Poetas Portugueses
Pro corpo espelir qualquer nódulo, sua natureza de vir, por ti nascentes de músicas, em qualquer idioma, em belezas do servir, pelas bases dos verbos, impulsionados pela verdade dos sentimentos.
Adicione o perdão, antes dos sentimentos da escurída razão, motivo, todos sabem dos quês sem relização.
A verdade não esconde as necessidades, do tecer nossa realidade, se é sempre pelo ouvido, que alimentamos nossas futuras vontades.
Ninguém rompe seu lugar porque quer, foi tempo de ignorância, onde a proteção foi burlada, e, não livrada, já em remoto tempo, aguardando momentos, prá maturidade de vossa necessária estada, à muito esperada, pra renovar os tecidos dos arrependimentos, em séries modificadas.
A gratidão é um futura, nascente, que necessita dos tatos de vosso sentimento, digitalizados pelo além das mentes, pois sempre sente, repondo presentes consentes.
Na arte das mudanças, te reconheço em qualquer forma, pelo sentimento ser, são nossas bases de ternuras no ter.
Minhas lágrimas nunca foram de tristezas, eram migalhas pra direcionar nossos caminhos, v'e'stes, livrai-nos dos nós pelos desajustamentos das percepções, sentimos muitíssimo.
Por gentileza, equiparando a verdade na conexão pela ordem da imagem, local direcionado pro (sucesso) tem em ordem, tipificado gelado, não frio, certeza consequente, prazer observatório completamente compassional.
Restabelecendo calma ao desajustamento, pela stafa consequente, redobre o verbo totalmente pras nascentes, em tempo real.
