Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Sim, agradeço por vir
Sim, agradeço por poder deixar um pouco de mim antes de ir
Sim, talvez não seja o fim, talvez seja o recomeço.
Com o centro emocional sob o nosso controle, a tranquilidade e a confiança nos fará ter boa disposição, coragem, e confiança.
Somos a energia que emanamos!
O diabo é a força, a energia que habita dentro de você. Ocupa o espaço vazio da sua mente, colocando dentro de você: o medo da pobreza; da crítica; da perda da saúde; do amor; da velhice e da morte.
O diabo não habita, nem controla uma pessoa que pense.
A SEDE
Observo UM, que a água do poema, não lhe satisfaz o espírito.
Para sobreviver, entretanto, o banhista mergulha no rio da poesia.
Onde submerso abandona suas inquietudes.
somo movimento desejante.
Somos ação que transborda para além das margens da palavra e do pensamento.
Tempos chuvosos fazem parte de meus sentimentos, dividem espaço com emoções ao vento.
Suspiros e lágrimas profundas são retiradas. Assim como o ciclo d'água continua, quando o sol aquecer-me, tudo sumirá, consumirá, esperando um novo tempo aparecer.
minha vida se resume no inverno, tudo frio, congelado!
Uma sinfonia monótona de cores que só gostam de tais tempos, pessoas com gostos refinados...
Já se perguntou o quão necessário é ser feliz? Uma vida sem felicidade é angustiante, solitária e amarga!
Ame-se, conquiste o seu local de fala, viva a sua vida como bem entender, você merece!
Muito de nós ficamos envolvidos em projetos e trabalhos dos quais não gostamos, mas o pior é que também não sabemos o que nos completaria com propósito e alegria.
É preciso mergulhar em nosso interior para fazer emergir a nossa forca. O autoconhecimento é fundamental!
Quem encaminha apenas uma mensagem, sem um texto pessoal, não condiz com o que quer transmitir.
As pessoas se torna robóticas, frias elas apenas copiam e colam.
Sem diálogo, carinho ou apreço para quem enviou. Triste mas e realidade, um dia quem sabe saberá a diferença.
A bandeira olímpica foi idealizada pelo barão de Coubertin em 1913 e oficializada em 1914. É toda branca com 5 anéis entrelaçados, que representam os cinco continentes (azul, Europa; amarelo, Ásia; negro, África; verde, Oceânia; e vermelho, América. Com estas cinco cores podem ser compostas todas as bandeiras do mundo.
Em "Curiosidades do Mundo", Editorial Notícias Quarto Minguante.
Uma mulher foi a autora da primeira obra literária de todos os tempos. Murasaki Shibiku, uma japonesa da classe nobre, escreveu, no ano 1007, um livro chamado A História de Genji, que contava as aventuras de um príncipe em busca do amor e sabedoria. A pessoa que escreveu o maior número de romances na história da literatura também é uma mulher. Barbara Cartlandé autora de nada menos do que 733, que venderam mais de mil milhões de exemplares em mais de 36 idiomas, fazendo dela também a autora de romances mais vendida do mundo.
Em "Curiosidades do Mundo", Editorial Notícias Quarto Minguante.
Uma pepita de ouro puro do tamanho de uma caixa de fósforos pode ser esmagada e alisada numa fina folha do tamanho de um campo de ténis.»
Em "Curiosidades do Mundo", Editorial Notícias Quarto Minguante.
O poeta deixa saudade e a poesia se eterniza.
O poeta deixa saudade, e sua alma se encontra com a eternidade,
E a poesia ultrapassa o tempo
Os dois se eternizam.
Por que Cristo?
Porque sua honestidade a meu respeito revela quem sou sem as máscaras do meu orgulho.
Força minha linda, vamos vencer!
Temos conosco O mais forte,
DEUS
Nesta hora Ele se manifesta, e mostra
ao mundo através de nós,
o quanto vale a pena confiar N'Ele
😃🙌🏽🙏🏼
O mundo é dos loucos:
Quem considera-se normal morrerá na mesmice de nunca ter tentado derrubar suas barreiras interiores e enxergar o melhor do agora, do hoje; Busque a evolução sem medos e barreiras, praticando e fazendo o bem, sendo feliz, amando e sendo amado, vivendo de verdade a cada instante do tempo.
Frankestein e Drácula nasceram em 1916 numa casa de Genebra, onde o poeta Percy Shelley, a sua amante, Mary Wollstonecraft, Lord Byron e o seu amigo John Polidori passavam o Verão. Sem nada para fazer, inventaram um concurso de histórias de terror para passar o tempo. As dr Byron e de Shelley perderam-se, mas as de Mary e Polidori, dois escritores medíocres, tornaram-se clássicos da literatura. Polidori teve pouca sorte. O seu conto chamava-se The Vampire (O Vampiro), mas a sua ideia foi aproveitada, mais tarde, por Bram Stoker, que se celebrizou com ela, enquanto o verdadeiro autor ficou irremediavelmente sepultada no esquecimento.
[Em "Curiosidades do Mundo", Editorial Notícias Quarto Minguante; página 35]
