Poesias sobre Jardim

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Diga para mim onde esta a moça bela
Onde foi a Cinderela linda flor deste jardim
Chegou primeiro e foi a ultima a partir
Com seu jeito meigo sempre fez a amizade surgir
Menina assim tão modesta tão singela
São pessoas com a gente especialmente ela

⁠No jardim dos sentimentos floresceu,
Um amor nasceu, tão puro e verdadeiro,
Entre risos e olhares, o coração se aqueceu,
Numa dança de ternura, num doce roteiro.

Teus olhos, duas estrelas a brilhar,
Guiam-me pelos caminhos do encanto,
Teu sorriso, um sol a me iluminar,
Em teus braços, encontro meu porto, meu manto.

Como um rio que corre sereno ao mar,
Nosso amor flui, sem pressa, sem fim,
És a melodia que em minha alma faz ecoar,
A canção mais doce, o mais belo jardim.

Em teus abraços encontro meu lar,
Nossos corações em harmonia a pulsar,
Neste eterno presente, neste doce lugar,
Nosso amor floresce, sem jamais cessar.

Raphael Denizart * 08/04/2024 * ReJ

Meu paraíso é um jardim

Estive em um jardim.
Não aqui, não ali.
O jardim era lá,
lá onde era o meu lugar.

Onde o amor era pleno,
o ar era puro,
e o jardim era tão lindo
quanto uma pintura de Van Gogh.

A beleza das Flores

Caminhando por um florido jardim,
Encontrei muita cor e muito encanto,
Deparando-me com um lindo jasmim,
Pouco mais adiante com o amaranto.

Como da natureza sou um amante,
Adoro apreciar os aromas e as cores,
Caminhar pela manhã bem lentamente,
Entre a contagiante beleza das flores.

Poder observar o vai e vem das borboletas,
O revoar dos beija-flores e das abelhas,
Pelas mais lindas pétalas das violetas,
E das belíssimas rosas vermelhas.

Senti-me num lugar por muitos desejado,
Com a aparência de castelo colonial,
A sua volta a coloração do cravo rosado,
E no portão de entrada a coroa imperial.


Du’Art 02/02/2015

Beleza Inigualável

Caminhando pelo jardim da imaginação,
Deparei-me com uma surpresa agradável,
Encontrando com algo de causar emoção,
Estando diante de uma beleza inigualável.

Ao ver as flores sem vento movimentar,
Imaginei que seria fruto da minha mente,
Mas realmente algo veio a me encantar,
Naquele instante percebi algo diferente.

Diante da mais nobre e natural beleza,
Com o brilho reluzente de um diamante,
Mesmo dentro de um sonho tive a certeza,
Que estava diante de uma pessoa elegante.

É maravilhoso poder sonhar e descrever,
Um fato resultante de um pensamento,
Sendo tão maravilhoso poder nos envolver,
Marcando a vida com um lindo sentimento.

Diante de um profundo requinte de beleza,
Vejo a anatomia de seu rosto em harmonia,
Unindo sabedoria com estilo e delicadeza,
Esboçando um lindo corpo em total sintonia.



Du’Art 09/04/2015

O Jardim Secreto da Sua Essencialidade

A viveza de um jardim secreto para aqueles que não sabem amar;
cultivado pelo amor divino.
No seu âmago, uma flora verdejante
e a flor mais bela em destaque
e a luz do sol iluminando as suas pétalas.
Assim descrevo a sua essencialidade,
revestida pela arte da sua natureza —
atração feita de romantismo e intensidade
na composição da bênção que é a sua integridade.

Jardim da Vida


O jardim não poderia levar um nome melhor:
“Jardim da Vida.”


É de lá que minha alma vem.
E toda vez que sinto o corpo pesar,
fecho meus olhos e vou até o jardim,
onde encontro a fonte.


S.R.

Perfumes na mão


A alvorada
chuviscando versos,
o jardim
germinando cores,
a alma
inalando essência,
a natureza
doando pétalas de vida
E eu,
simplesmente,
colhendo gotas de poesia.
✍©️@MiriamDaCosta

Perfumes na mão


A manhã
garoando versos


O jardim
brotando cores


A alma
exalando essência


A vida
doando pétalas de poesia.
✍@MiriamDaCosta

No jardim onde todas as flores pareciam conhecer o seu lugar, havia uma Tulipa que gostava de olhar o céu e uma Rosa que tinha medo de deixar alguém se aproximar de seus espinhos.

