Poeta
Aquilo era proibido,
Os lados se misturarem,
Quem o fizesse seria banido,
Esse era o princípio da lei.
Foi quando desbravei,
A última fileira de arbustos,
Enfronhado na clareira,
Grandes monumentos robustos.
Em um trono de pedra,
Algo mais vibrante que simples artefatos.
Magnólia, Magnólia.
O confronto das culturas,
O emblema da transição,
Esculpido nas alturas,
O monumento à adoração.
De nada mais serviria a simbologia,
Perto da última fêmea em extinção.
Pergaminhos contam que em um período,
Haviam muitas da espécie feminina,
Mas como não as preservaram,
Elas se foram para além das colinas.
Uma peça selvagem que não pode ser domada,
Se quiserdes cultivá-la, ela precisa ser amada.
O enigma é amá-la.
Magnólia revelada.
Magnólia, Magnólia.
Solution Man
Você gostaria de beber ?
Você gostaria de comer ?
Você gostaria de viver ?
Você gostaria de sonhar ?
Eu sou uma Solução,
Homem Solução !
Eu sou uma Solução,
Uma Solução Eu sou.
Você gostaria de arriscar ?
Você gostaria de provar ?
Você gostaria de corar ?
Você gostaria de estar
Comigo?
E comigo ficar ?
Eu sou uma Solução,
Homem Solução !
Eu sou uma Solução,
Uma Solução Eu sou.
I am a Solution,
Solution Man !
I am a Solution,
A Solution I am.
Você gostaria de beber ?
Você gostaria de comer ?
Você gostaria de viver ?
Você gostaria de sonhar ?
Você gostaria de arriscar ?
Você gostaria de provar ?
Você gostaria de corar ?
Você gostaria de estar
Comigo?
E comigo ficar ?
Certa vez conheci uma senhora,
Que morava no interior,
A chamavam de Branca de Neve,
Não tinha nada de muito valor.
Seu apelido era uma piada, sua cor era parda,
Mas Branca de Neve já estava acostumada,
Pois desde jovenzinha tinha sido discriminada.
A sorte azarada estava lançada,
A Branca de Neve caiu num sono profundo,
À facção foi incorporada,
Regada a crack num antro imundo.
A pobre menina carente,
Viveria infeliz para sempre,
Se não fosse por um nobre alfaiate,
Que achara um sapato de cristal.
