Ponto
Para quem fala de mim, não vejo problema algum nisso. Afinal, é o seu ponto de vista, e, se for algo realmente construtivo, sempre será válido tentar melhorar como pessoa. Até porque eu não sou perfeito. O pior não é falar mal pelas costas, mas sim depois me dar um abraço, fingindo que nada aconteceu.
Posso lhe afirmar de que ainda existem homens românticos, cavalheiros e gentis a ponto de engrandecer o teu coração;
Que a faça sorrir e que cumpra as promessas de amor que viva junto a ti como um único coração;
Somos substituíveis ou insubstituíveis?
Depende do ponto de vista de quem olha para nós**
A vida tem um hábito cruel: ela continua.
O carro fica na garagem com o IPVA vencendo no dia seguinte.
O tênis seca no varal sem nunca mais ser calçado.
A mesa do café da manhã permanece no mesmo lugar, mas falta alguém do lado de sempre.
Na empresa, há flores. Poucas. Protocoladas.
No dia seguinte, um processo seletivo é aberto.
Em uma semana, a rotina se reorganiza.
Em alguns meses, o nome vira apenas uma lembrança difusa.
Em poucos anos, ninguém mais saberá quem você foi ou o que construiu ali.
Do ponto de vista do sistema, você era função.
E funções são, por definição, substituíveis.
Mas em casa…
em casa o mundo desaba em silêncio.
A esposa acorda e não encontra o beijo que sempre vinha antes do despertador.
Os pais esperam o almoço de domingo que estava combinado.
O sobrinho continua perguntando pela camisa do time, sem entender por que o “depois” não chega.
O filho, com apenas cinco dias de vida, crescerá sentindo a ausência de algo que nunca pôde viver.
Para quem ama, você não era função.
Era presença.
E presenças não se substituem.
No velório, um único amigo observa o caixão fechado e pensa: poderia ser eu.
Lembra que é na casa do luto — e não na da festa — que a verdade se impõe.
Recorda as mensagens trocadas no dia anterior, o jogo de sábado que não acontecerá,
as brincadeiras da infância, a queda na escola, o medo antigo de perder quem parecia eterno.
Ali, entre coroas de flores e silêncios constrangedores, ele entende algo simples e definitivo:
o amanhã é uma suposição confortável demais.
No fim, talvez reste pouco —
mas o pouco que fica é essencial.
A consciência de que a vida nunca está pronta,
está sempre começando de novo.
A lucidez de que seguir em frente não é escolha heroica,
é necessidade.
E a verdade incômoda de que podemos ser interrompidos
no meio da frase,
no meio do plano,
no meio do amor.
Que a interrupção não seja apenas fim,
mas desvio.
Que a queda não nos paralise,
mas nos ensine outro movimento.
Que o medo não nos feche,
mas nos eleve degrau por degrau.
Que os sonhos não sejam fuga,
mas travessia.
E que a busca — essa inquietação que nunca cessa —
termine, ao menos às vezes,
em encontro.
A morte não pede licença.
Ela não confere agenda, não respeita planos, não espera o momento certo.
Ela chega quando o IPVA vence amanhã.
Quando o almoço de domingo já está combinado.
Quando a camisa do time ainda está prometida.
Quando o filho tem apenas cinco dias de vida e o mundo, finalmente, parece completo.
Você sai de casa inteiro.
Volta apenas como ausência.
E tudo o que parecia urgente perde o sentido.
Tudo o que foi adiado vira culpa.
Tudo o que ficou para depois… fica para nunca.
Se você está lendo isso, é porque ainda está vivo.
E isso não é pouco.
É tudo.
Então não exista apenas.
Não passe pela vida como quem cumpre expediente.
Viva.
Viva sendo melhor para você e para os outros.
Ajude quem cruza seu caminho.
Não tenha vergonha de pedir desculpas.
Assuma seus erros.
Exponha seus sentimentos.
Diga “eu te amo” sem esperar ocasião especial.
Abrace com força.
Perdoe enquanto há tempo.
Peça perdão enquanto ainda há resposta.
Não espere o velório para virar consciente.
Não espere a perda para valorizar a presença.
Não espere o fim para começar a viver.
Porque um dia, sem aviso,
alguém estará olhando para um lugar vazio
onde hoje ainda é você.
E quando esse dia chegar — que não seja cedo —
que você tenha vivido de verdade.