Elas eram diferentes em quase tudo.

A Tulipa era leve, inquieta, dessas que dançam quando o vento sopra. A Rosa era intensa, perfumada e silenciosa, guardando dentro de si uma delicadeza que poucos conseguiam enxergar.

Foi numa manhã de primavera que se conheceram.

— Você sempre fica tão longe das outras flores — perguntou a Tulipa.

A Rosa sorriu.

— Talvez porque nem todo mundo saiba chegar perto sem machucar.

A Tulipa olhou para os espinhos e respondeu:

— Então eu não vou chegar correndo. Vou chegar devagar.

E foi assim que começou.

Primeiro vieram os olhares. Depois, as conversas ao nascer do sol. A Tulipa contava seus sonhos; a Rosa, seus medos. E, pouco a pouco, aquilo que parecia apenas amizade começou a ganhar outro perfume.

Um dia, a Tulipa perguntou:

— Você não tem medo de se apaixonar por alguém tão diferente de você?

A Rosa respondeu:

— Tenho. Mas tenho mais medo de passar pela vida sem descobrir até onde esse amor poderia florescer.

Naquele instante, o vento passou pelo jardim e espalhou pétalas pelo caminho.

A Tulipa se aproximou.

A Rosa não recuou.

E foi ali, entre pétalas, espinhos e promessas que ninguém ouviu, que duas flores descobriram uma coisa que o jardim inteiro ainda não sabia:

há amores que não precisam ser iguais para pertencerem um ao outro.

A Tulipa não perdeu sua leveza.

A Rosa não perdeu seus espinhos.

Elas apenas aprenderam a cuidar uma da outra exatamente como eram.

E, desde então, quando a primavera chegava, havia duas flores que nunca mais floresciam sozinhas.

Hoje, ao cuidar do jardim
Eu pensei assim:
de que me vale cuidar da flor
se não tenho um amor
pra quem eu a possa ofertar?
E logo em seguida
surgiu-me mais uma pergunta
De que me valeria amar alguém
Se não a tivesse junto a mim
E se junto a mim, o amor acabasse
Pode ser que o amor durasse
E o desenlasse não fosse feliz
De que me valeria fazer tanta coisa
Se o mais importante eu não fiz
E de que me valeria fazer o mais importante
Se de instante em instante
A vida passa
E se a vida não passasse
Qual seria a graça
De ficar pra sempre nessa dor
E qual é o motivo da pressa
Em morrer sem viver
Sem flor a chorar por mim?
E então, nessa hora eu pensei assim:
Acho melhor eu cuidar desse jardim

Edson Ricardo Paiva

Estrelas são as plantas do jardim celestal, e podemos vê-las


O bem ou o mau são plantas do jardim emocional que você cultiva, e também podemos vê-las


O que cultiva em seu coração reflete sua opção

Jardim do Amor


No jardim onde as flores ardentes floresciam, com a alma alimentada por histórias em livros que se liam.
A fonte cantava serena, bem no meio do jardim.
Sentada ao banco a pintar, vendo o infinito e o fim, cada pincelada era um suspiro, a cor que ia vibrar, pois ali, em silêncio e arte, sentia o seu amor pulsar.

" Há palavras que chegam como flores.
Outras, como estrelas.
A tua chegou como um jardim inteiro com um universo a disposição,
lembrando-me que a gentileza é uma das mais raras formas de beleza. "

Um menino inocente
Habita um jardim vazio.
O sol já não brilha,
E as estrelas perderam sua luz.


O vento sopra mansamente,
Acariciando os cachos do menino,
Enquanto o silêncio repousa
Sobre aquilo que um dia floresceu.


Mas, em seus olhos,
Ainda amanhece.
E o jardim, esquecido pelo mundo,
Desconhece a luz que abriga.


Talvez o menino não saiba
Da escuridão que o cerca.
Talvez a chama que carrega
Seja a última a se apagar.

Que tua vida seja como jardim regado, florescendo em graça, sabedoria e unção. Que o Senhor te vista com força e dignidade, e que o teu futuro seja cheio de esperança;porque o melhor de Deus ainda está por vir.


“Ainda que os montes se retirem e os outeiros sejam removidos, contudo a minha benignidade não se apartará de ti, nem a aliança da minha paz será removida, diz o Senhor que se compadece de ti.”
(Isaías 54:10)

O meu Deus é um Deus que transforma o impossível em testemunho, o deserto em jardim e a dor em propósito; que levanta o caído, honra o esquecido e faz nova todas as coisas.


