Poesias sobre Pássaros

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⁠Ao amanhecer olhe o horizonte veja a maravilha que está a clarear, observe ⁠os pássaros cantando e veja o quão bom é cada criação de Deus.

Quero ser uma FRONDOSA ÁRVORE da Amazônia. Acolher nos meus GALHOS, Pássaros e Bichos selvagens...Sorrir quando a Chuva Bater Forte... Dar FRUTOS para alimentar os Homens. Sustentá-los quando subirem em Mim. E finalmente feliz VIVER 200 ANOS...!!!

Testamos remédios e venenos, deixando animais debilitados; mantemos pássaros indefesos em gaiolas; submetemos animais a trabalhos forçados em carroças e charretes utilizadas no turismo. Montamos em cavalos e os açoitamos para que nos transportem e, o que é ainda mais absurdo, acreditamos que merecemos ir para o céu!

Não aprecie o canto de um pássaro engaiolado, porque ele representa o choro de uma vida aprisionada

O canto dos pássaros é a sinfonia para todos que apreciam um som afinado em todos os seus acordes. Melodias criadas através da liberdade na natureza para harmonizar seu interior e elevar-te ao grande Maestro dessa orquestra.

Somos como um pássaro engaiolado em nosso próprio corpo, onde cantamos pela liberdade de nosso espírito e quando isso acontecer, estaremos emitindo cânticos de louvor a Deus por mais uma jornada cumprida

Um pássaro engaiolado quando emite um canto lindo aos nossos ouvidos pode ser para ele, um pedido para sua própria liberdade

Mas o mundo não fala difícil. Ele se oferece em silêncio: no canto tímido de um pássaro, na claridade que atravessa a janela, no riso solto de uma criança que nada deve à razão. A vida é simples — somos nós que a cobrimos de véus, como quem teme enxergar o que é demasiado claro.

​Encontra-se o sossego onde o vento sopra, os pássaros cantam e o verde da natureza silencia o mundo.

​Intercalar o silêncio profundo da natureza com o coro vibrante dos pássaros; sentir a brisa fustigar a pele enquanto as ondas se desmancham na areia; deslumbrar-se com o drapejar das aves e, em prece, reverenciar o mistério inefável da vida e as leis eternas que regem este equilíbrio em absoluta harmonia.

No lugar onde eu moro, tenho quase de tudo, inclusive, ninho de passarinhos na porta de casa. Uma bênção de Deus.

Pássaro bonito é pássaro livre ! Eu realmente não entendo como alguém pode achar bonito aprisionar uma criatura que não fez nada para merecer perder sua liberdade

⁠Nas linhas incertas da vida eu voo como pássaro durante o verão, procurando lugar seguro para saciar minha sede. Se encontrar abrigo, ali me alojarei. Construirei meu castelo com galhos e folhas retiradas do chão, onde das árvores caem, no outono. No inverno fugirei do frio e na primavera voarei livre outra vez.

Passarinho, me perdoe se, em algum momento, eu não consegui te oferecer tudo o que sonhei para nós. Nada disso foi por falta de amor ou de vontade. Me perdoe por não ter conseguido manter nossa família unida. Nada disso foi de propósito, nem o que planejei. Nunca quis te dar menos do que merecia. Flor, que o mundo não transforme em ausência e frieza definitiva o amor que um dia brotou de verdade entre a gente. Rezo todo dia para que a vida não apague de vez o carinho e o afeto que cultivamos e que floresceram tão bonito entre nós, e que o tempo respeite com delicadeza o que compartilhamos.

⁠As vezes me sinto como um pássaro, dotado da habilidade de voar livremente, mas que foi engaiolado só para que trouxesse prazer aos ouvidos de outros enquanto canta a mesma sonata triste em todas as manhãs.

Quando a tarde organiza seus últimos argumentos a raiar no céu pássaros fragmentos, a opinião pública se mostra pragmática e cobra as horas do tempo arrastado no ardor do esquecimento de qualquer contratempo questionável. A tarde responde lânguida que são inefáveis os minutos da existência e é caro o azul celeste a se espraiar pelo ambiente. E mais tardam suas verdades existentes. Em aveludadas cores laranjadas o pôr do sol se despe do amarelo e reflete em águas a perder de íris. A alvíssima açucena se demora perene em lírios brancos convertidos na janela de paz que levo comigo. Nos meus olhos auríferos descortino a retina de um mar bravio e apascento as águas com o meu brilho a ensurdecer calafrios na lua imponente que esplendorosa doa seu brio. E desce uma noite fria sobre as de ramagens incertas e convalecem as insesatas flores do inverno. Navios partem e voltam, levam e trazem, e se julgam donos dos mares e das vidas exauridas de despedidas. E contumaz me desvio de desatinos desvios dos portos do meu destino. E há viventes que coadunam comigo, se lhes falo e me dão ouvidos, em suas escamas douradas que muito sabem das estradas. Deletério seria fingir que não vê e perder lagos elísios no enlevo sossego de quem já não se importa, pois que é inútil bater na porta de quem parte sem volta. No fulgor de um fausto tempo outras alegrias se diziam e voltavam comigo a rir e sorver o dia como quem escreve uma poesia no imarcescível interstício de uma flauta suave a acalentar os versos no impoluto momento de se desfazer e deixar a semente crescer. Novas frondes arbóreas cruzarão o horizonte e suaves sombras da tarde se farão eternidade.

Na penumbra que antecede a alvorada, os pássaros rompem o silêncio da noite com sua melodia, anunciando a primeira luz do dia

Meus pensamentos tomam a forma de pássaros voando sem cessar,descobrindo algo novo,diferente,talvez mil maneiras para se amar!!!

Antes do sol nascer, quando ainda está escuro, os pássaros começam a cantar e rompem o silêncio da noite; o céu começa a clarear

Nuvens sem águas, pássaro sem ninho, noite sem lua, dia sem sol, estrela sem céu; é assim que me sinto, sem Cristo.