Ponto
Existe um ponto sutil na prática em que você começa a perceber que não é apenas o observador dos pensamentos, mas também aquilo que percebe o próprio ato de observar. Nesse momento, a dualidade entre “eu que observo” e “aquilo que é observado” começa a se dissolver, revelando uma consciência que não precisa de posição, esforço ou identidade para existir.
No ponto em que toda referência colapsa, nem mesmo o “é” pode ser afirmado com precisão. Qualquer tentativa de declarar existência ou não-existência já é um movimento tardio da linguagem tentando capturar o que não se submete a categorias. O absoluto não confirma nem nega - ele não entra no jogo das definições.
No ponto mais profundo, não há nem mesmo liberdade, porque nunca houve aprisionamento. A noção de libertação só faz sentido enquanto há alguém que se percebe preso. Quando essa base desaparece, não resta conquista, nem estado, nem realização - apenas o que nunca começou e nunca terminará.
Há um ponto em que até mesmo a noção de presença se revela como um conceito sutil sustentado pela mente. Enquanto houver alguém tentando “estar presente”, ainda existe uma divisão silenciosa. O que se revela além disso não pode ser praticado nem mantido — é anterior a qualquer esforço, é aquilo que já é, antes mesmo da ideia de ser.
A mente tenta compreender a realidade como se estivesse fora dela, observando de um ponto seguro. Mas essa posição nunca existiu de fato. Aquilo que percebe e aquilo que é percebido são movimentos inseparáveis da mesma totalidade. Ver isso diretamente encerra a busca por um lugar de onde olhar, porque não há fora.
“O ponto final mais feliz da vida não é o fim da história, mas o início da eternidade que começa quando a vida passageira se transforma em vida eterna.”
O fato de ter dado errado uma vez, não significa um ponto final, assim que se chega a Lua, a Marte.....
Não é sobre planetas....
Um olhar, sobre o mesmo
Ponto.
Havia ali um interesse em se conhecer.
Uma conversa agradável, poesias, as vidas sendo contadas. A cada dia, a proximidade era maior, como se caminhassem na mesma direção.
Mesmo ao longe, caminhavam de mãos dadas, tinham gostos parecidos. Em determinados momentos a mesma sensibilidade emocional .
Mas, por algum motivo algo aconteceu, na primeira curva que surgiu, ela virou o volante do coração, mudou a direção, o curso da história, .
Os dias se foram, os ventos mudaram, então ela ressurgi, mais disposta, determinada, finalmente decidida.
Porém, dentro dele mudou, apesar de ter continuado na mesma estrada, seguiu, abasteceu se de vida nova.
Lá foi ele buscar o que se encontra atrás da linha do Horizonte.
Lhe peço desculpas,
andava tão distraído a
ponto de não perceber que era amor..
Que era borboleta,
Que era flor.
Time..
Hoje, olho para
o futuro e não lhe vejo.
Não sei até que ponto
Isso é bom ou ruim.
Certamente o tempo sabe.
Deixar-se invadir
Quando buscar... o ponto certo.
Onde encontrar toda sabedoria.
O caminho de flores e calmaria.
Absorver o ar puro, sentir força!
Deixar-se invadir de compaixão,
dos bons anseios, e de alegria...
Tranquilidade
É deixar-se invadir... Sã e louco!
Estando presente em si mesmo,
não fugir, aceitar a sua intuição.
Para ser feliz, custa muito pouco.
O ponto de partida para o Embarque Espiritual para uma eternidade feliz e abençoada está à porta do seu coração, a morte para todos os seus pecados em nome de Jesus.
"Do ponto de vista financeiro, Deus só conhece três tipos de pessoas:
Os pobres - totalmente dependentes do dinheiro;
Os escravos - totalmente possuídos pelo poder do dinheiro;
Os livres - Exercem total poder sobre o dinheiro que possuem."
