Por que eu te Amo e nada vai Tira Voce de Mim
Vaso
Neste momento escrevo, o que me vai na alma!
Estou perguntando a mim próprio, afinal,
Porque não ter sempre toda a calma?
Se não há mal que me venha, que não seja racional!
Tudo o que me acontece, mais qu'eu não entenda,
É para qu'eu, se mal faço, disso tenha emenda!
Se o mal não faço, mas mal tenho., isso é para bem!
De mim próprio tenho essa glória também!
Afinal todas as coisas, que me vêm me fortalecem!
Dão-me conhecimento e experiência, neste mundo,
E fazem com qu' eu seja, menos imundo...
Pois , a meu ser do bem, enriquecem,
Como um vaso, por o oleiro formado.
Até que seja por ele criado!
Coração
Bate coração no meu peito forte,
e sente a vida, que em mim há.
Vai fala com a minha alma, cá,
diz-lhe, que nós vencemos a morte.
Sim conta-lhe isso, e diz-lhe,
que tudo está bem, sim.
Que há um caminho lindo, enfim,
por entre as estrelas, conta-lhe.
Fala-lhe do hino do universo, tocado,
quando o Grande Espírito, iniciou, tudo,
nos seis dias, em que a vida, apareceu.
E a sublime criação, sentia a união ,
naquele gesto da do logos ação.
Em que o amor ao universo se deu!
Paz
Canto o que me vai na alma, com força tanta,
este meu cântico, de paz, qu' em mim desponta,
canto ao Deus todo poderoso, que tanto me ama!
E que por ti, há tanto que sempre te chama!
Glória a Deus o Santo dos Santos, o Senhor, bom,
misericordioso, cuja benignidade dura para sempre!
Seja ele exaltado, ainda e sempre, para além do tempo!
Ele é eterno e nos ama! E veio ao mundo em santo dom!
Adorai-o homens bons e maus, neste tempo, de louvor,
dizei--lhe que o muito amais, a ele de todo o glorificaí!
Seu nome às nações do mundo, já o muito levai!
Seu nome poderoso, já vida eterna ele vos deu!
Seu nome é Jesus Cristo o rei e grande Senhor!
Que no céu na terra e em toda a parte, já venceu!
Não faz assim, vai devagar
tem pena de mim
só sei fazer poema
e tenho ponte de safena
o coração pode nem suportar...
Derramei uma lágrima pela mulher que vivia em mim.
Abri um largo sorriso para a que vai me habitar...!
Não gosta de mim? Vai catar coquinho..."Isso não é uma metáfora".
Engula este sapo... "Isso é".
—By Coelhinha
Estou distante de mim agora
Nesse espaço que me subtrai
Sinto que parte de mim se vai
e outra teima em ficar
É um quase choro e um quase sofrer
Nos dias nublados de lembranças
Imersa num imenso vazio
Fico misturada às promessas feitas em vão
na tentativa de esquecer
e de não sentir o que sinto
É tão profundo, tão absoluto, tão sempre o mesmo
que agora começo a desistir
Fiquei perdida no tempo e nas lembranças
Nada disso passou, nada mudou
Sou eu e o meu amor ainda e sempre aqui
As vezes o meu sentido da vida vai de contramão com de outras pessoas, que passam por mim e somente acenam da janela, algumas correm ou caminham pareando comigo, outras mais a frente com pressa e tem aquelas que estão atrás e até mesmo as retardatárias, que estou a uma ou duas voltas de "vantagem".
se todos essas pessoas que fala mal de mim e da risada pela minha situação do momento vai ter que engolir minha vitória.
O verdadeiro amor
nasceu dentro de mim...
Ninguém vai tomar o
seu lugar em meu
coração...
A tarefa mais difícil
da minha vida é esquecer
você e a mais fácil é te
amar...
Te conheci por acaso
mas não é por acaso
que eu te amo...
O verdadeiro amor
nasceu dentro de mim
e ele tem nome: você...
Quando eu estava na escola existiam todos estes estereótipos. Se você gostasse dos Rolling Stones você era uma bicha porque naquela época Mick Jagger tinha beijado Keith Richards no Saturday Night Live. Se você gostasse de Grateful Dead você era um hippie. Se você gostasse dos Sex Pistols você era um punk. Acho que isso tudo faria de mim um hippie viado punk rocker.
Você tem me deixado tão chateado contigo
que a vontade que eu tenho agora
é de te pegar de jeito,
te colocar contra a parede,
segurar esse teu rosto com desejo,
te acertar uns bons tapas
e beijar tua boca com toda paixão,
enquanto enlaço minhas mãos
em teus cabelos
e puxo,
te machuco...
te sufoco...
te arrasto pra cama
e começo a te dar uma boa surra,
de amor e de cinta,
que é pra você aprender
a não deixar o teu homem
nem mais um dia
sem você...