Sem se esconder.
Sem se poupar de ser quem é.
Só isso já faz a vida valer a pena.
Saulo Santiago ∴
depois que cê contou todo o ponto de vista do nosso passado,
ficou mais fácil de te ler já que nos vimos crescer
com cada um designando seu próprio futuro,
cada passo designado pra cada fim,
e isso tudo é só pra te dizer que eu tô feliz assim.
O poder do som, já era conhecido pelos chineses a milhares de anos do passado. A tal ponto, que o Imperador mantinha um grupo seleto de fieis afinadores de todos instrumentos, que percorriam todos lugares do reino, afinando pelo diapasão imperial com isto controlava o bem estar, as idéias, o espirito, os pensamentos e as atitudes a favor do império. Logo o som, tons vibracionais é o guia das águas, da vida e do comportamento humano.
Um desencontro, mas ainda assim, um ponto de interseção, de algo que de fato aconteceu, mas não permaneceu.
Por que você mudou a esse ponto,
a ponto de quebrar a ponte entre nós.
Quando tudo era maravilha, você se encantava,
se vestia de riso, prometia permanência.
Mas bastou a tormenta chegar
para você se perder de si mesma,
confundir medo com razão,
e chamar de caos aquilo que exigia coragem.
Se você parasse — só um pouco —
veria que ainda era possível juntar os fragmentos.
Mas preferiu espalhar acusações,
alimentar indecisões antigas.
Transformar o passado em arma.
O teu tormento não é sentença,
e muito menos justificativa para a derrota.
Não tente manipular o fim
quando foi a tua desistência
que ensinou o caminho a ruir.
Foi você quem envenenou a tua escolha.
Não tem o direito de acusar julgar condenar ninguém.
No Brasil da pra sentir o nariz gelado,mas não a ponto de por um casaco. É como se você tivesse uma radiação a sua volta. A energia do calor do corpo vence o frio, e dá uma sensação refrescante.
No mesmo Brasil da pra viver em um lugar que quase todo dia as 18:00, chove. Da para colecionar um leque novos sentimentos com esse clima.
De norte a sul, as pessoas estão se entregando ao narcisismo digital e alimentação e hábitos medíocres.
A mudança se dá apenas em você e isso transforma o mundo ao seu redor.
Meu amor, a que ponto chegamos.
A ponte entre nós já não sustenta passos — é sombra densa, silenciosa, pesada de tudo que não foi dito.
A névoa não se dissipou; ao contrário, criou raízes profundas no peito, enroscadas na memória e no afeto que insiste em ficar.
Ainda há amor, e é isso que dói.
Dói porque o sentimento permanece inteiro enquanto a distância se faz hábito.
Dói porque o coração lembra do que fomos, mesmo quando a realidade insiste em negar.
Não é ausência de sentimento que nos separa,
é o excesso de silêncio,
é o medo de atravessar essa ponte frágil e se perder de vez.
Te amar assim é permanecer em ruínas com o coração aceso.
É caminhar entre sombras sabendo que, um dia, ali houve luz.
Chega um ponto em que o cansaço fala mais alto. Cansamos de nos moldar às expectativas alheias, de nos justificar por sermos quem somos. Cansamos de carregar o peso das opiniões que tentam nos definir. E é nesse ponto de exaustão que surge a oportunidade de renascimento.
O cúmulo da burrice é quando a pessoa erra tanto ao ponto de ter que correr atrás daquilo que tinha.
COISAS QUE PARA MIM SÃO IMPORTANTES NAS RELAÇÕES
Amor-próprio é meu ponto de partida.
Eu não entro em nenhuma relação para ser salva, completada ou reparada.
Eu já me basto — e é justamente por isso que só escolho vínculos que honram quem eu sou.
Verdade é essencial.
Transparência me preserva, coerência me aproxima.
Gosto de quem fala claro, sente claro e vive claro.
Caráter não é detalhe, é fundamento.
Caminho apenas com quem honra o que promete, respeita limites
e entende que dignidade não é negociável.
Profundidade é necessária.
Conversas que expandem, que tocam, que iluminam.
Não tenho espaço para superficialidade — minha alma pede densidade leve e consciente.
Presença limpa.
Sem vícios, sem fugas, sem dramas repetidos.
Quero quem esteja inteiro, não quem peça resgate emocional.