“Porque dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas; glória, pois, a Ele eternamente. Amém.”
(Romanos 11:36)

Luminárias De Cachos Verdes

Encontro pela manhã a relva nas folhas do jardim,
Caem frias as águas e o vapor,
E há um passaro em tons de dourado, roxo e preto bebendo na fonte central.

Vi ali parada em um banco uma dama com um broche dourado que segurava sua túnica branca.
Ela escrevia em um pergaminho com uma pena.
A tinta para meu espanto era de sangue de passarinho e alcatrão.
Haviam penas e sangue em volta do pote encostado aos seus pés.

Ela em nem um momento olhou na minha direção quando me aproximei.
Haviam espécies de estrofes de poesia e rúnicas feitas com a tinta,
Ela deslizava com a mão hábil e aparentemente costumeira.

Quando voltei a noite ela ainda estava ali.
Uma taça de vinho ao seu lado e ela ainda escrevia.
Tomei de um pomar de luz um cacho de uva luminária.
Espremi o sumo e a luz no seu copo.
Ela finalmente olhou pra mim com seus olhos de lanterna.
Quando fui puxada em redemoinho para dentro deles.

- Ramile Godon

O Jardineiro do Cosmos


No jardim do cosmos, eu semeei estrelas,
Sementes de luz que germinam em sonhos,
Raízes de tempo que se entrelaçam no espaço,
Um jardim de possibilidades, onde o infinito floresce.
Eu sou o jardineiro que cultiva o universo,
Um arquiteto de sonhos que constrói o infinito.
Eu sou a semente que germina em estrelas,
Uma partícula da fonte que se expande no cosmos.
No espelho do tempo, eu vejo reflexos
De vidas passadas, de futuros possíveis,
Um caleidoscópio de experiências que se desdobram
Em lições de amor, de sabedoria e de luz.
Eu sou o jardineiro que cultiva o universo,
Um arquiteto de sonhos que constrói o infinito.
Eu sou a semente que germina em estrelas,
Uma partícula da fonte que se expande no cosmos.
No silêncio do vazio, eu ouço a música
Das esferas celestes, que cantam em harmonia,
Uma sinfonia de vibrações que ecoam no universo,
Uma linguagem secreta que só o coração entende.
Eu sou o jardineiro que cultiva o universo,
Um arquiteto de sonhos que constrói o infinito.
Eu sou a semente que germina em estrelas,
Uma partícula da fonte que se expande no cosmos.

A Lucidez do Paraíso é o Instante do Devaneio


O Paraíso não é um jardim que nos espera,
com portões de pérola e árvores de ouro estático.
Não é uma recompensa por uma vida finda,
mas uma suspensão lúcida do tempo presente.
Ele reside naqueles instantes-limite,
em que a consciência se afina e a imaginação se liberta.
A lucidez é a navalha que corta o ruído do mundo,
reconhecendo o peso exato de cada elo da corrente.
Ela sabe: o muro é muro, a dor é dor, o efêmero é a regra.
Não há ilusão que resista à sua luz fria.
Mas a alma, cansada da geometria do real,
não aceita a clausura do que é apenas "fato".
Então, o devaneio se apresenta.
Não como uma fuga cega ou uma negação covarde,
mas como a afirmação mais alta da potência do ser.
O devaneio é o arquiteto que refaz o mapa da realidade,
desenhando rios onde antes havia deserto,
dando voz ao silêncio que a rotina impõe.
É a permissão para que o possível
se sobreponha à tirania do presente.
E o Paraíso, finalmente, não é a terra de ninguém,
mas o ponto exato de interseção:
É a lucidez que reconhece a precariedade da vida
(sabe que o tempo vai passar, que a beleza é breve)
e, por isso mesmo, usa o devaneio
para saturar o momento com uma perfeição temporária.
É o piscar de olhos onde a razão e o desejo conspiram:
"Isto não é real, mas é tudo o que importa."
Naquele instante de flutuação, a mente está desperta
(lúcida de sua própria criação),
e a alma está em êxtase
(devaneando um mundo que ela mesma sustenta).
O Paraíso, portanto, é a plena consciência da nossa capacidade de ser feliz, mesmo que seja apenas um pensamento. É o gozo da ilusão assumida.
É quando a mente, lúcida e livre, se permite voar.