Poetas Cristãos

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Os cristãos pedem respeito por suas crenças, mas raramente respeitam o direito de não acreditar.

Se deus existe, ela é mulher, e sua grandeza está acima do ódio que certos cristãos insistem em pregar.

Cristãos matam e se dividem porque um personagem milagreiro pregava o amor ao próximo. Irônico: essa suposta "mensagem de amor" só gerou ódio e destruição.

Cristãos em geral se mostram soberbos, sentem-se muito superiores a todos, rotulam-se como "salvos" e chamam os outros de "condenados".

"Alguns CRISTÃOS estão como POLÍTICOS. Onde a Teoria está presente. Mas a prática ISENTO de se viver." #AvivamentoJá

—By Coelhinha

Aprendi a ter fé com os ateus; alguns cristãos só me levam a questionar Deus.

⁠Se um terço dos cristãos pregasse mais Cristo que igreja, o caminho para a volta d'Ele certamente já estaria preparado.


Talvez, se assim fosse, o mundo reconhecesse com mais facilidade os sinais do Reino que já está entre nós.


Porque a Igreja, quando fiel à sua missão, não é fim — é caminho.


Não é vitrine — é serviço.


E nem é trono — é cruz.


O problema nunca foi a Igreja enquanto Corpo vivo, mas o risco constante de transformá-la em discurso, identidade social ou instrumento de pertencimento, quando sua razão de existir é apontar para Cristo.


Cristo não fundou uma instituição para ser adorada; fundou um povo para amar.


Não chamou seguidores para defender muros, mas para lavar pés.


Nem pediu marketing de fé, pediu testemunho.


E o testemunho mais eloquente continua sendo uma vida que se parece com a d’Ele.


Quando pregamos mais a Igreja do que Cristo, corremos o risco de anunciar um endereço e esquecer o Caminho.


Mas quando pregamos Cristo, a Igreja se cumpre: torna-se sinal, ponte, casa aberta — nunca obstáculo.


Preparar o caminho para a Sua volta não é fazer mais barulho religioso, mas produzir mais frutos do Espírito.


É menos disputa por razão e mais entrega por amor.


Menos bandeiras e mais cruz.


Muito menos autopreservação e mais conversão diária.


Talvez o mundo não esteja cansado de Cristo…


Mas talvez esteja apenas cansado de não vê-Lo refletido com clareza, sobretudo pelos evangelizadores mais preocupados em apontar o caminho da igreja do que d'Ele.

Entre os “cristãos” que aceitam a interrupção da vida intrauterina e os que aceitam a interrupção da que “não deu certo” — socialmente —, paira um abismo de Misericórdia.


Talvez porque a Misericórdia verdadeira não se acomode nas trincheiras ideológicas.


Ela não escolhe vítimas conforme a conveniência moral do momento, nem distribui compaixão segundo critérios de afinidade política, econômica ou cultural.


A Misericórdia vê primeiro a pessoa, depois a circunstância; primeiro a dignidade, depois o julgamento.


Há quem se escandalize diante da interrupção de uma vida ainda escondida no ventre, mas permaneça indiferente quando uma existência já nascida é descartada pela pobreza, pela dependência química, pela doença mental, pela solidão ou pelo fracasso.


Há também quem se mobilize em defesa dos vulneráveis que caminham pelas ruas, mas relativize a vulnerabilidade absoluta daquele que sequer pode erguer a própria voz.


Em ambos os casos, o risco de transformar a defesa da vida em uma causa seletiva é iminente.


E toda seletividade aplicada à dignidade humana revela mais sobre nossas preferências do que sobre nossos princípios.


O Evangelho apresenta um caminho muito mais exigente.


Não basta defender a vida em um estágio e ignorá-la em outro.


Nem proteger o inocente antes do nascimento e abandonar o ferido depois dele.


Tampouco basta acolher o socialmente excluído e negar humanidade ao que ainda não nasceu.


A coerência da caridade cristã pede um olhar integral: a vida humana não adquire valor por ser desejada, produtiva, saudável ou socialmente bem-sucedida.


Seu valor é anterior a qualquer mérito.


A Misericórdia não elimina a verdade, mas também não permite que a verdade seja usada como instrumento de condenação.


Ela convida à defesa da vida sem arrogância, ao acolhimento sem relativismo e à justiça sem crueldade.


Talvez o maior desafio não seja identificar quem está do outro lado do abismo, mas reconhecer que todos estamos à sua beira.


Porque, quando a compaixão se torna seletiva, quando a dignidade humana passa a depender de circunstâncias ou preferências, cada um de nós contribui para alargar a distância entre aquilo que professamos e aquilo que vivemos.


