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Já diz o velho ditado que só o amor liberta,então já nasci um pássaro porque não existe "amores" de ouro que me prendam.Viva a liberdade!!!
Algo aqui dentro de mim ainda insiste em chamar por você, e por mais que eu tente não escutar e ignorar os comandos do meu coração. Não adianta, tudo me faz lembrar de você. O seu cheiro por mais que eu não quisesse sentir já estava impregnado em mim e por todos os cantinhos pra onde quer que eu fosse. Você sempre terá uma parte de mim e por mais que eu lute contra tudo o que eu sinto, o amor que sinto por você sempre irá vencer no final das contas, e se ele é tão forte assim, fico me perguntando o porquê de você não estar aqui comigo? Talvez, a resposta seja muito dura pra mim, e eu prefiro pensar que ainda não chegou o momento de ficarmos juntos, mas um dia só seremos eu e você juntinhos.
Muitas vezes nós nos comportamos com base no reflexo condicionado e acabamos por repetir comportamentos pelo simples fato de sempre o fazermos.
Uma grande diferença entre o casamento humano e o trabalhista é que quando você faz um casamento trabalhista, não é até que a morte os separe.
- Ninguém lhe dá respeito nesta vida. Você deve merecê-lo, ganhá-lo e então mantê-lo como sagrado, porque, não importa quanto tenha sido duro alcançá-lo, o respeito pode ser perdido em um instante.
Amigas pequenas não vibram com nossas conquistas, nem tão pouco desejam nos ver bem, estão até abertas a nos ouvir chorar e nos dar um consolo quase miserável, umas migalhas apenas... Elas até se compadecem com nossas lagrimas, mas nem se esforçam para nos alegrar. Então somos obrigadas a mudar o nosso olhar. Aprendemos, no final, que, amizades de migalhas, não são necessárias nas nossas vidas. Mas, o mais extraordinário é que essas pequenas amigas não conhecem a lei do retorno. A vida é perfeita, os papéis se invertem.
trabalhar pra pais é como trabalhar pra um patente manico em empregar toda sua familia , é dormir no trabalho 400anos e ouvir fascínio a vida inteira e não poder comprar uma camiseta e uma calça jans.
Sabe, Maria. Eu queria ter forças, queria saber fingir que está tudo bem, queria por um sorriso no rosto e não demonstrar que estou desmoronando por dentro. Eu queria ser forte e conseguir segurar o choro durante o dia, e só desabar em meu quarto, a noite. Eu queria uma máscara do sorriso, para usá-la o dia todo, para esconder minha tristeza, meu cansaço, minha falta de forças e esperanças. Eu choro em todos os lugares, e o tempo todo perto das pessoas, mas não deixo as lágrimas escorrerem pelo rosto, e elas acabam escorrendo pela alma. Eu queria ser forte e sorrir o tempo todo, evitaria perguntas que eu não sei dar as respostas, evitaria olhares feios e tortos. Eu só queria aprender isso, só queria aprender a sorrir sem motivos e porquês. Por favor, me ensina, Maria, logo você que faz isso todo dia.
Sabe, Maria. Ela é uma pessoa boa, tem um coração enorme, faz bem a todo mundo que entra na vida dela, e o melhor, ela me faz feliz. Mas o único defeito que ela tem, é não acreditar em si mesma, nas coisas boas que ela trás e em tudo de bom que ela é. Por um momento eu queria que ela se olhasse no espelho, olhasse para dentro de si mesma, e visse a imensidão de coisas boas que existe em seu coração e em sua alma. Ela me faz feliz, e tem meu coração. Mas ela prefere fechar os olhos e viver numa ilusão, achando que não existe nada dentro dela, além de solidão. E é isso que mais dói, Maria.
Sabe, Maria. Eu não quero perdê-la, entende? Não quero que ela vá embora e me deixe para trás. Eu sei que está sendo difícil para ela, eu sei que ela diz que não me quer por perto, mas eu não consigo recuar, eu não consigo abrir mão, eu não consigo ver o meu amor dentro de uma escuridão sem fim, e se entregando ao vazio, sabendo que ela é a minha luz no fim do túnel. Eu não vou deixá-la ir, não vou deixá-la sozinha, não vou permitir que ela se perca, e se vier a se perder, eu enfrento as feras e as coisas que existem na escuridão, só para salvá-la e trazê-la para a luz. Ela não tem mais vontade de lutar contra isso, mas eu tenho em dobro. Eu tenho fé, esperança, coragem, força, e vontade, por nós dois. Eu lutarei ao lado dela, e por ela, Maria. Daqui até a eternidade, até o meu último sopro de vida.
