Por Voce eu Pegaria mil vezes
as vezes,
a imaginação cria expectativas,
das quais a pessoa se alimenta,
e professa com tanta ênfase,
que passa a ser realidade.
INCORRENCIA
As vezes erramos porque desconhecemos que estamos incorrendo em erro. Uma espécie de ignorância intrínseca.
Este erro possui um peso menor de culpa.
Mas quando erramos sabendo que estamos errando. A culpa é total e denota falibilidade culposa no ser.
É engraçado, às vezes, também preciso de cuidados, de alguém que possa me ouvir, de conselhos, de um colo para apoiar a cabeça e chorar.
As vezes um sumiço é necessário pra colocar a mente em ordem.. pra colocar as ideias no lugar.. mentes barulhentas precisam de mais descanso.. solidão pra nós é necessidade!!!
"Nem todo vento que bate forte na popa de um barco vem para derrubar. Muitas vezes, o vento precisa ser forte para indicar ou carregar o barco para um trajeto vitorioso"
(Rodrigo Juquinha).
Ando só , mas nao sou só , apenas é assim...tantas vezes tentei mudar , mas percebi q é parte d quem sou 🌻
Ando numa multidao como estivesse sempre só , e ando num vazio q esta sempre cheio , tumultuado , barulhento...
Sabe isso tem a ver mas cmg do q com vc , apenas ter respeito e ver q cada um tem suas proprias jornadas😉
Vamos de musica boa 🤞🏽
Algumas vezes sinto que sou um idiota, por ter carinho e me importar com pessoas que nunca tentaram demonstrar que se importam comigo.
Isso é triste eu sei, mas sendo honesto, eu prefiro ser esse idiota que se importa com as pessoas de que gosto.
Na vida as vezes é necessária uma visão de helicóptero, mantendo a visão panorâmica, e preservando suas hélices interiores para evitar o risco de queda.
Às vezes as pessoas que nos amam incondicionalmente estão bem ao nosso lado e somos nós que oferecemos migalhas. Tantas vezes nos afastamos de amores platônicos por acreditar não receber o que merecemos, mas simplesmente esquecemos daqueles que vivem ao nosso lado e que insistidas vezes não se cansam de doar o seu amor.
Muitas vezes penso em desistir, mas não estou mais me levando à sério...
O chão que tenho nesta estrada estão diante dos meus olhos e por maiores que seja o meu cansaço, minhas pernas não me obedecem e continuam à caminhar.
Elas compreendem que a esperança ainda está comigo e se eu desistir a tristeza pode vir e sobrecarregar os meus ombros, mas o "lombo" é forte e anda juntinho do coração, casa que habita o Senhor onde lá ele faz morada, e pode vir batalha que for, soldado que se preze, pode até ter medo, mas a força que ele carrega ainda é maior!
Entenda, que a vida fica mais leve, não mais fácil quando muda alguns comportamentos e sabe dos direitos que outro tem, assim como opiniões e nem sempre concordarmos, e tá tudo bem...
Podem falar de você, porque já falaram deles!
Falar ou calar, eis a questão!
Muitas vezes, a gente fica pensando que foi medroso ou covarde porque não respondeu alguma coisa. Houve uma ocasião em que Jesus nada respondeu baseado na sua sabedoria:
“Jesus, porém, guardava silêncio. Nada respondeu. E nem uma palavra lhe respondeu. Ele não abriu a sua boca.” (Mt 26:63; 27:12,13; Is 53:7).
Nem sempre responder é a melhor alternativa. Às vezes, manter-se calado é sinal de sabedoria. Como também, às vezes, falar com coragem e autoridade é sinal de sabedoria. Como saber o correto no momento apropriado: falar ou calar?
Às vezes, não respondemos a algumas pessoas baseados na sabedoria que Deus nos dá, mas nem sempre é assim. Às vezes, podemos não responder por medo, por insegurança ou por qualquer outro motivo que acaba revelando uma fraqueza nossa.
Contudo, nem sempre esse medo ou insegurança tem um caráter negativo, pois muitas vezes o medo funciona como uma forma de precaução contra um mal maior. O medo pode prevenir que algo maior que o próprio medo aconteça. Por exemplo, uma pessoa arrogante pode apresentar seus dotes e qualificações para “se mostrar”, para “aparecer”, cheia de soberba, quando você também tem dotes e qualificações para mostrar, mas prefere ficar calado  por uma questão de insegurança qualquer.
