Poesias Relacionadas sobre a Arvore
Mescladas de um pouco de tudo,
Poesias são assim,
Como o Brasil,
Miscigenação,
De festas a velórios,
Certos velórios mais são festas,
E certas festas mais parecem,
Velórios, tudo
Mesclado em sombras mórbidas,
Que a escuridão alua,
Da cor descorada,
Temperada com chuchu e
Melancolia,
Isso é um Brasil
É poesia.
"" Estou procurando emprego
De preferencia em uma fábrica de poesias
Nada automatizado
Quanto mais trabalhada
Melhor
Não acredito em poesia industrializada
Produzida em série
Acho meio igual
Já poesia feita em pequenas escalas
Por mãos carinhosas e certeiras
Essas meus amigos
São verdadeiras
As que mexem com a gente
Ao coração elas apelam
Para redistribuição
Mais amor por favor
E apertos de mão
Ah!! quem dera se um dia
Numa fábrica de poesia
Eu for trabalhar
Com meu jeito afoito
No começo vou produzir logo umas oito
Pra a emoção não acabar
E se a dona deixar
Em seu coração vou morar
Para criar da lágrima a paixão
Do adeus a remição
Da volta a festa
E só vou me aposentar
Quando minha hora chegar
Quero receber poesia com dedicação
Pra alimentar a alma e o coração...""
" Pelas calçadas impregnar poesias
nas ruas, vielas e mansões
gritar ao povo o que sabe do amar
sabendo do que nos acompanhava
haveríamos de ser dois
mas choveu tanto naquela noite
que as marquises não deram teto
ao amor que despertou em um só...
Queria fazer poesias simples e doces como Cora
mas nos dias amargos em que vivemos
não há mais figo nem amora!!!
E o que era um começo começou a ser fim
Acabaram as poesias e palavras de ternura
Ficou teu silêncio estranho de doce amargura
E o teu caos tomou conta dos meus dias
Tua inquietude deixou-me vazia
E eu simplesmente não consegui entender
Como existe um ser igual a você
Que uma hora chega e me toma por inteira
Planta em mim um amor de brasa e fogueira
E depois me apaga, fica indiferente
Esquece o sabor da mistura ardente
E eu preciso de paz e refazer os meus planos
E tocar a minha vida sem tantos enganos
Quero a simplicidade de tudo
Em versos e poesias.
Quero a liberdade ao vento
No ir e vir da vida
Louca,intensa sofrida...
Não a quero com gosto de despedida
Mas com a alegria em cada volta
Repleta da saudade que
Deixei como tatuagem
No pulsar descompassado
Do teu coração.
UMA POESIA QUE DESPIU-ME
By Harley Kernner
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Minhas poesias despiu minha alma, os meus pequenos versos saquearam meu coração, retirando a desconfiança, e a incerteza que um dia poderia ser feliz de novo.
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Cada palavra que escrevo faz meu coração tremer, tremer de medo que as palavras bonitas se acabe, pois, já escrevi mais de um milhão dessas palavras que faz alguém sorrir de felicidade, e cada vez consigo ver um novo sorriso naquele lindo, e sincero olhar.
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Cada letra que desenho no papel tem seus formatos diferentes; uma parece um coração, outra com a aparência de beijo na cor cereja, uma outra tem um formato de um lindo par de lábios feminino querendo dizer-me algo.
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A letra "A" parece com dois olhos mergulhados em lágrimas de felicidade, e já o "R" é a semelhança de uma rosa-branca sustentada pelo, um caule verde que defende a rosa com seus pequenos espinhos, que só fere as mãos da maldade, mas dá livre acesso às mãos de quem só tem amor para doar...
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E é assim, cada letra tem sua própria linguagem, e no final compõe a mais linda canção de amor escrita por um simples poeta, para uma única dama de vermelho.
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De todas as palavras que me faz tremer, a única que não gosto de escrever é "THE END" e jamais escreverei, porque não quero ver o fim deste evento de verbos que me faz tremer de emoção.
