Poesias sobre Mãos
"Quando você deixa de ser si mesmo para ser o reflexo do outro, o controle muda de mãos — para as suas."
Se tua atitude foi bem intencionada mas não aceita, faça como Pilatos lave tuas mãos no Mar Vermelho e deixe que Deus as enxugue.
Aí tu sentes que teus pés flutuam no chão e o céu desce e pousa nas tuas mãos clamando nesse momento em que vivemos muita fé na oração...
Estenda as mãos para o céu e finque os pés no chão... respire fundo...deixe a alma escapulir e direcionar o caminho...
A minha arte não está em minhas mãos, está escondida na minha mente e no mármore bruto da natureza que precisa tirar os excessos.
Quando afagas as minhas mãos me enches de certeza de que vale apena ser feliz, mesmo sabendo que não somos seres imortais.
Seguro as mãos da mulher que amo, sem pressa me deixo guiar pelo caminho mais puro e mais agradável que me leva ao seu mais nobre e respeitável coração.
Recriamos a nossa vida por cima do nada, sem nos apercebermos do tempo que escapa das nossas mãos, um dia como qualquer outro damos conta de que dedicamos uma vida sem objectivos concretos por alguém.
As mãos que se estendem para nos acolherem são mais valiosas do que qualquer palavra que expresse elogios sem verdade e sem lealdade.
As linhas de força de um Governo, cujo País se encontra de mãos dadas com a crise sanitária global, passa essencialmente por criar medidas eficazes para estabilização empresarial, como forma de garantir a continuidade da subsistência económica das famílias.
Rasguei as minhas vestes tal como pilatos, mas, não me permiti lavar as mãos para renegar o amor infinito que desafia o meu coração, tão nobre e suave paixão, deixei-me julgar e crucificar-me pelo teu sentimento para me tornar no símbolo indelével do teu amor.
Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente.
A ninguém imponhas precipitadamente as mãos, nem participes dos pecados alheios; conserva-te a ti mesmo puro. 1 Timóteo 5:22
Ensina minhas mãos a arte da guerra, para que eu consiga quebrar um arco de cobre com meus próprios braços. Sl 18.34
Ferramentas nas mãos de qualquer um são apenas objetos; nas mãos de quem sabe usá-las, tornam-se arte.
Um bom filho é obediente e respeitoso, como flecha nas mãos do guerreiro. Mas, ao se tornar rebelde e permitir que o mundo o conduza, não alcança o alvo e se expõe às consequências. Isso não é sobre filhos.
Deixemos as armas nas trincheiras, vamos tomar sol e também chuva. Saíamos de mãos limpas e coração aberto, as trincheiras nos enterram... Quem vencerá se todos abrirmos mão da vitoria?
Os direitos e deveres devem andar de mãos cruzadas, pois não é justo, lutarmos pela igualdade de um e nos esquecermos do outro!
Gosto de me imaginar uma pepita de ouro mas mãos do criador...lapidando, lapidando...virando jóia rara.
