Poesias sobre os Cinco Sentidos
As minhas palavras poéticas hão de fazerem sentidos, nas quais lhe dê o sorriso espontâneo em teu rosto;
É a luz de Deus que ilumina a luz dos nossos sentidos. A luz dos sentidos nos atrai para a terra, a luz de Deus carrega-nos para o céu.
É líbido em todos os sentidos meio que pervertidos é o proibido que nos é permitido em Amor e liberdade
O amor e o ópio da alma. inflamando os sentidos e matando a razão humana em total desfavor ao próprio ser.
A obra de arte de um maduro artista e o dialogo com os diversos sentidos do espectador é inerente, constitutivo e essencial a alma da própria criação. O artista sensível fala muito mais pela construção de indefinidas perguntas e reflexões atemporais e não dimensionais do que por respostas tolas que ele mesmo não reconhece ou tão pouco acredita.
Enfim, pegando a PA. melhor começar por aqui do que por LA. apesar dos mil sentidos e subjetivos, ela é escrava. Sim, a palavra é escrava do coração atormentado, solitário, ferido e sem perdão. Algumas bocas deveriam omitirem certas palavras, quando viessem como gilete, ferirem o ar e o lugar onde são proferidas. Todos temos feridas, mas algumas delas em algumas pessoas, permanecem abertas por medo, covardia ou nostalgia ao longo da vida como se fosse uma casquinha que não fecha da única verdadeira patente não ilusória do justificado sofrimento. Vidas amargas.
A descoberta, de talvez um universo que nos habita, faz com que sentidos se aflorem ou por vezes se aquietem. Entendemos então o quão ensurdecedor pode ser o silêncio, quantos sons nossos corações podem emitir num mesmo segundo, num mesmo instante, e principalmente o que gritamos tão alto, mas que diante de uma vida inquieta e barulhenta, somos impedidos de ouvir.
Todas palavras cabem em um olhar. Afinal sentimos o mundo com os sentidos e sentimentos, não com o que fantasiamos individualmente, lembramos ou idealizamos. Sentimos o mundo de forma imediata no momento presente, o resto é apenas expectativa emocional individual. Por isso os gatos sabem amar e muitos humanos, apesar de ser da mesma raça, nunca irão entender.
Vivemos na tridimensão, dentro de uma linha unidimensional, percebida assim por nossos sentidos, que chamamos de tempo.
Quando a verdadeira consciência assalta nossos sentidos vemos muito a frente, percebemos tudo com clareza e destruimos as muletas criadas por sistemas que objetivam engessar o indivíduo e CONTROLÁ-LO
Sem adentrar na total escuridão eu jamais descobriria o verdadeiro valor dos outros sentidos e nem mesmo o meu.
Se a maturidade é ganhar sabedoria mais ao mesmo tempo é a perda dos sentidos, do tempo, do cheiro depois da chuva e da sensação de esperança de um céu de maio!!!! Me deixe ser imaturo, deixem-me que minha inocência, mesmo que desgastada se apoie no carinho do novo!!!!
Esta relatividade veio à mente por meio de um raciocínio que envolvia a integração dos sentidos com a mente e o que se sente. No caso específico, esta idéia ficou lá a espezinhar o sujeito que foi pensando que em relação à visão a mente mente, mas que na verdade deve ser o contrário e a mente aponta a verdade ao representar não aquilo que se vê, mas aquilo que se sente.
O amor é dito por atitudes e percebido pelos sentidos. Não é justo deixar os ouvidos de fora de um eu te amo verdadeiro e aveludado passar pelo pelo externo até o interno e retumbar pelo corpo até arrepiar...
Toda essa minha liberdade de expressão, sentidos e fazeres, sinto muito enraizada nas limitações de conhecimento, matéria prima e inclusive este corpo que tenho por empréstimo. Por isso vejo como única opção para sair destas prisões a ficção, o imaginário mundo intangível, aguçado apenas ao contemplar as belezas, as artes e tudo que é mais do que aquilo que meus olhos e entendimento possam ver.
UTILIZE OS SEUS SENTIDOS plenamente. Apenas observe, permita que um sorriso interno aconteça, não interprete, apenas sinta! Sinta seu corpo, as luzes que se formam a partir de você, perceba as formas, as cores, as texturas. Esteja consciente da sua presença silenciosa. Esteja consciente do espaço que permite que cada coisa exista. Ouça os sons, não os julgue. Ouça o silêncio por de trás dos sons.
“ O Ser humano pode perder a visão, a audição, a fala e todos os sentidos, mas não pode perder a fé, a fé nos move e dá o sentido a vida, perdeu-se a fé perdeu-se o sentido da vida...”
Na leitura de sentimentos o coração batia descompassado e o corpo numa ardência de sentidos despiu-se para sinfonia do silêncio que permitia em conserto divino a dança do corpo com a alma.
“Todos os nossos sentidos são reações químicas, o único sentido que foge está regra natural é o amor. O amor é a nossa liberdade da predestinação biológica. Só somos livres quando amamos.”
E no fundo nossos sentidos podem nos enganar, mas nosso coração sempre vai perceber quem realmente se importa conosco. E a gente entende que desapegar do que faz doer é essencial.
