População
O Rio de Janeiro como cidade maravilhosa só existe nas letras das velhas cancões, nas saudades da memoria e nos velhos registros históricos do passado. Hoje ainda é uma das capitais brasileiras mais bonitas pela sua exuberante beleza natural mas triste, fantasma, insegura, suja, entre ruínas e abandonos tais como qualquer outra cidade devastada pelos escândalos financeiros políticos e a pobreza de sua infeliz população.
A verdadeira vocação econômica e social da cidade do Rio de Janeiro é e sempre foi a Arte, a Cultura, a Festa, o Jogo, o Espetáculo e o Turismo. Distante disto só permanentes e equivocados projetos mirabolantes de partidos políticos.
O oponente cego pela embriagues da vaidade ao não planejar estrategicamente com cautela uma ação, se depara com um opositor forte, entre uma legião de heróis e uma união cultural popular imbatível.
Meço a opressão social, a insatisfação existencial e a infelicidade do povo brasileiro, ao me deparar com a única manifestação popular que lhes restam em uma multidão sofrida irracional. Vejo isto na aglomeração e entusiasmos pré partida de um simples jogo de futebol. Nunca vi o que tenho visto ultimamente. Mesmo aos olhares acostumados o cenário é assustador.
A politica do "Pão e Circo" continua atolando na cidade e no estado do Rio de Janeiro. O prefeito e o governador, fazendo os cariocas e fluminenses de palhaços. Contratando shows milionários desnecessários, com uma infra estrutura municipal e estadual caótica, na saúde, na segurança, nas águas fluviais que vitimará inúmeros inocentes da camada mais pobre da população, na próxima grande chuva.
A arte e a cultura como manifestação publica politica e social do povo é justo mas quando passa a ser ferramenta politica de um só partido é um desastre.
Em todo governo econômico corrupto, as taxas oficiais mensais de juros sobre os empréstimos para a pessoa física do sistema financeiro são sempre bem maiores que as taxas cobradas pela agiotagem ilegal.
Por mais que o povo brasileiro sangre, miseravelmente na mão de nossos carrascos e opressores, nossas estrelas por esperança são positivamente brancas, em nossa bandeira e jamais serão vermelhas pois refletem o nosso céu visto na capital do Rio de Janeiro em 15 de novembro de 1889, e ate hoje todo povo brada, em afirmação secreta diuturnamente, que venha "O Amor por princípio, a Ordem por base e o verdadeiro Progresso por fim."
Dirigentes políticos ficarem agora tentando provar quem é que manda
é disputa de ego, é pirraça
enfim demonstrando como realmente são
devido a necessidade de usar as máscaras de prevenção, estão tirando as habituais
relegando a segundo plano o que realmente importa
a população, as vidas!
Você não tem noção a quantidade de gente que vive ansiosa pela sua derrota contra o cansaço.
Duvidam principalmente da sua resistência emocional perante as adversidades.
Acreditam na sua queda por consciência da falta de apoio da sociedade nos seus projetos.
O segredo é nunca parar.
A vida seria menos complicada se as pessoas respeitassem o limite demográfico suportável do planeta, e, se possível, que fosse bem mais abaixo do seu menor limite demográfico ideal, o mal não seria tão grande.
As políticas gizadas pelos Governos visionários, não se atém apenas as vitórias eleitorais, atém-se, sobretudo, a melhoria contínua da vida da população.
As boas obras feitas por um grande Governo, não podem ser alvos de agradecimento do povo; pois, o povo tem o dever patriótico de pagar as suas obrigações fiscais e o Governo, por sua vez, tem a obrigação de gerar melhores condições de vida para a população.
Os orçamentos do Estado não podem ter como objectivo realizar sonhos dos seus fazedoras, devem estar orientados para resolver os problemas candentes da população.
Que espécie de nação que seus “líderes” se servem do que é público em benefício próprio, enquanto a sua população trabalha para carregar o Estado – quando o mesmo deveria servir aos seus filhos e a sua sociedade?
O mundo atinge a marca de oito bilhões de pessoas e a Cinderela calça todos os sapatinhos, achando que é indireta pra ela.
