Poetas Portugueses
A gratidão é o arquiteto de meus dias, quem nele estiver alegre e realizado é, pela graça da declaração, sem necessidades, pausando buscas incessantes, pelas oras já realizadas.
Nossos gostos são diferentes, por isso, somos o equilíbrio em formas, dispensando antigas normas de situ_a_ção.
Nossa saúde se dá, quando em nossos sonhos, encontramos a realidade de nossas vontades, em qualquer lugar e plano.
Não a Cor, em buscas que não se encontraram, desde o dia, que nossos olhares se cruzaram, e, fundamentalmente brilharam.
O preconceito é uma corda que não serve, e, a saudade, foi gancho pra repressões de vontades, retirando do peito, o afeto, e, a lealdade, pra distribuir em outras faces, provocando antigas desigualdades.
Quando o galo canta e nossa música não toca, tenho os traços de nossa face, que longanimamente nos reconhece.
Fez moda e (ninguém) gostou, que isso é questão do subjetivo, se com graça nunca falhava, vista com sabedoria, que agora é aqui, em um renovado dia.
Se meu olhar a ti buscar e na companhia outro a ti competir o julgo do abrir, sejas gentil nos reflexos, pois, em meu coração, está sempre o existir em múltiplo porvir, pra paz produzir o sábio reproduzir é que não há falta aqui.
Sem declamar, o Verbo se faz carne, e , muitos estão nos litígios a configurar, vamos aprender o sábio transfigurar.
Onde existem dificuldades quem o socorre, posto que entendimento é experiência necessária, o que fazer sem o entender, me dê o exemplo de suas h'alas, evitando o subverter.
