Poesias que Falam da Natureza
Descarrilhado
Natureza
Pra ser
Natureza
Precisa
De quatro
Estação
Trem de ferro
Esse trem
Só de uma
Só uma
E tá bão
Café com pão
Café com pão
Café com pão
Muita força
Muita força
Muita força
Vou depressa
Vou correndo
Que só levo
Pouca gente
Pouca gente
Pouca gente
Pouca gente...
Onde
E como
Buscar
Ideias
Para
Melhor
Entender
A natureza
Da realidade
A dimensão
Social
E
Espiritual
É só
Ser humano?
O que
Fazer
Para
Melhor
Entender
O sentido
Do conhecimento
E da existência
A pluralidade
Das coisas
Do que há
Você & Sítio
Na quietude do sítio
Onde o tempo
Se curva
À melodia da natureza
A alma encontra
A sinfonia da terra
E o espírito se eleva
Na dança cósmica
De sua existência
"Na quietude do sítio, onde o tempo se curva à melodia da natureza, a alma encontra a sinfonia da terra e o espírito se eleva na dança cósmica da existência."
1. Deus se revela na beleza da natureza.
2. O céu azul é um abraço de Deus.
3. Cada flor é um toque divino na terra.
4. O vento sussurra a voz de Deus.
5. A natureza é a assinatura de Deus no mundo.
6. Deus pinta o pôr do sol todos os dias.
7. O mar reflete a grandeza do Criador.
8. Em cada árvore, há um pedaço do céu.
9. O canto dos pássaros é louvor a Deus.
10. A chuva é Deus regando a vida.
1. Deus guia os pássaros no céu e a alma na jornada.
2. A natureza canta, os pássaros voam, Deus cuida.
3. O vento sussurra, os pássaros dançam, Deus está aqui.
4. Cada amanhecer é Deus pintando a vida com luz.
5. Os pássaros confiam no céu, eu confio em Deus.
6. Na imensidão da natureza, sinto o abraço de Deus.
7. O canto dos pássaros é oração em forma de melodia.
8. Deus fez a natureza para que nela encontrássemos paz.
9. No voo dos pássaros, a liberdade que Deus nos dá.
10. A beleza da criação reflete o amor de Deus.
Não vá a igreja, Vá a floresta.
Você não vai encontrar a sua essência longe da natureza.
Nós somos parte indivisível da natureza.
É por isso que o ser humano sofre e se sente vazio desde que foi separado do universo.
Natureza humana
Discos: concepção abstrata
Vinil e CD, rádio ou tevê
Natureza humana pacata
Não há nada para ver!
Estranha desilusão mortal
Perdição, rendição fortuita
Nem o bem e nem o mal
São uma escolha gratuita
Os espectros do cemitério
Fazem os malditos gritarem
Sim, eles me tiram do sério
E essas crianças a chorarem
Muito barulho sem perdão
Há um túmulo em aberto
Aguardando os que virão
Para o seu endereço certo
A pomba da paz é carne
Na mesa do consumismo
Não chore! Já é tarde!
Aceite o seu ostracismo.
Dois olhos, uma árvore
Eu e a natureza
Abro a janela e é o que vejo, o verde
Mas a verdade é que nem tudo são flores (ou folhas)
Há situações que são espinhos, como a moça de verde na calçada
De verdade, meus olhos nunca foram tão facilmente convencidos a olhar
Olhar uma estrela caminhar sobre o chão
Mas estrela, o que te trazes aqui?
Eu mesmo respondo, visivelmente vejo seus motivos
Era uma tática, mais uma tentativa astral de me tirar o foco do que realmente importa
Meu pé de laranja lima, com suas lindas folhas cor de natureza, naturalmente verdadeiro.
Tudo que você possuir em sua forma material vem da natureza desse gigante planeta, algo que modificaram e suas origens apagaram.
Aos pobres mortais restam penas desiguais, simples animais imaginam sempre ser mais.
Livres por condição, aprisionam-se por opção, congelam sua mortalidade correndo atrás apenas de falsas verdades.
Cada segundo passado esquecem no mesmo minuto, idealizam um amanhã humilhando seu próprio futuro.
Um dia que se passa sempre quer outro dia, e isso está errado, o certo é que é sim MENOS um dia de vida: Cada minuto é um minuto perdido, cada momento é raro e precisa ser perfeitamente aproveitado.
Conscientes da sua própria mortalidade talvez a desgraça reinasse menos. Um dia fecharão os olhos e nunca mais irão abrir, nem aqui nem outra dimensão, apenas ossos sem função, apesar de terem o cérebro de fato o mais complexo é também o mais sem reflexo.
O tempo tem que ser encarado como um investimento positivo e um dia enriquecerá-se de bons sentimentos, enxerguem seu fim e cuidem-se enfim...