Meu amor. Sabe, hoje eu acordei morrendo de saudades de você. Com os olhos ainda fechados, estiquei o braço e deixei minha mão deslizar pela cama à sua procura, mas você não estava lá...
Ainda naquela vigília, quase desperta mas ainda dormindo, permiti que meus dedos tocassem minha coxa e tentei reproduzir o peso e a força da sua mão, imaginando você me acorda de um especial... Senti vontade do toque da sua boca em minha pele e do calor do teu hálito a arrepiar todos os meus pelos.
Aos poucos fui despertando mais e mais. Deixei que a outra mão também passasse a percorrer outras partes de meu corpo, sempre de olhos fechados, sempre imaginando que você estava realmente comigo. Fiz das minhas mãos as suas mãos e aos poucos comecei a ter uma sensação gostosa, fui ficando mais e mais excitada, mas não o tanto quanto fico quando você realmente está ao meu lado.
O gigante
Ontem eu ensaquei o Lorenzo, nosso filho que você me deu em uma das nossas milhares de brigas sem fim e sem jeito. Ele me olhou triste, passivo e impotente, assim como eu também olhei para ele e assim como tenho olhado para o mundo.
Dei um abraço forte no nosso urso cinza e chorei que nem uma criancinha de cinco anos que sofre porque está com rinite alérgica e tem que tirar os brinquedos de pelúcia do quarto. A realidade acabando com a brincadeira mais uma vez.
Depois foi a vez das fotos, eu beijei uma por uma e guardei numa caixa, coloquei a caixa num canto escondido e alto do armário, no mesmo canto escuro e esquecido por onde anda meu coração.
Olhei meu lindo vestido novo e pensei o quanto ele era feio porque eu nunca o colocaria para você. Olhei meus sapatos novos e pensei como seria triste usá-los sem nem saber direito para onde ir. Olhei minha velha cara no espelho e tive muita pena do quanto aquele rosto ainda ia esbugalhar os olhos para o teto lembrando que você disse que nunca desistiria.
Vire e mexe tenho essa vontade de cortar alguma parte do meu corpo, para ver se esguicho pra longe esse sangue contaminado que incha meu corpo de dor e me emagrece de vida. Tenho vontade de me fazer feridas porque parece mais fácil cuidar de um machucado externo e curável.
Outro dia desses eu estava numa padaria com um amigo e ele me perguntou se eu queria um chaveirinho de ursinho, eu disse a ele que só queria morrer, se ele poderia me fazer esse favor. Coitado, ele nunca mais ligou. Ainda bem, só você podia me dar chaveirinhos de ursinho, quem esse cara pensa que é?
Outro dia desses eu estava num bar com um amigo e ele começou a falar de todos os filmes, livros e músicas que eu tanto queria que você falasse. No final da noite eu só queria estar ouvindo aquela merda daquele cd do Alpha Blond, esses intelectuais de merda não chegam aos pés do seu sorriso e nunca vão ter de mim esse amor tão puro, tão absurdo e tão sem fim que eu tinha por você.
A fidelidade não é uma escolha e nem um sacrifício, ela é uma verdade. Por mais que eu tente, só sinto nojo. A gente não se fala mais, eu nem sei mais por onde você anda, eu até tenho o impulso de tentar de novo com outros homens, mas eu só sinto nojo.
A Lolita vive cheirando por baixo da porta e olhando triste para o interfone, outro dia minha mãe perguntou notícias suas e quando ela ouviu seu nome, enfiou a cabeça no meio das patas e só ficou triste, ela se parece comigo mesmo.
Depois do passeio na Liberdade com meu amigo tem um encontro da mulherada no café alí do Itaim. Depois tem cinema com outra amiga e depois, se eu estiver a fim, uma baladinha na casa de outra. Eu tenho um milhão de motivos pra fugir de pensar em você, mas em todos esses lugares você vai comigo. Você segura na minha mão na hora de atravessar a rua, você me olha triste quando eu olho para o celular pela milésima vez, você sente orgulho de mim quando eu solto uma gargalhada e você vira o rosto se algum homem vem falar comigo. Você prefere não ver, mas eu vejo você o tempo todo.
Eu torço pra não fazer Sol, eu torço pra não chover, eu torço para acordar no meio do dia, eu torço para o dia acabar logo. Eu torço para ter alguma coisa que me faça torcer, que me diga que eu ainda sei torcer por algo mesmo sem torcer pela gente.
Minha dança é queda equilibrada, minhas roupas novas são fantasias, meu sorriso é espasmo de dor, minha caminhada reta é um círculo que sempre me traz até aqui, meu sono é cansaço de realidade, minha maquiagem é exagerada, meu silêncio é o grito mais alto que alguém já deu, minhas noites são clarões horríveis que me arregaçam o peito e nada pode me embalar e aquecer, o frio é interno, o incômodo é interno, nenhum lugar do mundo me conforta.
