Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
No século XXI, precisamos superar a era do Combustível Fóssil para dar o próximo e grandioso salto evolutivo.
Os conceitos de alguns cidadões do século passado dependendo de seus status e meio em que sobreviveram, devem ser revistos, pois independentemente de suas visão epstemiologica, simplesmente estão descontextualizadas pra uma mais valia contemporânea.
Toda tecnologia acumulada até o século presente, não foi suficiente para saciar a fome e sede de justiça dos que sofrem fome e sede;
Em pleno século XXI tem gente que aínda acredita em "guru", para esses é difícil acreditar que estamos no mesmo barco sem entender o porque.
Pensando bem, o mal do século está longe de ser a depressão, o mal do século se chama INSENSIBILIDADE.
Ser diferente de outras pessoas em pleno século XXI, é o mesmo que um cordeiro em meio uma alcateia de lobos.
A maioria dos homens de hoje, em pleno século 21 são os mesmo da idade das cavernas, a única diferença é que ainda vivem não nas cavernas das montanhas e sim nas cavernas do seu egoísmo, da ignorância, da falta de amor ou caridade para com os da sua mesma espécie e sua própria família.
Já estamos vivendo no século da luz, não nos deixamos arrastar por baratas ilusões, mesmo que sejam bem intencionadas. Pois bem, as relações humanas são assim, compartilhada para que um torça para o outro de uma maneira gostosa, levando a sério aquele antigo lema: Pense e aja positivamente e, consequentemente, façamos realizar grandiosos projetos laçados aos nossos desejos e objetivos.
Não quero ser repetitiva, fazer o perfil romântica do século XVIII, hoje em dia nessa tal modernidade ninguém sabe o que é amor. Somente um inumerado de frases de poetas e escritores com os corações tão surrados quanto o nosso, isso nos faz esperar por algo que nunca vai acontecer.
Ser o maior escritor de literatura popular de todos os tempos? Ou ao menos do século? Não, obrigado. Eu me contento em imaginar você sorrindo ao ler qualquer frase que tenha lhe feito ser um pouquinho mais FELIZ.
É incrível que em pleno século XXI, existam tantas civilizações diferentes dividindo o mesmo espaço.
Que vergonha Sociedade Em Pleno Século XXI Julgando as Pessoas Por Sua Beleza Por Isso que No Fim O Brasil Não Passa de Mais um País subdesenvolvido
Quase meio século que o homem pisou na lua. De lá para cá a humanidade não melhorou. Continuamos nos matando e explorando a miséria.
As pessoas mudam. Não há nada de mal nisso. Mortal seria continuar sendo a mesma, num século onde nada dura.
Caramba, não suporto mais em pleno século 21 meninas por aí se acabando por homens. As que se acham "desapegadas" e acham que para isso precisam ficar com um e com outro, dançar até o dia amanhecer, demonstrar aos carinhas que só querem curtição sem nada mais sério, poxa, esse não é o ponto certo garota. Se ele terminou, você tem que demonstrar quem realmente foi que ele perdeu, se comportando assim ele não vai ter arrependimentos por ter terminado e sim certeza que fez a escolha certa. Desapegar, frase gostosa que precisa ser mais empregada e de maneira mais correta. Amar-se a si mesma, eis o ingrediente principal do desapego. Eu me amo, não preciso tapar um buraco que ele deixou, preciso me olhar no espelho e saber que quem perdeu foi ele e não eu. Preciso me valorizar igualmente, não preciso demonstrar que estou curtindo baladas, noitadas, porque quem faz questão de expor o que faz, nem sempre o faz. Então faça como eu, o melhor da vida, curta em off. Não demonstre que desapegou, apenas desapegue!
Infeliz do homem que acredita que a mulher é submissa em pleno século 21. Esse com certeza morrerá na praia e sozinho.
"Digam o que disserem, o mal do século é a solidão, estamos conectados nesse facebook, msn, internet mas passamos horas sozinhos de frente para essa tela, e isso é solidão, só que é uma solidão oculta que é bem maquiada pelas redes sociais que passam uma falsa sensação de prazer e companhia..."
Depois de meio século testemunhando o ioiô em que transformaram a política do país, me rendi à tese de que só nações que zeram tudo pelo caos conseguem romper com seu histórico de erros em moto-contínuo e renascer para um estado de maturidade política e desenvolvimento efetivo. Não alimento hoje qualquer esperança de que nossos governantes nos devolvam a prosperidade por decisões que nunca tomarão, mais até por intenção do que por incompetência. Em se concluindo que apenas a convulsão que se vê no horizonte terá força para mudar o estado de podridão em que nos mergulharam, que ao menos os alicerces de uma identidade obtida a duras penas se mantenha preservada quando renascermos das cinzas.
Neste século das “modernidades”, que bem poderia ser chamado de “a era das caras e bocas” por substituir o conteúdo pela vaidade concentrada no fútil, a qualidade - que um dia já foi a regra - cedeu espaço quase absoluto à quantidade daquilo que, em muito se peneirando, em muito pouco se distancia do nada.