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Harley Kernner
Arquitetura de Poesias
Escritor Particular
Poeta Sem Livros
Enquanto minhas poesias pra ela eu dedicava, eu descobri que era outra pessoa que ela amava.
O sorriso dela iluminava meu dia, mas não era eu o motivo dessa alegria.
Eu queria a ela salvar, mesmo sabendo que ela não iria me amar.
Teu caderno surrado,
Aquele com teus rascunhos.
Saturados de poesias.
Que nunca fora narrado.
Mal sabendo você.
Que teus rascunhos
Fora a sua melhor versão.
O quarto era pouco revelado
pela penumbra,
minha mão que escrevia
poesias em sua cintura,
nem se importava
pela roupa jogada nessa altura.
Ela que estava de olhos serrados,
prestes a entrar no teu sétimo sono.
Ainda falava comigo,
de voz abafada pelo peso do sono,
mas carregada de carinho.
Me pedia cafuné,
no meio de todo
aquele cabelo de pé.
SHER....
Te amo muitas vezes...
Te mando um infinito de POESIAS...
E tu flor, no meio das flores...
O jardim brilha de tantas ALEGRIAS...
Tu és suave, com a brisa...
Leve, livre como a FLOR...
Assim eu te sinto...
Alimentando o meu AMOR...
Sérgio o Cancioneiro,
Na simplicidade das minhas frases, versos, poemas, poesias e canções existe a pureza da minha alma...
A sensibilidade do meu coração...
E neste meu olhar vago, as vezes perdido acalma...
Ausências, perdas, toda e qualquer emoção.
Poesias vêm da alma, do querer
Do coração ferido
Poesias são quimeras que escoam da alma
E desaguam no coração da amada...
Poesias são seus olhos e seu sorriso
Poesias são meus dedos em seus cabelos
Minha boca em sua boca
Meu corpo em você...
Poesias são seus anseios a gemer em meus ouvidos
A suplicar que eu os
sacie sem pudor...
Poesias são poesias, mas poderiam ser você...
(Ricardo Barros)
Há palavras que eu gostaria de ter dito,
Músicas que eu gostaria de ter cantado,
Poesias que eu gostaria de ter escrito e
Atitudes que eu poderia ter tomado...
Ou não...
O mais importante é que, na vida, escrevi a minha própria história.
Poesias te possuem,
Mas não te dominam
Poesias falam do todo
E do nada
Do falso e do que não é
Poesias não se estudam,
Vivem-se.
Quisera ser possível expressar nas mais rebuscadas palavras e viscerais poesias o encanto que é próprio da exclusiva luz que emites.
A vida é mais valorizada, o dia fica iluminado e fresco a cada sorriso teu, platônico... decoroso... tão teu, mas que sequestro intimamente em meu coração, furtiva e amorosamente, acreditando em um encontro, só possível em meus sonhos juvenis.
Todas aquelas poesias que eu escrevi
E rapidamente me despedi
Não foram tão longe
Mesmo as desprezando
E no lixo as desperdiçando
Dona maria, uma catadora sofrida
As encontrou, uma por uma
Elas as guardou
Sua alegria era encontrar meus
Pequenos rabiscos sobre o amor
Enquanto eu me sentia péssimo
Por ser um eterno clichê
Dona Maria se sentia amada
Por aquelas palavras
Dia após dia
Ela sentia
O que nunca tinha sentido antes
Tais palavras que para mim eram desconcertantes
Para ela era uma salvação
Em meio a tanta solidão
Fiquei sabendo por terceiros
Que meus versos estavam
Guardados em um canto no celeiro
Onde dona Maria dormia
Quando de forma triste faleceu
Ao me deparar com aquele amontoado
De folhas amassadas e grampeadas
Notei um rabisco
Nele estava escrito
" esse tal de amor, floresce até no lixão, porque não iria florescer em você".
"Ainda bem que existem músicas, que são verdadeiras poesias, para embelezar esse mundo materialista!"
Otávio Abadio Bernardes, Tavinho...
