Poesias sobre o Corpo
“Todo amante é insaciável, pois mesmo quando utiliza o toque é barrado pelas paredes do corpo, nunca atingindo assim seu real objetivo; a alma do ser amado.”
Uma mente em atividade constante, um corpo que se exercita, com toda certeza, terá maior chance de ter uma velhice saudável e mais alegre.
Eu senti - me muitas vezes culpado de actos, em que usei mal o meu corpo...Mas ainda invoquei a Deus!
É estranho ter que aceitar isto. Na verdade temos dentro de nós um Demônio e o corpo é o grande modelador e transformador dele, se vence-lo em suas investidas constantes.
Eu e meu Irmão demos as mãos e somos Um. Meus olhos, meu ouvidos passam informações segura para ele e ele mesmo sendo cego e mudo, tem nos guiado a contento.
Estamos aqui de passagem, para uma jornada épica, então, nunca esqueça que o Corpo nunca teve uma Alma, mas sim, Alma que tem um Corpo, então divirta-se e boa jornada.
O pecado desfigura o corpo e a alma, nos afastando do Amor. Enquanto a misericórdia nos reaproxima do Amor e nos transfigura na graça.
Um corpo pesado até consegue carregar um coração leve, mas não há corpo leve que consiga carregar um coração pesado.
Muitos que se preocupam tanto com o que entra pela boca menosprezam o que sai e o que entra pelos olhos e não adormece, atormenta. Completam esse triste quadro vendo sem enxergar, ouvindo sem escutar e pegando sem sentir. Tudo é alimento, seja para o corpo, seja para a alma e ambos adoecem.
Cada ser humano busca mostrar uma casca forte ao redor de si, Uma espécie de armadura quase que impenetrável, quando o assunto é a vida particular. Tentamos omitir as nossas fragilidades e acentuar nossas qualidades na esperança que os nossos defeitos não sejam notados e assim não interfira no nosso dia-a-dia. Na verdade somos tão fracos que o simples sopro da notícia do fim de um relacionamento faz desmoronar toda nossa estrutura interior.
Iluminado é todo aquele que sabe que não é dono do seu corpo nem de seu espírito, não passando de uma lembrança, que é a sua alma. Mais ainda quando sabe e vive como se não fosse dono de nada mais que as suas escolhas.
Em uma sociedade em que muitos, ou até mesmo a maioria, estão vivendo pela evolução ou o prazer de seus corpos, menos preocupados em exercitar e evoluir as suas mentes e a sua criticidade, qualquer governo sem instrução, discernimento ou senso de justiça será capaz de governa-los.
Dado o momento atual da sociedade a qual faço parte, utópicamente desejo um dia no qual o trabalho seja realizado por básicas necessidades de se ser saudável de corpo e mente, sendo este entendido e exercido socialmente como uma atividade vital à estas necessidades, não de poder.
Esse corpo que por mais cuidado que receba, têm sim um tempo limite de utilização. Tempo este definido por uma complexidade tão grande quanto entender a palavra 'complexo'. É mesmo um vaso que utilizamos por empréstimo, e até que vaso não possa mais ser. Que nele cultivemos só o melhor, desgastando-o só com o que faz bem!
A estabilidade financeira proporciona o conforto material que a mente deseja e o corpo agradece, mas acima desta a estabilidade que desejo nunca se abale é a emocional.
Não é que eu não queira, também que não posso, mas é o meu corpo, não eu, e dele depende o meu agora existir. Assim, o meu maior pecado é ser humano, é saber como obter a vida eterna e ainda assim, ser incapaz de justificar os motivos pelo qual repito e me repito naquilo que sei está em oposição ao que é certo, só porque sou apenas um ser humano.
Saberás que estás completo quando tudo o que precisas for o que pode ser carregado junto ao teu corpo, sem esforços e de uma só vez.
Que seja a saúde de corpo uma constante em nossas vidas, e que tendo sejamos gratos e nos felicitemos com isto, alegrando os nossos corações e nos enchendo de Boa Luz.
Sendo corpo, alma e espírito, percebo que não tenho nada. Nada me pertence senão o poder da escolha enquanto estes, juntos, se fazem eu. Se a alma é as lembranças de eu, farei dela um jarro de muito bom gosto, para quando lembrares dele sinta-se bem.
Sempre achei-me estar preso ao meu corpo, como se ele fosse o meu limitador final. Ainda encontro-me assim, mas tento me felicitar nas conjecturas que a mente me proporciona, e talvez só porque eu tenho esse corpo.
