Poesias sobre Desilusão
Pequeno devaneio
A dor da desilusão,
Se não é a pior chega bem perto de ser.
Me questiono como que a pessoa que me acalmou pode agora ser uma tempestade dentro de mim?
Como que a pessoa que me fez ter esperanças de um amor sincero, levou-me ao mais profundo desolamento?
É aí que tenho a certeza, nem sempre temos a garantia ao encarar o amor..
A dor se torna calma, que por assim se transforma em dor novamente.
Sorrisos, abraços, beijos e promessas se perdem no labirinto e encontram só uma lágrima triste e solitária.
Triste e solitária, assim que me defino..
Onde todos encontram sua metade, eu só encontro a mim mesma, perdida no mundo,
No meu pequenino mundo.
é muita coisa sem explicação
é muita loucura e confusão
é muito tormento e desilusão
é muita desculpa e informação
é muita neura e dissimulação
é muita preguiça e colaboração
é muito exemplo e discriminação
é muito amor e paixão
é muito dinheiro e insatisfação
é muito dever e pouca obrigação
é muito ajuda e colaboração
é muita fé e compaixão
é muito sentimento e tribulação
é muito vício e exaltação
é muita fala sem ponderação
é muito olhar sem perfeição
é muita lembrança e predestinação
é muito fracasso e alienação
é muita dor e palpitação
é muita calma e orientação
é muito terror e perseguição
é muita fome e nenhuma alimentação
é muito sim e pouco não
é muita emoção sem razão
é um Criador e muita criação!!!
A ilusão da evolução caminha para uma desilusão.
(Edileine Priscila Hypoliti)
(Página: Edí escritora)
Aba Pai!🙏
Como se torna difícil nessa jornada, quando na vida deparamos com a desilusão, engano que machuca o coração.
Como se cura a ferida?
Deixar o pó da terra, é o perdão que fomenta uma nova unção, de comunhão, evolução para essa nova realidade, gera a gratidão.
Retribuição da nossa comunhão, cocriação, com o Espírito Santo, consolador.
Ouro puro, refinado no fogo da remissão, nos vasos de barro, humanos, falhos.
Que esses frutos da benigna abundância não nos abandone, seja a nossa bandeira, frutos do verdadeiro clamor.
Ao coração magoado, esse Amor consolador, seja evangelizado!
Pois não vivemos mais para o mal, escravizados, mas pelo Seu Amor somos consolados! 🤍🌤️✨
Hoje eu só quero a paz desse dia...
O sorriso ou até a lágrima. A canção ou mesmo a desilusão... Mas, eu quero HOJE, o colo, o afago, o olhar, o abraço, o diálogo, o perdão, a gratidão e o amor... De hoje...Pra hoje...
Amanhã?!!!
Amanhã é amanhã!
Porque tanta dor???
porque tanta MALDADE
porque tanta desilusao???
Pra que NOS DAR.MOS aos outros,
pra que AMAR COM VERDADE, se nao vemos recompensa,
sera k existe o amor, amizade, ou mesmo a fidelidade,
Quando vai acabar a mentira e a falsidade,
O ser humano é como uma onda do mar,
hoje estamos em sima, amanha estamos em baixo,
hoje mais fortes amanha mais fracos,
hoje calmos, amanha agressivos,
numca tem a mesma postura...
e nem sempre tem a mesma cara,
hoje falo do que sinto e do que vejo,
sinto que cada vez o amor cada vez existe menos,
e se existe,
E se amam, nao sabem amar
hoje nesta madrugada estou pensando em ti,
magoada, mas contigo no pensamento
querendo tirar-te do meu coraçao, mas nao consigo,
É mais forte do que eu!!!
Se é errado amar-te!! Entao o meu coração numca agir certo..
porque eu CONFIEI em ti, e PARECE nao vou sobreviver sem ti ao meu lado..
ha um ditado k diz???- paravras pra que??
Eu hoje digo---lagrimas pra que???
Desilusão
Onde está o nosso mundo? Era tão calmo, tão nosso, era tudo!
De planícies verdes como teus olhos e macias como tua pele pálida
Lembro-me que foi da fusão de almas apátridas
Que criou-se esse “mundo” roxeado revestido em veludo!
Continentes de afeto e oceanos de afinidade a transbordar
Construía-se a Fortaleza que parecia intransponível!
Em nosso castelo de arquitetura gótica sentia-me invencível
E completo com nosso sombrio gosto a combinar!
Nossos nomes sussurrados pelo vento em noites de tom lilás
Embalados por canções, planos e pensamentos mútuos!
Dias pareciam segundos…
E violetas exalavam o teu perfume pelo ar
Quantas vezes sorri para teu choro cessar?
Nos protegíamos e éramos tão fortes!
Atrozes realidades... Superamos tudo! Leais até a morte?
Era o que eu creia enquanto via teu nome em meu braço a sangrar!
Ó meu amor, como pudeste cravar esse punhal em minha costas?
Nessa alma tão frágil que a ti servia como escrava!
Destruíste tudo! Há tempos já não durmo!
Por medo de afogar-me em minhas lágrimas!
Da poeira que restou ao veneno que agora me consome!
Sou um lânguido ser em um mundo esvaído
Asas quebradas… Um anjo caído!
Que procura escapar do desejo da morte!
Hoje minha alma vaga perdida… Buscando ajuda! Perdida em desalento!
Minha lástima é tua! Sou um rio de magoas fluindo para um mar de sofrimento!
Desilusão,
decepção,
desencantamento
da vontade do pensamento.
Acreditei,
apostei,
tudo de mim dei...
nada em troca ganhei.
