Poetas Portugueses
Nada contra escritores é que alguns, boicotam nossas palavras, sem saber a necessidade das estradas.
Nada acontece por acaso, é da sabedoria do tempo, pra te tirar os reflexos insígnios, daqueles que ainda não podem, compreender a ordem e harmonia dos ventos.
Gosto do gosto de tudo que fazes e, por essas, estou a pranar com alegrias caminhos de beleza por ti.
É bem certo que nem sempre estamos com àqueles que nos enxergam e, dá, í, o que importa é que (estamos).
Quero suas fábulas, são vestimentas que seu amor me proporciona, já dancei equilíbrios e nem preciso ler-te.
O Amor dói pela falta das benfeitorias nos costumes, deve ser sempre lentamente, até que o tempo perdure e cure.
Eles não roubaram, não erraram, às vezes, não sabiam pra onde iam, embora servissem inquestionavelmente.
Maravilhoso é assistir tantos encontros, mesmo em outras peles e, em tantos outros sonos, é a sabedoria da dualidade que não interfere, regozijo do simples saber, que tudo vai e, vem, sempre bem.
Feliz é a espera de vossa abundância, que por nada querer de tudo têm, fruto de essência e paciência, vestes de dignidade e fraternidade, servir aquém.
E a imunidade das percepções alheias no sempre chegam, com a clareza do manto chamando renovação de sabedorias, tempo largo de abundância e alegria, celebrando a afirmação de novos dias.