"Os alemães devem ser anjos ou santos para esquecer e perdoar o que eles sofreram duas vezes com injustiças e atrocidades em uma geração, sem que eles tenham desafiado os aliados. Se nós norte-americanos fôssemos tratados assim, nossa vingança pelo nosso sofrimento não conheceria fronteiras."
"Um pedido eu faço a DEUS todos os dias: SENHOR seja exatamente o DEUS de Malaquias 3:10 na minha vida e me ajude a ser exatamente o oposto do que naturalmente eu sou!"
Enxergava-se um fim, do nada, apagaram-se as luzes que iluminavam alma, ser e palco. Acabaram todos os ensaios, as quedas bruscas e recomeços doídos. Era o fim, não que eu possa dizer muito, eu estava meio embriagada de solidão, mas não negava outra dose de tortura por ser deixada para trás, virava de vez, como se fosse água, e foi aí, que as luzes findaram. As pessoas se foram, e eu sobrei, sentada ali comigo mesma, pensando o que havia feito pra tamanha confusão, bem, não sei, mas era inegável que todo o espetáculo havia perdido cor e sentido. E toda aquela roupa vermelha que gritava paixão e vibrava o sangue, tornou-se cinza como um dia nublado em pleno verão. E eu? Ah, bom, eu não soube reagir aquilo tudo, fui surpreendida pelo adeus, justo quando precisava que todos ficassem, e me olhassem, sentissem, observassem, me lessem, e ah! Chega! Eu o aceito, mas não estou preparada pra o fim do show, essa é a hora, que pego a solidão pelo braço e digo como se não estivesse me machucando, "topa essa música?" E danço rodopiando pra lá e pra cá, aos poucos vou ficando tonta, tudo vai girando, e eu vou caindo delicadamente até o show acabar. Eu danço com a minha dor e aceito a culpa em minhas costas, pois a plateia não paga pelos sentimentos, paga pelo espetáculo. Já era tempo, mas eu sempre odiei os fins.
“(...) não queremos apenas ser compreendidos [...], mas igualmente não ser compreendidos. De forma alguma constitui objeção a um livro o fato de alguma pessoa achá-lo incompreensível: talvez isso estivesse justamente na intenção do autor – ele não queria ser compreendido por “uma pessoa”. Todo espírito e gosto mais nobre, quando deseja comunicar-se, escolhe também os seus ouvintes; ao escolhê-los traça de igual modo a sua barreira contra “os outros...!”
" ... Na sociedade, que é a humanidade no espaço e na história, que é a humanidade no tempo, há bacilos e toxinas de forma humana que o olhar das gerações não descobre, que o olhar dos historiadores ignora, ou muitas vezes, finge ignorar, mas cuja existência não é um mistério para o bacteriologista da sociedade e da história..."
Em nosso dia a dia somos rodeadas de cores. A natu- reza com seu pincel e sua tela vai colorindo as nossas vidas! No final da tarde, ela pega o seu pincel e nos deixa fascina- das com o por do sol, incrivelmente alaranjado no cair da tarde. (Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Colorindo a Vida")
"Amo o que admiro,o que me faz sorrir,o que me faz ser melhor,o que me faz chorar e por fim,o que me traz alegria de viver."
Infelizmente a infancia não é eterna, mas pode-se imaginar outras vidas em outros morros, cheios de flores e crianças a levitar em asas, com sorrisos a circular o perfume das flores. Refazer, refazendo e partindo para outros lugares. Refazer o eu. Quem sabe seres que renascem?Quem sabe seres que nunca morreram dentro de nós? Quantos vivos por lá passarão? Ora, basta um clique de memória, e tudo girará,girará, girará...
Essa é uma linguagem ampla: a vida é a rota para a morte. Poderá ser interrompida na criação dos sonhos, das fronteiras. O morro tem duplicidade mórfica: é substantivo ou verbo?
Todo o crescimento das últimas décadas - e para além delas - se deu em benefício dos que estão no topo.
