores construtores incompreendidos, ou serão somente uma bola de sabão inconformada e que assim, levita além da conta, transpondo o limiar do impossível.
Eu sou a tua muralha
que te protege, rodeia, completa
que te aquece suavemente
que te prende eternamente
que te toca gentilmente
que vive no teu pensamento
que te ama intensamente
que em ti vibra emanamente
que bebe do teu suor quente
sou o reflexo do teu reflexo
o lobo da tua presa
o teu sonho acabado
o teu mundo, lado a lado.
Este Povo (Português) foi grande quando acreditou no impossível!
Hoje o vemos pequeno por duvidar do possível.
Dualidade Unida
Nasci na Alemanha, num pedaço de terra que acolhe e cuida. Filho de pais portugueses, trago comigo as raízes profundas de uma pátria distante. Sim, amo dois países. Um foi mãe, outro é pai. E assim, cresci entre dois mundos, onde o patriotismo não se anula, mas se completa, como as estações que se sucedem, cada uma com a sua beleza.
O melhor de ambas as culturas marcou a minha educação, tal como o sol e a lua marcam o dia e a noite. Da Alemanha, aprendi a ordem e a disciplina, o respeito pelo tempo e pelo espaço. De Portugal, recebi a alma poética, a saudade que me abraça e a simplicidade das coisas.
Guardo ambos no meu coração, sem conflito, sem divisão. São como duas árvores que crescem lado a lado, as suas raízes entrelaçadas, as suas folhas tocando-se ao vento. E assim, sou inteiro, sou completo, porque levo comigo a essência de dois lugares que me formaram e me fazem ser quem sou.
O mundo já foi dos poetas e filósofos
Amei-te e por te amar pensei e olhei para o universo, e disse, és linda, és gostosa, és maravilhoso, és única e especial do jardim de jasmin és uma deusa grega que deixa qualquer poeta e filósofo louco por ti e desejo ardente e apaixonado.
Só a ti eu não via eu queri
Eras o céu e o mar e eu o oceano radiante por ti.
Eras a noite e o dia e eu o sol e a lua te chamando
Só quando te perdi
É que eu te conheci e disse és um anjo sem asas.
Quando te tinha diante
Do meu olhar submerso eu dizia que deusa grega que és flor rara e especial do jardim de jasmin.
Anda o povo a passar covid
E quem o mandou passear outros
Não tem barriga para o que come
Nem mãos para o que alcança.
Os ladroes já não andam na estrada,
Moram na pele dos ministros.
Pobre era Jesus Cristo
E ainda o puseram na cruz.
De dentro de mim avisto
O Princípio de uma luz.
Não é português quem come
À custa do português pobre.
Nasceram aqui porque tinham
que nascer em qualquer parte.
Ninguém odiava o alemão.
Mais se odiava o francês.
deram-nos uma marcara para a mão
E um álcool gel para os pés
Podiam vender negócios
sem vender a nossa pele.
É inglesa a constituição,
E a republica é francesa.
É de estrangeiros a nação,
Só a desgraça é portuguesa.
Criamos crianças sem valores e atitudes
Vivemos em mundo violento e sem cores
A água está contaminada e a terra poluída
Mas quem se preocupa?
Consumimos sem pensar, gastamos sem poder
Matamos por dinheiro, julgamos os verdadeiros
Nesta imoralidade tal,
Reinam os chulos e aguentam os pobres
Protegemos os maus e ignoramos o povo
Mas quem se preocupa?
Crianças sem juízo, idosos esquecidos
Nem a fé compreende, esta doença do ser humano
Destrói o que é belo, admira o que é desprezível
Mas quem se preocupa?
Soneto em forma de AGRADECIMENTO, dedicado ao DR. Roque da Cunha, presidente do SIM- (sindicato independente dos MÉDICOS de Portugal), pelo que na tv disse:
“Espero que quando esta pandemia passar, por tamanha luta que nos foi imposta; os senhores políticos, se lembrem de nos dar, nem que seja: pelo menos; mais um dia de férias!!!”
Assim são representados os MÉDICOS do meu Portugal!!!!!!
Ouvindo um presidente sindical;
Apelar pra mais um dia de férias;
Pergunto: onde estão nele ideias sérias?
Ou como: pode ele sugerir tal?!
Pós ver tantos colegas, INFECTADOS;
Pedir a políticos escondidos;
A ganharem chorudos ordenados;
MISÉRIA, para os TAIS, em si tão tidos!?
Organize-se, Ó sindicalista;
Que tão me deu vontade, de chorar;
Pelo sugerir que SÓ, de si; ouvi!!!!!!!!
Daí, haver: tão malganhar à vista;
Daí, eu ver: em VÓS, tanto emigrar;
Por culpar, da política e de SI.
Quando um dia, não houver MÉDICOS no nosso Portugal, para nos tratarem, a si agradecerei!!! Com mágoa;
Enfim!!!
Portugueses e o pelo ingrato governo, exagerado aumento dos combustíveis...
Porque andas, Tone Costa a permitir;
A com tais, teu POVO tanto explorar;
A com tais, nosso POVO, tão roubar!
Será que em ti não existe esse sentir?
Será que não vês, que este tão aumentar;
De impostos sobre os ditos combustíveis;
Estão pra o POVO a tornar-se impossíveis;
De a por, indispensáveis, suportar!
Que pena assim pagares a victoria;
Que a ti deram por em ti confiarem;
Neste passado acto eleitoral...
Que pena estares a gerir tão mal;
Tais custos, que a por cá tanto aumentarem;
Irão deixar-te gravado na história.
Com uma profunda, por verificada/comprovada competência existente, (quer em ti, quer no, para todo o nosso por vós políticos tão explorado nobre/pobre POVO, útil, fiscal-mor do reino nosso, ou nosso ou selfies-quentes-copos, quer em toda a oposição política, que a teu/vosso desgoverno neste país sequer existe) pena de todos vós;
Vi meus amigos sem terem condição, opção, acabarem na cova ou na prisão
Absorvi, cresci vi e aprendi a safar no meio da selva com muita cobra aqui!
Crime não compensa, não bato papo acerca disso, mas o crime está presente e tu sabes disso.
Felicidade de alguns é a tristeza de outros, uns ficam magros, outros ficam gordos...
Às vezes eu corro pra me esconder
Atividade no beco é certo,
Muita boca neste lado a comer
Na corda bamba todos andam no ghetto
Não brinca com fogo ele pode queimar
O vicio já matou muito aqui
Nem sempre deus pode vir vigiar
Vida de bandido sempre foi assim
Tia por favor tira-me o olhado
Inveja aqui anda por todo o lado
A batalha tá dura sinto-me cansado
Nunca vou saber por quem tou rodeado
Faço para ter o meu ganha pão
Sem nunca ter que pisar em ninguém
Certas coisas da vida não tem perdão
Certo no certo e fica tudo bem
