Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
O século XXI fé uma época atrasada em termos de cultura social e distante dos padrões espirituais, onde as relações de igualdade, fraternidade e liberdade permite fazer o que bem entender; mas, com a vinda do reino de Deus o Evangelho mostrou a todos que são derrotados, deprimidos e depentes de Sua misericórdia, por causa de seus pecados, de suas mentiras, de suas más intenções e de seus sonhos egoístas, fugindo da pureza espiritual, do bem-estar físico de seus familiares e. aciima de tudo, colocando seus interesses acima da salvação e dos própositos do Criador.
As igrejas do Século XXI não pregam dez por cento da ousadia, do poder e da sabedoria de Deus, visto que noventa por cento delas continua envolvida e andando nos mesmos conselhos do mundo.
Vivemos um século de anos ou menos e desfrutamos quase nossa da nossa existência por corrermos com propósitos errados.
No presente século os pregadores das igrejas perderam o propósito do poder do evangelho, pregando nos púlpitos apenas para os salvos, quando deveriam incentivar a igreja a dar testemunho da verdade a todos os tipos de pessoas perdidas.
Zelo pela família há de ser a questão eclesiástica mais pregada no presente século, em vista da corrupção social.
Os desafios de um século egoísta não passa de pulo no meio do fogo: se não queima o seu filme por trás, queima a sua paciência pela frente.
Os falsos espíritos do Século XXI podem ser vistos dentro do chiqueiro de porcos, próximo do rebanho, onde se manifestam os falsos profetas.
A igreja do Século XXI ouve o Evangelho somente quando vai à Casa do Senhor, aprendendo muito pouco como influenciar o mundo com fé, ousadia e conhecimento e sabendo quase nada sobre como se livrar das ciladas de Satanás, quando está fora dela.
A arte contemporânea do século XXI cada vez mais se afasta das possibilidades de ser uma plataforma artística madura expressada por uma técnica ao rigor da técnica, primorosa de execução aliada ao equilíbrio de bom gosto e passa a ser uma instalação mecânica quase pré-fabricada por sucatas como uma brincadeira de mau gosto, dentro do conceito ideia de humor negro, uma piada sem graça quando não avança no desrespeito da cultura, da fé e da filosofia dos outros.Espelho próprio de um período crítico de nossa atual sociedade, doente, individualista, egoísta, perversa, compulsiva, competitiva, fundamentalista, exclusivista, enlouquecida e selvagem.
Pelo menos, artístico-culturalmente o Brasil do século XXI deveria se sentir e se ver mais pobre e negro do que se sente.
Namoro no seculo XXI é assim mesmo, o namorado paga uma continha ali e faz uma gentileza com a continha aqui e vai se vivendo de amor. Mas eu não uso mais camisa vermelha para namorar pois em pouco tempo, a parceira antes de dizer que está com saudade me pergunta se dou com dinheiro para lhe ajudar. Estão me tirando de caixa 24 horas.Assim não dá.
Acredito na arte na sociedade contemporânea do seculo XXI que também desempenhe o papel transformador como plataforma de massa para educação, inclusão social e de gêneros, diminuição da miséria e fecunda cidadania.
A verdadeira arte no seculo XXI não é só fantasia e imaginação. Ela é vida e realidade, plataformas de oralidade para dentro da sociedade.
O Brasil do seculo XXI, índio-descendente ainda pouco se reconhece como resistência, arte e cultura.
O maior laboratório natural de bioquímica do planeta para o século XXI é a Amazônia e ainda se encontra adormecido e muito pouco conhecido. De lá ainda há de vir as mais completas respostas e melhores soluções para nossa desafiante bio-diversidade.
A nova pedagogia integral do século XXI hoje é muito menos formar pessoas segundo uma metodologia padrão e muito mais gerar opções reais e verdadeiras para que cada estudante possa, por sua própria vontade, liberdade e individualidade optar de forma clara e madura por suas escolhas.
Ofuscada e marginalizada pelo egoismo de Rodin e pelo machismo, finalmente no século XXI, Camille Claudel ganha seu próprio museu. A historia hoje em liberdade realizando correções de imposições machistas criminosas, erros e muita inveja....Eterna Camille Claudel, de coração rogo que Deus queira que o mundo da arte lhe conheça tao esplendorosa como você sempre foi dentro de seu particular sofrimento criativo. Guardando todas as devidas proporções, em outra época e por razões bem diferentes, nem tanto pelo machismo mas por questões de austeridades, temos no Brasil uma grande artista mulher que ainda não foi reconhecida pelo seu mérito de inventividade, criatividade e genialidade. Refiro me a a pintora, cantora, atriz e pianista caricaturista brasileira Rian - Nair de Tefé. Nair de Tefé Hermes da Fonseca foi a primeira-dama do Brasil de 1913 a 1914, como esposa do marechal Hermes da Fonseca. Notabilizada como a primeira caricaturista mulher do mundo mas sua obra precisa de uma profunda pesquisa e uma revisão histórica para que o Brasil e o mundo reconheçam todo seu esplendorosismo e genialidade nas belas artes no século XX .
O ser humano nas maiores cidades e periferias do mundo, acorda no seculo XXI em uma gigantesca crise cotidiana existencial. A hiper exposição digital mesmo que ficcional lhe trás diminutivos que não conhecia , avança então em uma desigual possibilidade tecnológica que o atrofia e distancia da realidade, de funil desce aquosamente para uma invisibilidade social própria dos que sofrem calados e não demonstram dor. Os resultados disto são catastróficos em termos de uma vida que sonha, que quer ser, dentro dos limites possíveis vazios e meios inadequados do que não é e fecunda ser isolado, até o desesperado momento que se implode, por alguns minutos tudo pode mudar, de vitima contumaz a ser eloquente protagonista da virada em loucura, sem volta e começa o inicio da revolta, não mais escarnecer e caminhar a deriva para o seu triste fim.
O grande cientista, profeta mecânico e visionário na defesa do ocidente para este século é Nikola Tesla, que os inimigos imperialistas orientais não conheceram e não acreditou.
Nas modernas sociedades urbanas do século XXI, o absurdo, o bizarro e as transgressões comportamentais crescem assustadoramente. As múltiplas personalidades antes travadas por sistemas elaborados de mentiras e duplicidades, com a internet ganham a liberdade por meio de perfis falsos pois o anonimato entre os pares é sempre garantido. O sigilo gera um propicio meio e uma blogosfera de abrigo. A escassez das oportunidades e a exigência da concorrência de mercado de ser sempre o melhor, o mais preparado e o mais espetacular, geram em silencio danoso submissões e masoquismos cada vez mais íntimos e atrativos. Poucas pessoas e muitos personagens. Afinal a perfeição em tudo distancia da verdadeira realidade humana.
