Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
A motivação profunda do CISFA sempre se importando vem diretamente dos ensinamentos de Jesus Cristo, que servem de guia para todas as suas ações. A passagem bíblica de Mateus 25:40, "Tudo o que fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes", é o pilar fundamental que sustenta o grupo.
Para a CISFA sempre se importando cada acto de bondade, por menor que seja, é um acto de adoração e serviço a Deus. Essa fé se manifesta no lema da organização: "Sempre se importando, unidos pelo cuidado, movidos pelo amor sobre a orientação do Senhor Jesus Cristo no seu mandamento, amar o próximo como a si mesmo.
A primeira actividade do grupo CISFA sempre se importando foi dia 28 de maio de 2022 e foi uma “garrafinha solidária” que arrecadou 4.500,00 kwanzas, com os valores arrecadados comprou se fraldas Descartáveis e entregou se a uma mãe que havia acabado de dar a luz à uma linda criança no bairro da vila Matilde, (Malanje).
A missão do CISFA sempre se importando se traduz em ações concretas. Mais do que ajudar, o grupo se dedica a distribuir alimentos, visitar hospitais e oferecer apoio a pessoas carentes, enxergando em cada indivíduo não apenas uma necessidade, mas um irmão. Essa abordagem é a essência do que eles fazem, e é por isso que a atuação da organização vai além da simples assistência, buscando construir laços de carinho e respeito.
“Poucos nulos reais não *estacam* a hemorragia e sagram. Uma sangria lenta, calma, quase desleal. Mas é pré‑requisito para o sucesso não sensorial.”
Da união profunda entre Simão do Rosário Miango e Feliciana José Domingos nasceu Sifell — a palavra que o amor criou para traduzir o que o dicionário não conseguia explicar.
Não sei se devo perguntar, mas como devo ser pra você me amar? Não se preocupe com a resposta, minha insuficiência me ajuda a me adaptar.
Às vezes, a maior força mora justamente no homem que já não consegue levantar sozinho, mas continua acordando todos os dias para enfrentar o próprio corpo.
Viver minha liberdade, sem aceitar as liberdades dos outros , me faz um psicopata de desejos e impulsos.
Um adolescente doente, tentando mudar algo que nunca entendeu e talvez nunca entenderá, é uma fase da vida que não dá para replicar, a revolta antiga sonhos passados, o que queria para um futuro mas não vai alcançar.
As tragédias que o tempo não nos deixam revisar e voltar fazer diferente tentar consertar ...O paradoxo eu.
O grito da mídia domina você, quer dormir acordar sempre ao teu lado te fazer de irmão te fazer de escravo.
Por mais real que ainda pareça ser, as mentiras bem contadas dizem que nosso choro é em vão, mas são clichês repetitivos ao longo de milhares de anos, mas não me parecem reais.
O mundo pela janela e os muros dessa prisão, fazem da minha vida numa história um filme, de ficção, meus olhos nos olhos dela numa cena de emoção.
O sujeito pode passar a vida inteira dizendo que é racional demais pra essas coisas, que religião é invenção humana, que tudo se explica pela ciência. Mas basta o elevador balançar, o telefone tocar de madrugada ou o coração apertar numa rua vazia depois da meia-noite… e o homem procura alguma proteção invisível. Nem que seja dentro dele mesmo.
O Rio não permite soberba por muito tempo. A paisagem é divina, mas a vida cobra pedágio. Entre o mar e o morro, entre o cartão-postal e a sirene, o povo aprende cedo que ninguém controla tudo. E talvez seja daí que nasça essa mistura tão brasileira de fé, superstição, respeito e sobrevivência.
Morar no Rio de Janeiro é aprender que coragem não é ausência de medo; é vestir o medo e mesmo assim pegar o ônibus, atravessar a rua, abrir a porta de casa e seguir vivendo.
Quem carrega um terreiro de paz dentro de si percebe essas coisas. Aprende a selecionar companhia, palavra e energia. Não por arrogância, mas por sobrevivência emocional. Porque a alma também pega poluição.
Tem gente que entra na praia como quem entra numa igreja. Pisa devagar. Olha pro horizonte. Faz silêncio por dentro. Pede licença pra rainha do mar. Outros passam pela mata e sentem um arrepio antigo, como se os galhos observassem a humanidade com paciência milenar. Há quem, depois da meia-noite, diminua o tom de voz em certas esquinas, não por medo apenas, mas por respeito ao povo da rua, aos invisíveis, aos que caminham entre a fé e o mistério.
Talvez seja esse o maior ato de resistência dos tempos atuais: continuar oferecendo harmonia num mundo viciado em conflito. Continuar respeitando quando tudo incentiva o desrespeito. Continuar acreditando nas pessoas depois de tantas decepções.