Tudo que você possuir em sua forma artificial provem da natureza, desse gigante planeta, algo que modificaram e suas origens eliminaram.
Aos pobres mortais restam penas desiguais, simples animais imaginam sempre serem mais.
Livres por condição, aprisionam-se por opção,
congelam sua dignidade correndo atrás apenas de falsas verdades.
Coletividade individual paira sem final.
Cada segundo passado evapora-se instantaneamente, idealizam um amanhã humilhando antecipadamente um incerto futuro desejado, fantasiado. Apenas maquiado...
Cada minuto é um minuto perdido, cada momento é único e precisa ser perfeitamente aproveitado.
Conscientes da sua própria mortalidade talvez a desgraça não reinasse e a vida plena a todos prolongasse.
Num piscar fecharam os olhos e nunca mais os abrirão, nem aqui nem em outra dimensão, apenas ossos sem nenhuma função.
Apesar de terem o cérebro, de fato, o mais complexo,
é também o mais sem reflexo.
O tempo tem que ser encarado como um investimento positivo,
sempre com respeito enriquecera-se de bons sentimentos.
Enxerguem seu fim, vigiem enfim...
SOBRE A REENCARNAÇÃO:
“Absurda. Toda geração é na mesma natureza dos seus progenitores. Os coelhos geram coelhinhos; as rosas, rosinhas... Os seres humanos não gerariam um homenzinho, senão somente um corpo, sem espírito?! A alma espiritual viria de fora? A alma humana seria uma amálgama de milhares de personalidades, até inimigas dos pais, inclusive as mais perversas?!”
Um legado.
Na aurora da filosofia, o pensamento se ergueu,
Buscando na natureza o que o mito escondeu.
Pré-socráticos, os primeiros a questionar,
O mundo sensível, a arché a desvendar.
Tales, o sábio, na água encontrou a origem,
Anaxímenes, no ar, a essência que dirige.
Heráclito, o obscuro, no fogo a transformação,
Parmênides, o ser imutável, a ilusão em ação.
Pitágoras, nos números, a harmonia perfeita,
Empédocles, nos quatro elementos, a receita.
Anaxágoras, nas sementes, a diversidade,
Demócrito, nos átomos, a realidade.
A physis, a natureza, em constante movimento,
A busca pela verdade, um eterno experimento.
A razão desperta, a mitologia se desfaz,
O período pré-socrático, um legado que nos traz.
Setembro.
Quando se perde a natureza do ser
Os olhos não vêm mais beleza
E toda poesia se veste feita uma valsa triste
E não a ar que nos abrigue em um mundo de solidão,
A tanto tempo eu procuro E são tantas noites sem dormir
O que estávamos procurando está fora de casa .
O que tanto aguardamos não volta com suas asas.
Perseguidos pelo mundo
Escondendo o rosto e coragem
Um caminho longo
Na vida curta
Só mais uma estrada triste
Um dia cinza outra alma sem par
E medo me persegue nas noites pesadelos
Durante o dia tormento e desespero
Não sou tão forte,
quanto antes.
Quando criança sentia mês pés firmes
no chão,
hoje já não sei andar descalço.
Hoje já não sinto a terra.
Estou preso nessa selva sem ar.
E o amor hoje voa longe, gostaria de velo outra vez bater suas asas em direção mim, sei que hoje ela vive em
outro Jardim.
Eu vejo a vida passar,
E o tempo me maltrata, me tirando as folhas sinto meu tronco rachando, assim
como meu peito.
Sou uma árvore presta a estimação.
Sou o fruto jogado no chão.
Sou o passado, mais não vejo futuro
nessa escuridão.
Todo amor que um dia conheci,
hoje é somente cinza poluindo meu coração...
PauloRockCesar
Ambiência
Gosto donde vivo e do que vejo
A exuberância da natureza me fascina
Nossa fauna, nossa flora é de muitos o desejo
Triste ver o homem sendo máquina assassina
A natureza é um quadro
pintado pelo Criador
que sabe mesclar nuances
de uma beleza infinda,
vejo-as enquanto a mente vagueia
e na poesia simples
minh'alma livre passeia...
Da natureza procuro ser guardiã,
até à uma folhinha seca dou valor,
a natureza é nossa mãe, nosso amanhã,
precisa ser preservada com amor
Suave plangência em gotas sutis,
doces murmúrios em canção
sob a regência da natureza
vão alegrando o nosso coração
No jardim as flores dançam
felizes e juntinhas à melodia
assim como em nossa alma
há agradecimentos por mais este dia
Vem a leve chuvinha,
cai devagar em doce prece,
a natureza se esbalda
e verdejando agradece...
Pingos, pingos, pinguinhos,
chuva calma e persistente,
que devagar, bem de mansinho,
é para todos um grande presente
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