Oh tempo que venera as mudanças de... Anderson do Nascimento Costa
Oh tempo que venera as mudanças de rotinas, literaturas cuja as páginas não respondem as dúvidas coletivas. Mas da poeira surgem as alegrias de um instante, onde uma página cativa os leitores estranhos. Entretanto surgem as arestas de um livro esquecido, onde a memorização se torna um aprendizado repentino. Versos que transcrevem os pensares longínquos, revelando um grande otimismo. E assim viram às páginas amareladas, chamando o interesse de várias gargalhadas.