Desilusão de um quase,
decepção de um tudo,
desencantamento de uma quase incerteza...
convicção de um não.
Desilusão....
não é a fé que move montanhas.... não.
Uma desilusão..
duas decepções..
três quedas,
nada mais são..
do que,
Situações que te ajudam
a sair do lugar errado!!
Aprenda,
tente e recomece!!
..
Século XXI: O Cântico da Desilusão
Vivemos no século XXI,
onde a lei é falha,
e o amor — se ainda existe —
não passa de um eco,
uma palavra sem corpo,
sem gesto, sem verdade.
O pecado se fez costume,
a fraternidade se apagou,
e o homem esqueceu
o papel que lhe foi confiado.
Vivemos num mundo
onde já não se fala em Deus,
onde irmãos se tornam inimigos,
onde a traição caminha de mãos dadas
com a covardia.
No século XXI,
o ouro e a prata
valem mais que uma palavra honesta.
É um mundo rico —
em petróleo, minerais, pedras preciosas —
mas miserável em amor,
pobre de espírito,
sedento de fidelidade,
faminto de honestidade.
Eis o nosso tempo:
um mundo sem compaixão,
onde púlpitos se erguem
não para a fé,
mas para falsos profetas,
que exploram a inocência
de um povo devoto,
cegamente crente.
Vivemos cercados de mentiras,
em meio a promessas partidas,
prostituição, drogas, vícios,
e homens que se dizem humanos,
mas não passam de sombras,
de micróbios corroendo a essência.
E quem sou eu neste caos?
Sou apenas um poeta —
indignado, ferido,
mas ainda de pé.
Pois não se vence uma guerra
lutando sozinho…
Oh, baby,
bem-vindo ao século XXI.
Por amor; Dei adeus a minha desilusão.,
Busquei você que estava tão distante,
e tomei as rédias do meu coração.
E por um instante eu parei pra pensar...
Vi que a vida não tem graça sem você,
pra que chorar, pra que sofrer, pra que
viver sozinho nesta solidão; Quero viver somente para ti meu amor,e nossos
sonhos que estavam adormecidos, acordou. Pra que viver sozinho nesta solidão; Se existe o sol, se existe o mar,
e se ainda existe amor em nossos corações.
Sendo criança, sentimos ânsia pra ser adulto.
Somos adultos e sentimos desilusão de não termos sido a melhor fase que foi a infância.
Se o otimismo em excesso
te trazer a desilusão...
Deixe a baixa expectativa
ser o seu ponto de equilíbrio.
Vivo num vazio profundo
Sem dor, onde o amor se
Distancia
Do bem viver
A desilusão da vida
Te leva num caminhar
Que silencia a alma
Em busca da existência
Que grita pela permanência
Do pulsar constante
E tão passageiro.
De uma presença
Necessária
E desnecessária
Que impulsiona
A ficar e vencer!
@zeni.poeta
PASSARÃO
Podes meu eu repudiar, quando quiseres
De súbito, quando a desilusão me crucia
O ideal da má sorte uno, se, assim, preferes
Apressa-te e me asfixie nessa árdua poesia
Ah! deixe então à mercê da vil crueldade
O meu trovejar piegas, e que então fine
Na desilusão a fúria bravia da tempestade
Do desprezo, assim, então o desejo arruíne...
Se me hás de desprezar, afirmo, seja logo
E não depois em que o afeto estiver calado
Desdenhe-me de pronto, assim, me afogo
Na ilusão do ideado tão querido pelo fado
Dores, pranto, suspiros vou ter no coração
Tendo-te perdido eu, mas, eles passarão!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
14/05/2016, 09'35" - Araguari, MG
Como estacas presas ao meu coração.
Eu percebi que este é o fim dessa (des)ilusão.
Onde as amarras da vida, finalmente irão desatar.
E que neste fim...
Tenho à percepção da tranquilidade que vem da escuridão.
Que somente neste deslance, se interrompe a batida do meu coração.
Nunca desista do amor. Desilusão todos passam por isso, você não é único e o mundo não gira ao seu redor. Mas uma vida sem amor, é uma vida incompleta.
O amor é uma coisa que vale a pena arriscar!
SONETO COADJUVANTE
Vendo-te agora, soneto dum passado
Na desilusão, sem emoção, verso bruto
Com a lembrança de tormento povoado
Abaçanado, deserto e o coração de luto
Meu dantes se percebe tão abandonado
Descorçoado em um banimento absoluto
Contrito e também com cântico magoado
De um versar hospedeiro de um desfruto
Ah! toada relativa dum destino tão triste
Só a poética na minha alma ainda existe
Na ilusão e o sentimento jogado adiante
Onde está quem traz está toda saudade?
Que invade a sensação tal uma divindade
Se do amor, o soneto, é só coadjuvante!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
19 de agosto, 2022, 19’19” – Araguari, MG
ANO DE ELEIÇÕES
Em ano de votação, quanta desilusão.
Políticos candidatos sumidos reaparecem
Eleitor confuso, quanta insatisfação
Em meio a conversas mentiras renascem.
De um lado o político promete
O eleitor na verdade acredita
Mais uma vez a história se repete
E novamente a mentira predomina,
O político propõe a barganha
O eleitor acha interessante
Começa a cumplicidade maldita
Na sua cabeça nada mais é importante.
Quero resolver o meu problema
Dos outros não tenho interesse
Não devo promover mudança
Porque para mim não é importante.
Pare e pense para esta caminhada
O eleito por quatro anos nos envolve
Manipula e promove esperança
Não engana só você, mas toda a comunidade