E é justamente sobre esse abismo que a Misericórdia insiste em construir pontes.


Não para abandonarmos nossas convicções, mas para que elas sejam iluminadas pelo amor; não para deixarmos de defender a vida, mas para aprendermos a defendê-la integralmente, do início mais silencioso até o último suspiro natural.⁠

⁠Só se vê bem com os olhos cristãos; o essencial é invisível aos olhos puramente humanos.


Vivemos em um tempo que nos ensinou a enxergar quase tudo, menos aquilo que realmente importa.


Vemos aparências, conquistas, números, status, corpos, vitrines e máscaras.


Mas há realidades que não se deixam fotografar, medir ou exibir.


A fé nos convida a olhar para muito além do que os olhos alcançam.


Com olhos humanos, enxergamos o erro; com olhos cristãos, podemos enxergar a possibilidade de redenção.


Com olhos humanos, vemos a ferida; com olhos cristãos, procuramos compreender a dor que existe por trás dela.


Com olhos humanos, julgamos o que aparece; com olhos cristãos, aprendemos que só Deus conhece verdadeiramente o coração.


Talvez seja por isso que tantas vezes confundimos visibilidade com importância.


Achamos que aquilo que aparece merece mais valor do que aquilo que permanece escondido.


Entretanto, as maiores batalhas de alguém podem acontecer em silêncio.


As orações mais sinceras talvez nunca sejam publicadas.


Os gestos mais generosos podem jamais receber aplausos.


Cristo nos ensina justamente esse outro modo de ver: não o olhar que procura motivos para condenar, mas aquele que procura razões para amar.


Porque o essencial continua invisível aos olhos humanos.


Não se vê a esperança, mas ela sustenta.


Não se vê a fé, mas ela mantém de pé.


Não se vê o amor, mas ele transforma.


Não se vê a graça, mas ela pode reconstruir uma vida inteira.


Ter olhos cristãos não significa ignorar a realidade ou fechar os olhos para o mal.


Significa enxergar a realidade sem permitir que ela nos roube a compaixão.


É olhar para o mundo com discernimento, mas também com misericórdia; reconhecer a verdade sem perder a capacidade de amar.


No fim, talvez a verdadeira cegueira não seja não enxergar o que está diante de nós, mas enxergar tudo aquilo que é passageiro e não perceber aquilo que é eterno.


Que Deus nos ensine, então, a trocar o olhar apressado pelo olhar compassivo; o julgamento pela compreensão; a aparência pela essência.


Porque há coisas que somente a fé consegue enxergar.


E talvez seja justamente aí que comece a verdadeira visão.

Tirando raras excessões, cristãos costumam ser as pessoas mais perversas e com maior potencial de fazer mal pelas razões mais ridículas e sem sentido possíveis! Principalmente a pessoas inocentes, incluindo crianças. O deus bíblico é um ser extremamente perverso, que faz coisas abomináveis, imperdoáveis e sádicas, cometendo inclusive infanticídios, autorizando e regulamentando a escravidão, relativizando abusos, cometendo genocidios em nome do seu frágil ego, além do sentimento continuo de pequenez que claramente tem, e ainda assim é admirado e venerado pelos cristãos.
A história nos mostra os horrores que isso gerou, os absurdos que justificou, e o pior, além de se colocarem, tirando raras excessões, como donos da verdade absoluta, ainda acreditam que qualquer coisa que façam será perdoada, e que qualquer ação verdadeiramente perversa pode ser justificada e seria "fazer o bem" quando em nome do deus deles. A prova disso está nas notícias que aparecem todos os dias, nos livros de história, nos textos bíblicos, e nas ações da maioria dos que se denominam cristãos, sejam católicos ou evangélicos/protestantes.
O discurso cristão desumaniza diversos grupos sociais, além de qualquer um que rejeite a crença ou não se encaixe nela. Combater o cristofacismo é salvar vidas! Questionar a religião em si, é lutar por um mundo melhor, mais justo, empático, com menos desigualdade, ódio gratuito, intolerância descabida, preconceitos, misoginia, além de com mais amor, assim como pensamento crítico. Por menos Jesus e mais conhecimento, sabedoria, empatia e respeito!
- Marcela Lobato

COMUNICADO!


