Poesias que Falam da Natureza
O homem moderno é um DEUS: egoísta, vaidoso e orgulhoso. Ele se rende a tecnologia, destrói a natureza e extermina os animais.
O homem historicamente guia-se por sua prepotência pensando ser o que não é. Ele somente pode ser convencido do que seja sua verdadeira natureza na medida em que abraça uma verdade que represente estes novos tempos de grande decisão com uma solução integral para as grandes questões existenciais.
A lição da aranha é nunca ser gananciosa. Mostra que objetos de necessidade podem ser objetos de beleza e arte também. A aranha nos ensina que podemos ser facilmente arrebatados por nós mesmos.
Querer o impossível, optar pelo difícil, seguindo a sugestão do sentimento de conquista, sem se dar conta que no natural das coisas a vida só segue o fluxo .
"Não é sobre aparência. Todo ser humano é bom, da testa para cima e do queixo para baixo. Entre eles, porém, revela-se a verdadeira face".
É incrível como a correria do dia a dia nos desumaniza, nos rouba os sentidos sem que nos demos conta. Passamos pelo mesmo local todo dia, olhamos para a mesma coisa incontáveis vezes e por incrível que pareça nos desviamos dela sem enxergar, sem ouvir, sem sentir. Não escutamos o aviso, o apelo silencioso da natureza nos convindando a uma reflexão. Até o dia em que o inevitável acontece, que a cobrança chega e com juros. Só então, percebemos que os sinais estavam todos ali na nossa cara, mas nós não enxergamos, não ouvimos e não sentimos nada.
O Menino do Mucuri carrega na sua alma o verdadeiro espírito de liberdade, enxerga em cada árvore a beleza exuberante da natureza, cujo vento conduz as folhas secas ao caminho da justiça, e tudo que resta do arbusto é fruto do amor capaz de refutar a estupidez que brota do coração dos homens.
A força, a inteligência e a espiritualidade são recursos natos do ser humano. O desafio é o equilíbrio destes recursos buscando a melhor adaptação que a natureza nos solicita para sobreviver de forma saudável o maior tempo possível.
As mudanças climáticas são reflexos de uma humanidade consumista e alinhadas as ambições dos capitalistas. Ambos são os destruidores da natureza e do futuro das crianças.
Um dos sentimentos conflitantes mais estranhos é a sensação de querer estar errada. Isso vai contra a natureza humana.
Uma melhor compreensão do mundo natural não só nos valoriza como seres humanos, mas também pode ser aproveitada para um bem maior, levando a uma melhor saúde e qualidade de vida.
Toda vez cometem os mesmos erros. E toda vez morrem. Porque não conseguem se livrar das emoções. É isso que os torna fracos. É a maior falha da natureza humana. Não se deve agir por amor, raiva, ódio. São apenas sentimentos tolos que poluem a mente.
Um pensamento virou o mundo dela de ponta-cabeça. A ideia de que nosso conhecimento é limitado e de que é impossível sabermos se as coisas são o que parecem. Estamos adormecidos, inconscientes da verdadeira natureza das coisas.
Amar de olhos fechados, significa amar indistintamente, pessoas, animais e plantas, na forma como a natureza se apresenta. É o amor semeado por Deus.
Incondicional amor que sinto advindo do além, onde não sou capaz de enxergar. Muitos presumem o amor apenas a pessoas, enquanto pode-se encontrá-lo no silêncio das noites estreladas, ou, na paz da natureza verdejante. Falar sobre amor como um todo não é fácil, dado que a beleza não está no falar, mas no sentir.
A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos.
O ser humano vive às escuras: não sabe de onde veio nem para onde vai, também não conhece a completa natureza das coisa e tampouco a si mesmo. Clóvis Rosa, 1943 (inspirado em Göethe).
O dia se apresenta belo, aurora incrível, brisa com prenúncio de primavera, encantadora, recheios de chilreios de bem-te-vis; mais uma oportunidade que a vida nos proporciona para viver a plenitude da felicidade contemplando o néctar do prazer e a rara beleza da natureza.
Desacelerar dói, mas liberta. E, se liberta, pode curar. Ah, de vez em quando, corra contra o vento e veja as coisas de cabeça para baixo. Isso faz bem para aquilo que muitas vezes não damos valor, até perdermos.
Nem sempre é fácil, mas nada que um pôr do sol, um afeto, um luar, uma paisagem, não ajeite dentro pra ter forças fora.
