Poesias sobre Pássaros
Avante!
pra iluminar o horizonte,
cruzar a ponte,
E colorir o dia.
Seja pássaro (semeador),
seja amor,
seja amante,
Da alegria.
Reflexão diária 08/09/2016
Preso como um pássaro vivi grande parte de minha vida custeando valores que em nada me fizeram crescer. Ao contrário perdia cada dia mais e mais assim como canta por se sentir só, e preso em uma gaiola, eu entristecia preso à vida que levava. Se ainda carrega em seu interior gaiolas com pássaros presos abra todas as portas das gaiolas, só assim alcançará o verdadeiro sentido de liberdade da vida.
A natureza me fascina! Me contagia ao amanhecer o perfume das flores, o gorjear dos pássaros, o barulho do vento, o cheiro de terra molhada. Escorre nos meu olhos a correnteza d'água doce do rio ou mesmo o contraste d´água salgada do mar espumante.
Sou telúrico confesso! Da terra, vejo e sinto seu encanto, seu esplendor aumentando minha vontade de viver e de amar!
MINH’ALMA BEIJA-FLORES
Minh'alma canta, encanta
E quando voa, assemelha-se
A um pássaro colibri!
Toda vez que paira no ar
Redobra seu canto, seu poetizar!
Minh'alma quando pássaro
Não escolhe lugar apropriado!
Pousa sem medo e descobri
Que seu apoio de sustentação
É a liberdade do seu versejar!
Minh'alma beija-flores
Na sua variável multiplicação
Suga extraindo de cada pólen
O alimento necessário e vital...
Para cativar seus amores!
O PÁSSARO E A FELICIDADE
Quando muitas vezes
Olhando a foto na parede
Percebo que a felicidade
É como pássaro desgarrado
Que pousa em nosso ombro
Feliz a cantar!
Aí, nós o alimentamos
Damos-lhe o de beber
Fazemos-lhe todas honrarias
E depois...
Depois, ele torna a voar!
O poeta e a natureza
Os poetas são como os pássaros
Enquanto recitam os seus versos
E os pássaros cantam entusiasmados
Os dois contemplam as flores e riachos
Recebem de frente os ventos
Buscam ouvir os seus sons atentos
Os poetas são como os pássaros
Enquanto recitam os seus versos
O poeta se inspira também nos inventos
Percebe o som natural há tempos
As folhas caem a todos os momentos
Como a melodia da música dos eventos
Os poetas são como os pássaros
Virtude dos fortes
Ouço os cantos dos pássaros
O sino da igreja começa a tocar
Vejo um novo amanhecer
E nada mudou em meu viver
Ouço o eco de uma voz
Dentro de mim pedindo vingança
Depois de uma caminhada que muito me dói
Onde carreguei humilhação e vergonha
Não matei dezenas de leões
E abri mão de coisas importantes na vida
Para hoje ser um algoz
Não foi isso que escolhi para mim
Não posso permitir que venha me destruir!
Já me mato diversas vezes enquanto ajo como hipócrita
Perdoando quem não se arrepende
E por mais que eu me importe não se importa.
Mas, num leve despertar! Ouço outra voz.
Ela bate no meu peito
E diz para eu não levantar
A espada de nenhum jeito
Pois só quem conhece a beleza do amor
E a profundidade do perdão é o Perfeito
Perdão é virtude dos fortes
E assim eu vou perdoando
Caminhando rumo ao amor
Um amor de cumplicidade
Muitas vezes prometida
E quase sempre não cumprida.
Quem dera eu
(....)
Quem dera eu
Se pudesse voar...
Como voam os pássaros no ar
Cantar,
Como canta o sabiá.
Quem dera eu
Se pudesse sentir,
O gosto da liberdade
Voar...
Como voam os pássaros no ar
E cantar,
Como canta o sabiá.
autor
Sergio Macedo
Ai está, a solidão de um lado que fica sem encantos!
De um pássaro de manhã pela sensatez.
O que acontece no mundo de dentro. Nada!
Sem evazar algo de si.