Porém, esse medo acabou protegendo você de se tornar igual àquele arrogante, por querer disputar com ele as suas qualidades e o seus dotes, e nisso abundariam em seu coração sentimentos de presunção, de orgulho, de vaidade que só serviriam para te colocar no mesmo nível de soberba do seu interlocutor.
E, sabendo interpretar o medo, nem sempre ele é maléfico. Em muitas circunstâncias, o medo é benéfico porque previne contra um mal maior. Esse entendimento só é possível mediante a sabedoria dada por Deus. No exemplo de Jesus, no entanto, quando ele se calou diante das autoridades, ele o fez com sabedoria pelo conhecimento dos seus propósitos, e não por medo.
E mostrar as próprias qualificações nem sempre reflete arrogância, mas dependendo das circunstâncias se faz necessário, contanto que não seja pautado na arrogância de querer ser melhor que o outro; apenas mostrar os próprios dotes, sem qualquer intenção indigna, não é nenhum demérito. Afinal, prezamos por ser pessoas qualificadas justamente para sermos dignos diante da sociedade.
Lembremos de Eclesiastes 3:7b que nos ensina: “(Há) tempo de estar calado, e tempo de falar”.
Obrigada, Senhor, por proteger e guardar aqueles que te ouvem.
O bode expiatório. O cisco no olho do próximo.
Às vezes, somos enganados pelos nossos maus sentimentos, mas pensamos que foram os outros que nos enganaram.
Talvez seja aquela antiga maneira de ter alguém para acusar em vez de olhar para dentro de si mesmo e encontrar a verdadeira causa dos próprios problemas, pois sempre é mais fácil acusar do que assumir a responsabilidade por determinadas situações.
Às vezes, levados pelo ciúme, pela inveja, pelo ódio, pelo desejo de vingança, por tantos outros sentimentos negativos que geram emoções negativas, sucumbimos à nossa própria realidade que reflete o nosso enfraquecimento anímico, espiritual e físico.
Lembro-me de um versículo bíblico que diz: “a inveja apodrece os ossos“ (Pv 14:30).
Às vezes, somos os culpados pelas nossas próprias circunstâncias; isso nada tem a ver com os outros, mas com nós mesmos. Por mais que os outros tenham alguma influência na nossa situação, na verdade, nós permitimos que eles exercessem alguma influência em nossa vida, para bem ou para mal; de qualquer forma, nós somos ou fomos os patrocinadores de suas obras, boas ou más. Por isso que não podemos condenar ninguém pelos nossos infortúnios tampouco dar a outrem os méritos das nossas conquistas. Porque, eles podem influenciar, mas a decisão de fazer ou não fazer é sempre nossa.
Façamos, portanto, uma reflexão séria diante de Deus, reconhecendo as nossas próprias falhas, assumindo os nossos próprios enganos, admitindo os nossos próprios erros.
Peçamos a Deus pela nossa libertação de sentimentos perniciosos que nos engambelam, lembrando sempre do ensinamento bíblico de que o coração é enganoso (Jr 17:9) e, por isso mesmo, precisamos aprender a pautar as nossas ações com base na nossa razão e não nas nossas emoções. Isso é o que significa amar a Deus de todo o entendimento (Lc 10:27), um amor racional e não emocional.
Oremos a Deus pela nossa capacidade de nos posicionarmos como pessoas capacitadas para empreendermos benefícios a nós mesmos independentemente das ações alheias. Há coisas que nós podemos fazer por nós mesmos sem precisarmos da intervenção alheia, sem darmos legalidade a terceiros para agirem em nosso lugar como intermediadores, pagando por investimentos no escuro, achando que é um bom negócio etc.
Que haja em nós um despertar divino que nos livre de nós mesmos em nossas debilidades ontológicas, do domínio emocional pelo engessamento racional; que possamos manifestar, sim, o domínio próprio em todas as circunstâncias. (Pv 16:32; Gl 5:23).
As vezes na estrada da vida somos como um carro que acabou de sair de sua concessionária a toda velocidade seguimos, superando obstáculos que pelo cominho vem surgindo, mas assim como o melhor dos carros com o desgaste acumulado vamos perdendo o ritmo, as estradas vão ficando longas , os dias e noites passando e acabamos ficando pelo cominho.
O Criador não está em silêncio, ele fala através de sua própria criação, às vezes, é necessário calar algumas vozes para poder ouvi-lo.
A vida, assim como na brincadeira da gangorra, por vezes, está lá em cima, por vezes lá em baixo. O importante é continuar sorrindo e se divertindo.
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