Poesias para Professores
Passar por momentos difíceis não nos torna frios, apenas nos ensina a proteger o que ainda sentimos.
O tempo passou, a saudade apertou. O tempo passou, a dor se curou. O tempo passou, uma verdade ensinou: somos todos passageiros do tempo.
É um grande suicídio quando: um aluno, um estudante, um académico, um professor, um filósofo, um instrutor, um formador, um guia, um revolucionário, um patriota, um artista, e um profissional, o ano termina sem ler nenhuma obra literária.
A vida ensina-nos que nem tudo vem de 'bandeja'. Certas coisas são conquistadas com muito sacrifício. O que vem de 'bandeja' depressa se vai. O que é fruto do suor dura mais e é muito valorizado. Mas nada pode ser adquirido sem perseverança.
"Não há um único modo de ensinar ou aprender. O saber se constrói de muitas formas, e cada um percebe a verdade e o sentido da vida de um jeito único."
Matumbo diplomatizado - alguém que passou pelo sistema de ensino formal, mas não desenvolveu pensamento crítico, nem autonomia intelectual. É alguém com título acadêmico, mas sem consciência transformadora.
Matumbo diplomatizado: é toda pessoa, embora escolarizado e certificado por instituições de ensino, permanece aprisionado em estruturas mentais colonizadas, arrogantes e descomprometidas com a emancipação do outro. É alguém que sabe, mas não entende; que repete, mas não questiona; que ostenta, mas não liberta.
"Todo aquele que se diz mestre, mas não ensina que o mundo é um vale de lágrimas e a vida, um mar de incertezas e provações — exigindo, portanto, o cultivo das virtudes: amor, humildade, sabedoria, prudência, fortaleza, fé e esperança — é, em verdade, um corruptor de almas. O coração de sua falsa missão é o próprio ego, e suas aspirações estão nas glórias e louvores deste mundo."
A alimentação consciente também nos ensina a olhar para cada refeição com profundidade: não apenas o que colocamos no prato, mas como comemos com presença, gratidão e atenção. Cada colherada se torna um abraço, cada refeição um encontro, cada sabor uma memória viva.
O ensino fundamental, pra mim, era como a fase entre o girino e o sapo -- acho que podemos dizer que é um período de transformações grotescas.
Meu pai era ferreiro. Ele me ensinou que o bambu é uma barreira que separa o guerreiro do espírito. Um corte preciso conecta o guerreiro à sua espada. Se o espírito dele é forte, os dois tornam-se um só.
A vida é um mar de incertezas, onde cada onda que se quebra nos ensina a navegar pelas profundezas do desconhecido, revelando que a verdadeira riqueza está nas nossas respostas e nas lições que aprendemos ao longo do caminho.
A felicidade é uma busca constante que nos ensina a olhar além do óbvio; é nos olhos do passado que encontramos risos e lágrimas, enquanto no presente, com carinho e saudades, cultivamos a esperança de um futuro onde cada desafio se transforma em fé, permitindo-nos enxergar que a verdadeira plenitude está em valorizar cada instante da jornada.
O Direito ensinou-me a argumentar. A vida ensinou-me a calar. E entre um e outro, aprendi que nem tudo o que é legal é justo — e nem tudo o que é justo é legal.
"A pobreza no berço ensina a dureza da terra, mas o espírito que nela floresce sabe que seu destino é alcançar o céu."
Quanto a mim, quando desejei aprender, era para adquirir conhecimento, e não para ensinar; sempre acreditei que, antes de instruir os outros, era preciso começar sabendo o suficiente para si.
Tem uma frase do Bukowski que diz “não há nada que ensine mais do que se reorganizar depois do fracasso e seguir em frente”. E é por aí. A gente tem que seguir. Pode demorar para remendar o que ficou bagunçado. Pode doer juntar os cacos do coração. A saudade pode machucar os passos. Mas seguir em frente é necessário quando algumas histórias e alguns amores precisam ficar para trás. E acredito que antes da certeza de seguir, precisamos ter a convicção do que devemos deixar para trás. Tem histórias que não nos cabem mais. Tem pessoas que não merecem a noite que a gente perde pensando nelas. E até o clichê do “se fosse bom seria presente e não passado” vale em alguns casos. A gente precisa se apegar a essa esperança no tempo das coisas. Na fé de que tudo passa. E que a estrela da vida sempre volta a brilhar para nos guiar nessa viagem de amor bonita. Uma viagem onde levamos babagem para a próxima experiência. Para a próxima vivência. Para uma próxima história de amor. Pois um fim jamais deve acabar com esse sentimento que existe dentro da gente.
O fato é que todo ser humano, independente de sua função — artista, médico, poeta, professor, alpinista, pescador, pedreiro, engenheiro, presidente ou imperador —, vive simulando um projeto de vida. Todos, a seu modo, tentam iludir o tempo, como quem constrói uma ponte sobre o abismo da morte. Acreditam, secretamente ou abertamente, que a finitude não é um problema sem solução. Buscam algo maior do que si mesmos: um gesto, uma obra, um afeto, um nome, uma fé — qualquer coisa que possa tocar a eternidade."
Nenhum pensamento ou frase é autêntica: tudo foi aprendido com nossos avós, pais, professores ou alguns livros que lemos. O restante é uma combinação de tudo isto.
Não guardo rancor de quem tentou me derrubar, entendo que cada queda ensinou algo. Minha gratidão vai pra quem estendeu a mão, acreditou em mim e me inspirou a seguir o caminho.
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