Poesias sobre Viver
"Particularmente amo a África. Eu realmente tenho certeza que todas as minhas origens genéticas vieram de lá."
"Siga seus instintos mais primitivos. Siga sua orientação pessoal interior. Fazendo isso terá seu próprio norte, terá sua felicidade."
Quando você errar com alguém, você automaticamente será obrigado a conviver com a culpa pelo resto da vida.
Observe, sempre haverá alguém esperando um abraço, uma atenção, um sorriso. As vezes perdemos o melhor da vida com pequenas birras, buscamos o que esta longe, quando tudo que nos faz bem esta perto.
Não importa onde esteja, o que esteja fazendo. Esteja por inteiro, vivenciando cada segundo, cada momento, com o corpo e a mente alí, apenas alí, aproveitando cada experiência ofertada.
Quando envolto em preocupações vejo-me sufocado e imerso nas águas do cotidiano. Se aprendo viver, vejo-me subindo desde as profundezas para respirar o ar puro de uma eternidade que me busca.
Sempre seremos personagens interagindo em algum cenário universal. Então, conscientize-se da lei de ação e reação, aprenda viver e colha sublimes frutos.
Nosso foco deve estar no que devemos conhecer para viver sempre mais equilibrados e conscientes e não no que pensamos ser ou merecer.
Viver é correr riscos, é dar um passo sem ao menos saber se lá na frente existirá chão pra pisar, é viver descobertas...É encontrar o que não estava à procura e ter que fazer novas escolhas. É se inovar, transformar os retalhos em veste nova, fazer da dor lindas poesias e dos finais tristes...grandes começos!
Uma vida em harmonia é essencial, viver o suficiente; e esta, de tão agradável e abundante, não precisa ser longa.
O tempo tem se mostrado tão ligeiro… Apressado demais para os meus desejos nostálgicos e desarranjados. Eu sinto… Sinto até o coração chamejar. E então grito “Chega!”. E dou um basta a essa melancolia. Aperto o meu passo, porque necessito saborear todo lampejo de vida com que fui presenteada.
Lanço-me ao vasto horizonte de todas as memórias vindouras – misteriosamente diferentes. E disparo-me, empolgada, nesse mar de possibilidades que é o viver.
Não sei se eu saberia caçar as palavras da minha vida sem uma lista, mas também não saberia ignorar as expressões e vivências aleatórias que me aparecessem pelo caminho. Pois, quero a liberdade de navegar, criar, descobrir, encontrar, agregar… Mas não, não quero agregar tudo… Quero a liberdade de deixar passar, também. Gosto de listas, mas gosto de ir além delas. E quero assim… Quero navegar por entre os portos, mergulhar em águas profundas, agregar – mas não tudo, porque nem tudo me serve ou, pelo menos, pode não servir para sempre – e, então, desagregar.
Dizem que aprendemos observando, outrossim errando. Observar e errar. Viver e aprender. Vivendo para aprender e aprendendo para viver...
É cansativo viver para impressionar para outra pessoa. Temos medo de decepcioná-la, então fingimos que somos fortes e competentes.
Viver é nada mais nada menos do que levantar a cada tropeço e seguir em frente da melhor maneira que podemos.
Todos somos como um lugar. Dentro de nós podem haver desertos infinitos ou então podem haver encantáveis jardins, que ganham vida através de nossas palavras e atitudes. Transformamos nossa alma naquilo que mantemos no pensamento e deixamos deslizar pelos sentidos. A forma como somos por dentro reflete no modo como olhamos para o mundo fora de nós. Podemos ser o fatal beco sem saída ou um incrível paraíso.
Escrever é treino. É teste, é expor, propor. Escrever é tentar, é informar, aproximar, comunicar...
Viver a plenitude do presente só é possível quando se entende que o futuro é incerto e que o olhar para o passado só serve como referência e não como uma penitência.
Estou sempre disposto a me sentir desconfortável, mas é um pequeno preço a pagar para viver o conhecimento
