Poesias sobre Mãos
O vento beija minhas mãos
Já calejadas pelo tempo!
Sorrio. E,num misto de magia,
Saltitando de alegria
Eu sigo… vou com o vento.
Maria do Socorro Domingos
A crise do lamento
Apoio os dedos finos
Das mãos enrugadas no teclado
Nenhum, encanto vejo acontecer
Nada surge em palavras
Lá vão dias e noites, adentro
Pescoço cansado
Ombros caídos
E dedilhando com os dedos finos no teclado
Não inspira, nenhum lamento
Será que também há crise
No sentimento?
Que lamento!
Queria
Queria tanto ter-te nos dias de verão
Andar de mãos dadas,,,
E no cair da chuva dançar contigo
Fazer amor na varanda de casa antes de entrar
Ah como eu queria ter-te nas noites de verão
Transpirar com um beijo
E no lençol deslizar gotas de amor
Amamhecer e querer-te muito mais nos dias de verão.
Marlene Ramos Martins
14/02/2019
Decidi em minha vida andar de mãos dada com a verdade! No meu encalço anda a inveja e malquerença, querendo sempre me derrubar...
nenepolicia
Eu não consigo entender, como pode um povo remar contra si próprio, abrindo mãos de seus direitos e dos direitos de seus familiares, por simples fanatismo abstrato...para então alimentar pessoas que pouco se importam com seus sentimentos, com suas necessidades; pessoas que pensam somente na lucratividade de desgraças alheias!!! Pobre gente sem dignidade e sem compaixão de si mesmo, ego tolo que alimenta famigerados algozes e famintos lacaios...
nenepolicia
''A Vida escorre'' pelas mãos! ...
... Não deixe para depois, mais tarde, no futuro ...
É aqui e agora!
Pelas mãos do poeta,
as palavras
saltitam felizes,
com suas rimas, emoções
e inspirações divinas.
A POESIA É A SUA PAIXÃO!
Diante de tanto labor,
levante as mãos e grite:
"EU SOU VENCEDOR!"
Diante da vitória,
agradeça a Deus
e siga a sua merecida história.
Vá e acredite
na força que
mora dentro de ti!
Faça com que a escuridão
dê as mãos à luz
e transforme sua vida
num linda paisagem,
nunca antes vista!
Mãos entrelaçadas,
abraço apertado...
um encontro
num dia inesperado!
Toda magia envolvida,
um calor que invade...
desejo, paixão e coragem.
A noite vem vindo
vejo você sorrindo...
de mãos dadas
com o destino,
vá seguindo e sempre
acreditando no Divino!
Fontana do Trevi
Caem as moedas como migalhas de brilho,
partem das mãos com o desejo de se tornarem sonhos,
e o fundo as acolhe como silêncios,
esperando que o tempo lhes devolva voz.
A fonte, imensa em sua mudez,
de costas, recebe pedidos que não ousam gritar.
Em Trevi, o desejo pactua entre águas,
como se um murmúrio pudesse concretizar o devaneio.
Cada moeda que afunda carrega um preço,
um desejo que custa a esperança.
É um pacto entre a moeda e o homem: ele joga, e a fonte o dissolve em segredo,
restituindo-lhe um pouco de vazio,
como se o vazio fosse tudo que temos.
O que desejamos, na verdade, não é sermos atendidos — mas sim que o mistério siga impenetrável,
e, no reflexo da fonte, o que buscamos ver
é apenas o eco de nós mesmos,
profundo e mudo.
O Cético
Cético que era,
carregava nas mãos a secura da descrença,
como quem segura um punhado de areia
que o vento teima em dispersar.
Cético que era, criou um deus afônico
para preencher seus silêncios
e atribuiu a ele todo o ruído.
Cético que era, sabia que o que floresce na certeza é sempre pedra,
e pedras, imóveis, não geram nada.
Cético que era, afirmava que a certeza era um campo estéril,
onde os dias passavam sem jamais brotar.
Cético que era, dizia que as dúvidas tinham raízes,
capazes de atravessar a pele das palavras
e germinar árvores frutíferas.
Cético que era, escreveu uma bíblia para ter no que acreditar,
mas a descrença, astuta,
plantou em seus bolsos sementes de inquietação.
Cético que era, reconheceu que caminhava entre sombras,
mas carregava possibilidades de luz.
Cético que era, sabia que só o incerto conhece caminhos.
Cético que era, encontrou na dúvida
o verdadeiro sopro da criação:
um gesto pequeno,
capaz de iluminar e reflorestar o mundo.
Cético que era, entendeu que o milagre mora no instante
em que o incerto se torna possibilidade
e o simples, eterno.
Cético que era, nunca guardou gentilezas ou atos de bondade para o porvir;
gastou tudo o que tinha de bom aqui.
Vou seguir a minha estrada.
De mãos dadas com esperança.
Vou à procura de paz.
Aquela que perdi, ao conhecer-te.
Ofício
O artesão observa em reflexão
O projeto em suas mãos
A projeção do que pode ser
A obra que modela
Como uma criança que forja
Seus sonhos em caravelas
Guiadas no mar da esperança.
Não há desespero que tome
O coração do artesão
Quando em seus devaneios
Se inebria no baile das ilusões
Como aquela mesma criança
Que nunca sonhou em vão.
Ainda antes que houvesse dia, eu SOU; e ninguém há que possa fazer escapar das MINHAS mãos; agindo EU, quem o impedirá?
É DEUS quem diz! Acredite piamente nisso:
DEUS honrará você. Em nome de JESUS tenha certeza em sua alma ,sua vida ,seu caminhar prosperar. DEUS É DEUS!
E sobre você existe promessas,e elas serão cumpridas. Neste dia, leia essa palavra,tome posse, e jamais duvide que grandes coisas estão por vir.
Bom dia!
Poema : O ancião
As marcas no rosto, as dores no corpo, as mãos calejadas, são símbolos de quem já caminhou uma longa jornada.
Foram muitos momentos vividos, legados construídos, que jamais deverão ser esquecidos.
A estrada da vida até aqui percorrida, são regadas por lagrimas, trabalhos, dores, dissabores
é um caminho onde encontra-se espinhos mas também muitas flores.
Sorrindo, chorando, alegrando,
Entristecendo, ganhando, perdendo.
errando, acertando, correndo, parando
amando, decepcionando, sofrendo.
Idade do apogeu pois tudo que um idoso até aqui viveu, é escola pra ensinar outros que percorrerão caminhos que já percorreu.
Depois dos sessenta, O cansaço é real, as limitações se apresenta,
Mas o majestoso, é olhar para o idoso, e perceber que a riqueza e gloria de uma nação está sobre o ombro de um ancião.
Merecem nosso respeito, proteção, admiração, tudo que lhe é de direito conforme diz nossa constituição.
No dia do idoso.
Desejamos , Um abraço caloroso ,amor , paz e gozo.
Segurei sua ausência como quem segura fogo, as mãos em brasa, a alma em ferida.
O coração gritava para ficar, mas a vida sussurrava: já é hora de partir.
Ainda te amo, e isso é a parte mais cruel.
Amar e, mesmo assim, precisar soltar.
Ver que o amor não sustenta, não cura,
não basta.
É despedida com gosto de eternidade,
é lágrima que não seca, é silêncio que pesa mais que mil palavras.
Solto você, não porque quero,
mas porque segurar me rasga em pedaços.
E no fundo, sei: te deixar ir é também
uma forma de amor.
♡
Despertar sem passado
Em tuas mãos suaves
Deposito
Meu coração cansado.
E quero, adormecido
No sonho bom
De teu semblante
Despertar sem passado.