Minha fome é sobrevivência, minha vontade é mecânica, minha beleza é esforço, meu brilho é choro, meus dias são pontes para os dias de verdade que virão quando essa dor acabar, meus segundos são sentidos em milésimos de segundos, o tempo simplesmente não passa.
Às vezes tento não ser eu, porque se eu não for eu, eu não sentirei essa dor. Mas o amor é tanto que até as outras todas que eu posso ser também o sentem.
Hoje menos que ontem, amanhã menos que hoje, e por aí vai. Vou implodir esse gigante dentro de mim e soltar seu pó a cada manhã sem fome que faz doer o corpo todo, a cada banho sem intenção, a cada tarde sem recompensas, a cada noite sem magia, a cada madrugada sem paz.
Um dia o gigante vai cair morto igual ao King Kong e chega dessa dor, dessa incerteza, desse silêncio, dos dias se arrastando, do ódio, das imagens doentias na minha cabeça, da saudade espada que furou meu centro e aumenta o diâmetro a cada movimento.
Só vai sobrar uma tristeza eterna em saber, como todos que já viram esse filme sabem, que o rei da selva, o dono do pedaço, o forte, o poderoso, o assustador, o monstro inabalável que bate no peito e destrói qualquer um, só queria ser amado pela frágil mocinha.
Daqui de longe, enquanto escrevo esse texto chorando mais do que cabe no meu rosto, ouvindo pela milésima vez a música do Damien Rice e sem vontade nenhuma de ter vontade nenhuma, eu escuto seu riso alto, exagerado e constante. E eu só consigo ter mais pena de você do que de mim.
Medo, incerteza e angústia: crise existencial
Há dias que estamos mergulhados no oceano da melancolia
Numa tristeza tão grande a vivenciar
A apatia nos faz ficar bem quietos
Até que apareça algo para a crise amenizar
A tristeza e o medo teima em dominar o meu ser
Clamo forças busco alento e sustentação
Não adianta desejar, querer ter
Se não consigo da alegria viver, minha emoção
Solidão no meio de tanta gente
Almejo meus problemas solucionar
Acudir também quem está sofrendo
E acabo por sofrer e me angustiar
Não adianta na vida ter saber
Não adianta ter o que consumir
Não adianta ter bens e dinheiro
Se não tiver saúde para construir
Clamo pelo poder Cósmico máximo
Que esta fase seja logo superada
Que tudo volte ao normal
Que eu tenha forças para ser a crise enfrentada
Então volto-me para dentro de mim
No silêncio secreto de minha alma
No questionamento analisar, angústia
Ouço, faço uma prece que acalma
A depressão tento então dominar
Levando sério o caminho sem rumo
Respiro um pouco de ar puro
Volto para fora e me arrumo
De súplicas vivo os meus dias
O homem não tem poder sobre o destino
Temos algum poder para mudar o agora
Superar a solidão e o desatino
Quando a gente ama
Tudo é mais difícil de questionar
Nenhuma teoria ou técnica ajuda
O coração grita mais alto a desejar
Muitas vezes parece que há uma pedreira
O coração sofre tanto que parece inchado
A angústia se faz companheira
Nenhuma solução, nada é encontrado
As forças físicas se vão
O desânimo toma conta de mim
Ajoelho, olho para o infinito, peço ajuda
Este sofrimento não pode continuar assim
Por fim ainda encontro alguma alegria
Quando os amigos me reanimam
Suas preces me fortalecem
Encontro arrimo, me empurram
Porém logo a seguir
Fecho a janela da alma novamente
E retorno para dentro de mim mesma
Não consigo sufocar o pranto presente
Hó padecer, vai-te embora
Procure o seu rumo tão sinistro,
Esta energia negativa abatendo meu viver
Traga minha essência positiva, sincronismo
Preciso vencer esta mais esta crise existencial
Encontrar a força que me fortalece
Sou alma livre num corpo cativo
Desejando um bem que me enobrece
Crises passam para todos
Fazem parte da existência humana, do viver
São pesadelos que circundam
Mas logo tudo voltará a florescer...
A vida é feita de altos e baixos
É o que nos fazem vencer
É a fé de dias melhores
Conseguir com um novo amanhecer
O sofrimento é inerente a condição humana
Na luta para vencer cada dificuldade
No paradoxo das escolhas
Em meio a tanta possibilidade
A incerteza do caminho a seguir
De saber se é certo ou errado, auto conhecer
É assim o viver como humano
Na luta para superar, ter auto domínio, ser
Enfim sigo o meu rumo incerto
Até que passe essa tempestade no meu coração
Até que o Sol volte a brilhar novamente
É na esperança que viverei esta emoção
“A vida é assim: um vai e vem na viagem, com momentos mais
fáceis e, por outras vezes encontramos algumas pedras que devem ser removidas para que possamos seguir novamente até chegar ao destino”
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