A partir de hoje não responderei mais cristãos que comentem com ignorância, falas absurdas chamadas de argumentos, tentativa de prostituição do Jesus através da imposição, falas que sugiram ser deles a verdade absoluta, assim como a demonização e/ou desrespeito aos meus deuses e entidades, assim como os deuses e entidades de outras pessoas, além de ofensas e crimes virtuais (e no mundo real). Isso vale para todas as pessoas, na verdade. O mesmo quando se trata de política ou qualquer outro tema.
Essas discussões não levam a nada, e adotarei outra estratégia para combater as coisas que tenho como missão pessoal. Esses comentários serão guias de temas para novos vídeos, e me ajudarão com a criação de conteúdo, porém utilizarei o tempo que passava discutindo, estudando, lendo, aprendendo, criando conteúdo, compondo, escrevendo, cuidando da minha vida e traçando meus objetivos.
A partir de agora, os comentários citados acima serão ignorados, apagados e/ou denunciados.
Da mesma forma, seus autores serão ignorados ou bloqueados, a depender da situação e da minha paciência.
Não quero mais toxidade nos comentários dos meus vídeos e posts. Tenho muito a fazer, e isso definitivamente não inclui bater boca com abusadores espirituais, donos da verdade e pessoas que sequer tem argumentos ou capacidade de interpretação. Dito isto, diálogos inteligentes, honestos intelectualmente e respeitosos sempre serão bem vindos. Há diversos caminhos para chegar ao sagrado. Há inúmeras trilhas para a iluminação. Todos podemos discordar, até porque opiniões e visões diferentes nos enriquecem, porém opinião é diferente de crime. Discurso de ódio, fake news descaradas, desonestidade intelectual, abuso espiritual através da tentativa de imposição de uma fé ou divindade e ofensas gratuitas NÃO SÃO OPINIÃO! Racismo, LGBTfobia, misoginia, intolerância religiosa, racismo religioso, etnofobia, abuso religioso, machismo, fascismo, etc NÃO SÃO divergência de pensamento.
Essas coisas são, em sua maioria, crimes, e o que ainda não é, deveria ser. Essas coisas destroem e até levam vidas a serem perdidas. Essas são algumas das coisas que entram no paradoxo da tolerância.
Não podemos ser tolerantes com a intolerância, ou ela prevalecerá. Crime não é opinião. Discurso de ódio não é opinião. Discriminação não é opinião. Imposição de crença, fé ou divindade NÃO É OPINIÃO! Abuso não é opinião! Opinião é cor preferida, time de futebol, estilo de música e filme, etc.
Era isso o que eu tinha a dizer. Um abraço a todos, todas e todes! Por um mundo mais justo, com justiça social, equidade, paz, solidariedade, direitos garantidos, respeito, tolerância às diferenças, conhecimento, sabedoria, e intolerância a intolerância e a discursos de ódio!
Por um mundo melhor para todas as pessoas!
- Marcela Lobato

2045 📜 "Passam a vida falando em Deus, em Jesus, se autodeclarando Cristãos e Corretos, mas... Usam trapaça nas Redes Sociais, para obterem destaque. Só faltam dizer que isso está na Bíblia, como tem sido hábito!"

2397 📜 "Cresceu o número de 'Cristãos da Boca pra Fora', 'Cristãos só Teoria', 'Cristãos para Inglês Ver', 'Cristãos Fajutos', 'Cristãos só na Hora do Discurso'. Exagerei? Reclamem com o Bispo, quiçá com o Papa! Também isso é oqmetoca... oqmetoca.top !"

2398 📜 "Imaginem como agem, em Casa ou nos Bastidores da Vida deles os conhecidos 'Cristãos de Araque'. Agora (e também antes), isso é oqmetoca... oqmetoca.top !"

2810 📜 O que significa o Alcorão para os Cristãos? E o que significa a Bíblia para os Muçulmanos? Nunca respondem... Por que será?

2811 📜 Se Deus é um só, não deveria haver discordância entre Cristãos e Outros. E por que há?

2809 📜 Por exemplo e por favor: O 'Livro Sagrado dos Cristãos' representa algo para Muçulmanos. Se sim, ótimo. Se não, Muçulmanos estão 'perdidos'? É isso? Cristãos acham (ou têm que achar) isso? Hein?

"Os cristãos e os hippies são os únicos que realmente querem a paz mundial."

Inserida por WilliamMoreirah

Se o nome de Deus fosse engraçado até os ateus seriam cristãos..

Inserida por CONDIOLOV

A guerra mata cristãos todos os dias por causa do Reino, e ainda existem pessoas brincando de "ser crente". Quem não ta na guerra esta na guerra indiretamente, e a tropa que te aceita com sua imparcialidade não é a tropa de Deus.

Inserida por tiagobelinha