Poesias sobre o Frio
Um dia, em um quase momento da minha não existência, um desejo a mim será proferido diante da minha única certeza: Morrer no frio e congelar o tempo para que nenhum abutre pudesse contemplar o meu corpo.
O sentimento antecedente ao ter que dizer NÃO para alguém determina o quão empático você é, se você conseguir dizê-lo naturalmente e isso não o incomodar talvez se tenha tornado um psicopata sem perceber
De mágoa em mágoa, cavastes um profundo poço e dele, não pretendes sair, pois estás acostumado com a lama, o frio e a má postura de alguém sozinho, trancafiado em seu mundo de dor, sim, mas conhecido.
As flores se foram com os ventos frios do inverno, mas a primavera não, esta permanece oculta na memória inviolável do tempo até a próxima estação.
Tá me achando frio? Você já parou pra pensar o porque de eu está assim com você? Repare nas suas ações comigo, “Minha ira é o preço de suas mentiras, quer coisa quente? Faz uma fogueira e se joga nela.
Você é como flor; que no verão florece lindamente. E no inverno; seca e desaparece, como o adeus que me disseste.
Ultimamente o café tem sido minha melhor companhia, pois é ele que me esquenta em meio á tanta gente fria.
Amor? Amor é como um dia de agosto em que o vento quase frio assoviou nos galhos de uma cerejeira em flor.
Friaca é sentida na pele e na alma. Temperatura matinal, prefiro a dor do frio do que um calor artificial.
Que o dia nos aqueça o suficiente para que quando a noite vier estejamos prontos para sentir suas frias verdades.
Talvez hoje eu esteja errado em ser crítico demais, em ser frio demais, em ser estranho demais, mas talvez esteja certo entre os poucos que amou até demais.
Hoje, me sinto como o aço; forjado no fogo pra ser frio; por mais que o aqueça a ponto de fusão, em pouco tempo ele voltará a ser frio, porque, hoje, é sua condição natural.
To com uma saudade do frio... De chocolate quente, de dormir uma noite inteira. De me sentir limpa, confortável. De tomar um banho quente, de me cobrir, de dormir abraçadinha...to com saudade do cheiro da chuva, das plantas molhadas, do ar fresco poluído de São Paulo. Quero usar botas!!! (Rsrsrs). Inverno, cadê vc, meu filho????
Desconheceu então se era quente, ou frio... Porque, às vezes, queimava, como ferro que suturava a carne... E em outras congelava, como um lago traiçoeiro de uma fina e transparente camada de gelo que aguarda pacientemente por sua presa... E era dolorido desejar reter nas mãos... Mesmo que em momentos se acalmasse e adormecesse, quando era possível sentir sua textura aveludada e sua leveza flutuante, e a luz que penetrava por seus olhos e inundava-lhe o coração... Quando sabia então que tudo valia a pena, e suas cicatrizes soavam-lhes como troféus, condecorações de um conflito pela paz.
Ela sentiu frio.. daqueles que arrepia ate a alma.... mas não era um frio comum, ele vinha de dentro, ele queria escapar, mas algo não deixava. Ele achou uma brecha e todas as noites ele saia pouco a pouco pelos olhos dela... Saia pra dizer que ainda existia mais frio, que aquilo iria se repetir por longos tempos... que era para lembra-la que não era possível ser forte o tempo todo.... E pelo contato acabar sendo rotineiro, a menina e o frio se tornaram parceiros...
O inverno chegou e só agora eu percebi: as minhas ilusões não são suficientes para aquecer a minha cama...
Olha lá o Amor passando e eu parado com o coração frio e despercebido, pensei em tomar esse caminho, mas tudo foi tão rápido que perdi aquele transporte que levou meu Amor.
"Garçom, mais uma meia dúzia de tequilas e uma caipirinha, por favor, porque esse frio exalta solidão."