Reciprocidade verdadeira.
Não precisa ser espelho — precisa ser justa.
Minha entrega é inteira, mas não ultrapassa meu amor-próprio.
E, acima de tudo, paz.
Relações que respeitam meu silêncio, meu foco, meu ritmo.
Eu escolho o que me soma, o que me eleva e o que conversa com a mulher que venho me tornando.
Mapeando seu estado atual de energia
Conhecer o ponto de partida é essencial para qualquer jornada de elevação vibracional. O mapeamento do estado energético pessoal pode ser realizado através de uma auto‑avaliação sensorial, que combina percepção corporal, emocional e mental. Comece encontrando um espaço tranquilo, feche os olhos e respire de forma consciente, sentindo o ar entrar e sair. Direcione a atenção para diferentes áreas do corpo, notando onde há tensão, calor ou frio. Essas sensações físicas são indicadores de onde a energia está mais densa ou mais fluida. Em seguida, observe o fluxo de pensamentos: eles são predominantemente críticos, preocupados ou otimistas? Por fim, sintonize as emoções que surgem naturalmente – alegria, ansiedade, indiferença – e registre mentalmente a intensidade de cada uma. Ao final desse exercício, escreva um breve relato descrevendo o panorama percebido, como se fosse um “relatório de energia”. Por exemplo: “Sinto peso na região do estômago, indicando preocupação constante; minha mente está ocupada com dúvidas sobre o futuro; a emoção predominante é uma mistura de cansaço e esperança tênue”. Esse relato serve como um mapa que permite comparar futuras avaliações, percebendo progressos ou regressões. A prática regular de mapeamento, feita ao acordar ou antes de dormir, cria um hábito de autoconsciência que facilita a tomada de decisões conscientes para elevar a vibração, pois ao reconhecer onde a energia está baixa, torna‑se possível aplicar imediatamente as técnicas de elevação aprendidas nos capítulos subsequentes.
CONVERSÃO.
CONVERSÃO é não ter absolutamente nenhum outro ponto de vista que não venha do Evangelho.
CONVERSÃO é não ter nenhum outro ponto de partida que não parta do Evangelho.
CONVERSÃO é não ter nenhum outro chão para caminhar que não seja o do Evangelho de Jesus Cristo.
CONVERSÃO é não almejar nenhum outro ponto de chegada que não seja o do Evangelho, sem nenhum interesse à não ser, caminhar com Jesus.
OU SEJA! CONVERSÃO é estar impregnada do Evangelho, dando razão a Deus todo dia, em um processo que pode ter começado um dia, mas que só terminará no Dia em que transformados de glória em glória nós nos tornarmos conforme a semelhança de Jesus.
CONVERSÃO é renovar a mente todo dia, sendo que, cada dia, se faz ou tenta ser melhor do que ontem.
CONVERSÃO é discernir este século e não nos conformarmos com ele.
CONVERSÃO é ver o mundo no mundo, e ver “mundo” também no que se chama de “igreja”, lar e em si mesmo.
CONVERSÃO é chamar de mundo não necessariamente o ambiente fora das paredes eclesiásticas, e nem tampouco chamar de “Igreja” o ambiente dentro das paredes eclesiásticas, pois o mundo estar dentro, como á igreja fora, ter discernimento, se fundamentar em Cristo
CONVERSÃO é saber que mundo é um espírito, um pensamento, ou uma atitude que pode estar em qualquer lugar,principalmente dentro de si, com seus preconceitos fora do evangelho, e está freqüentemente nos concílios de um modo muito mais sofisticado do que está nos congressos políticos explicitamente definidores de política no mundo.
CONVERSÃO é manter a mente num estado de arrependimento constante, de metanóia, de mudança de mente, que por vezes acontece com dor e outras vezes só pela consciência que vai abraçando o entendimento e vai dando razão a Deus, e vai dando razão a Deus, e vai dando razão a Deus, e vai dizendo Deus tem razão. Sim! Conversão é crer que a Palavra tem razão sempre; e se ela tem razão eu quero conformar a minha vida conforme a verdade do Evangelho.
Tudo na vida é uma questão de ponto de vista...os OTIMISTAS encaram desafios a serem superados e tentam encontrar soluções...os PESSIMISTAS encaram tudo como problemas e estão sempre reclamando !!