Sou mais inteligente,
que o pássaro das asas do anjo,
em sua vida que cobre teu olhar,
ao meu corpo à desejar!
Os pássaros que eu encontro
Não sabem para onde está indo perdidos no escuro da vida.
Quando fecham os olhos, eles não conseguem, mas voar não sabendo oque fazer.
Coloco em baixo das minhas asas alimentam-se um instante e partem.
E olho então, essas asas vazias na maior alegria sabendo que de alguma maneira consegui ajudar. Mesmo vazia um pouco da alegria encontrada em baixo das asas era alimento deles que já estavam em mim e assim volto a começar tudo de novo como sempre foi.
Dia lindo sol sorrindo
Chove lá fora
Distante de Minh'alma.
Chuva ventania e pássaros chilreando
É benção ao longo
E ao final do dia.
Pássaros indo e vindo
Na chuva se molhando
Chilreando, eu assoviando.
Aparei gotas d’água
Em minhas mãos em vão.
O coração a chuva não absorveu não.
Sereno está meu ser que habita o senhor
Deus o amor da fé e da luz
Que faz o dia ser lindo
E o sol sorrindo
Mesmo quando as nuvens choram.
Amor Aventureiro.
O amor quando é de verdade;
Se iguala a um passarinho;
Cuidado e alimentado;
Faz ali seu lindo ninho.
Dali jamais vai sair;
Se ali se sentir amado;
Irá onde você ir;
Pelo querer de estar ao seu lado.
Se forçado e se sentido preso;
Nunca estará seguro;
Saberás que esta sendo obrigado;
A viver com alguém imaturo.
Se um dia se sentir cansado;
E querer sair em liberdade;
Deixe ir...;
Porque sempre voltará o amor;
Se o mesmo for de verdade.
A brisa da manhã, os raios solares que atingem a terra.
O cantar dos pássaros fazendo uma melodia indiscriotivel.
O bom dia de quem passa, com um sorriso afirmando que será um bom o dia.
A chegada ao trabalho, a escola, os afazeres da casa.
Tudo contribui para que nossa oração de louvor ao Deus criador seja de agradecimento e de alegria por mais um dia.
Obrigado senhor por mais um hoje.
Amanheceu!
É primavera!
Pássaros fazem festa na minha janela
O céu vestiu-se de lindo azul
Para receber o sol
Todo amarelinho que nem um girassol
Montanhas todas verdinhas
Coloriu-se de esperança
Como sinal de bonança
Crisântemos, columbines e tulipas
De todo se amarelou
E o amor-perfeito feliz
Todo amarelinho ficou
A brisa fresca e suave
Nos meus ouvidos sussurra
Trago comigo o perfume
Das rosas, cravos, de todo o jardim
E o tapete de pétalas
Para que nunca se esqueça de mim
Oh linda estação!
Você traz tudo que eu amo
Primavera de flôr em flôr
E um convite ao amor!
PASSARINHO
Passarinho fez fi,fi
Na hora que o sol se abriu
No tempo que ele te viu
levantar-se da cama.
Não te engana
Este passarinho sou eu
Que nunca deixou teu quintal
E nem do teu beijo esqueceu.
Guardanapo 2:
Passa a hora dos
ponteiros de um pássaro
e degusto a noite crua
no céu de minha boca ocre.
O orvalho e eu
A tarde cai lents sobre os meus caminhos
e o meu crepúsculo denuncia.
Os pássaros se recolhem aos ninhos
com medo da noite que se anuncia.
As petálas das rosas
preparam-se para a festa do sereno
a espera do orvalho em gotas preciosas!
E eu, em mim, recolho esse fugás momento
E desfruto desse doce encantamento.
E o orvalho ao cair, de leve sobre as flores
entre os canteiros do meu jardim assisto
o brilho inconfundível de um amor antigo
a pairar,timidamente,sobre as minhas dores!
Sonhar e mais que simples sonhar é poder ver reações que passaríamos se tivéssemos acordados...
O sonho não é em vão, o sonho e um obstáculo que passamos quando simplesmente fechamos os olhos e tudo acontece como se fosse real...
