Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Eu nunca deixei de pensar em você. Todos os dias você vem... às vezes em forma de memória, outras vezes como o lembrete silencioso de que você é (e sempre será) o amor da minha vida. ❤️🩹
O que hoje é ferida, amanhã é cicatriz... e toda cicatriz é a assinatura do que te fez mais forte. Amar alguém que não fica é uma forma de santidade: é amar sem possuir.
Nem toda sorte é bênção, nem todo azar é castigo. Alguns azares têm gosto de eternidade e, no fundo, são mais doces do que a sorte que apenas passa.
Geralmente, o mundo me admira… Mas de que vale o brilho dos olhos alheios, se os teus me lançam à escuridão? És tu, a única que importa, quem me despedaça em silêncio... e eu, feito mendigo do teu afeto, aceito morrer um pouco toda vez que me olhas como se eu fosse nada.
Agora, o que restou de nós são apenas lembranças. Entre a tristeza e a solidão, ainda encontro forças para um breve sorriso... aquele que nasce ao recordar a intensidade da paixão que um dia tive por ti.
Espere por mim... Porque isso não pode simplesmente acontecer, não desse jeito, não com esse vazio. É impossível dividir assim as nossas vidas, como se fosse simples separar o que nasceu entrelaçado. A solidão que se instalou entre a gente pesa, o silêncio dentro de mim grita, e essa inquietação de ver a vida passar sem o teu amor me consome pouco a pouco. Por isso, te peço… não vá tão longe. Espere por mim. Ainda há algo em nós que o tempo não conseguiu apagar.
Você é a minha quintessência, não aquilo que se revela de imediato, mas o que sustenta tudo em silêncio. Entre a terra que me ancora, a água que me atravessa, o ar que me eleva e o fogo que me consome, é você quem permanece além, o quinto elemento que não pesa, mas dá sentido a tudo o que sou. Em você, o amor deixa de ser matéria comum e se torna substância rara, invisível aos olhos apressados, mas poderosa o bastante para mover constelações inteiras dentro do peito. Como o éter dos antigos, você habita o que é alto e intangível, o que não se toca, mas governa, o que não se vê, mas conduz.
As emoções são lâminas de dois gumes: quando reconhecidas e governadas, aprofundam a vida, dão sentido às escolhas e ampliam nossa humanidade... quando ignoradas ou deixadas sem freio, passam a nos conduzir, corroendo a razão, distorcendo a realidade e, pouco a pouco, nos consumindo por dentro.
A falta dela não foi só ausência... foi erosão. Um pouco de mim ficou em cada lembrança, em cada silêncio que se alongou demais. E hoje, quando tento me reconhecer, encontro espaços vazios onde antes havia sentido. Talvez o que mais doa não seja o que ela levou… mas o quanto eu precisei mudar para continuar existindo sem ela.
Que você não apenas conquiste tudo o que é capaz... porque isso você já faz, mas que escolha com precisão o que realmente importa, encontre alguém (ou alguns) que consigam caminhar na sua mesma profundidade e, principalmente, permita-se reconhecer suas próprias vitórias sem imediatamente fugir para a próxima batalha.
Dizem que só desejamos aquilo que não possuímos. Talvez seja verdade. Mas o que realmente se torna inesquecível não é, necessariamente, o que foi mais intenso, e sim o que terminou cedo demais. Porque o tempo não teve a chance de transformar encanto em rotina, nem promessas em decepções. Restou apenas a dúvida que nunca encontra resposta: e se tivesse dado certo? Às vezes, não é o amor que sobrevive... é a possibilidade que nunca morreu.
Alguns amores não foram feitos para serem vividos... pois são verdadeiras maldições: não permanecem em nossas vidas, mas duram para sempre dentro de nós.
Num relacionamento, pessoas dissimuladas são as piores, pois elas fingem que amam, só para ter aquela pessoa doce ao lado, mas depois que aparece uma outra pessoa, aparentemente melhor, a 1ª pessoa simplesmente se torna inútil.
A cada insignificância que você dá importância, você perde uma porção do seu tempo presente e uma porção do seu tempo futuro.
A humanidade vive cercada por utopias universais, onde a criação de conceitos define a vida. Contudo, não há definição para tal.
Senescência de uma geração sofrida, onde as atividades de vida geraram as motivações reflexivas. Porém surgem as dificuldades biológicas, transformando os momentos de satisfação em histórias. Contagem de um relógio eloquente, onde os ponteiros não são viventes. Mas seguimos com algumas fórmulas, cuja as análises distorcem os prazeres da vida. Funcionalidade limitada em testes, e a humanidade se vê em um contexto deprimente.
Oh tempo que venera as mudanças de rotinas, literaturas cuja as páginas não respondem as dúvidas coletivas. Mas da poeira surgem as alegrias de um instante, onde uma página cativa os leitores estranhos. Entretanto surgem as arestas de um livro esquecido, onde a memorização se torna um aprendizado repentino. Versos que transcrevem os pensares longínquos, revelando um grande otimismo. E assim viram às páginas amareladas, chamando o interesse de várias gargalhadas.
No entanto o clima se modifica, havendo perspicazes nas trilhas. Natureza que constrói vossos caminhos, transformando as consciência em um evolucionismo. Mas criam uma cultura, cuja a sociedade não expressa os ideais funcionais. Ausências de oportunidades construtivistas, mas as emoções não foram sentidas. Despertares de uma ilusão egípcia, onde a escravidão era surpreendida.
Sentimentos que se desenvolvem no cotidiano atarefado, mas funcionalidade que se perde no tempo desconectado. Sol que descarrega suas vibrações espaciais, no deslocar deturpado por ideais. Mas a vida segue um fluxo itinerário, onde o relógio demonstra os fatos. Temperaturas que se elevam, após o campo ser abaixado. Perda de uma guarda contraposta, onde os minerais apresentam histórias. Sensações corporais em desequilíbrio, e conhecerás as ideologias atuais de perigo.
Hoje procura-se pela natureza, mas a soberba destrói as destrezas. Lutam pela preservação, no intuito de manter a própria extinção. Ideologias que divergem na vida, mas forças malignas que ditam as vidas. Junção de pensamentos, onde a reunião foi de eterno sofrimento. Mas seguem por trilhas perdidas, demonstrando as vertentes de tais vidas. Como não pensar na sociedade, onde à cultura se desfaz em meio uma enxurrada de ideais?
