Poesias de Pedro Bandeira Mariana
A nossa vida é como o jogo de xadrez. Quando o jogo acaba, o rei e o peão voltam para mesma caixa. Quando a vida acaba, o rico e o pobre voltam para o mesmo chão.
O pintor que não enxergar antecipadamente sua tela concluída, nem adianta preparar os pincéis. Assim é tudo na vida.
Não sei explicar como me sinto mais não estou bem, a solitude já não está mais comigo. É uma dor imensa não conseguir estar comigo mesmo. A minha presença me inquieta.
Só será capaz de compreender-me aquele cuja a fonte de conhecimento é o coração, do contrário me verás como um mistério insolucionavel.
A morte não me assusta. Ela é uma parte do processo da vida. O que mais me assusta e não usufruir plenamente do maior presente dado pelo Criador chamado vida.
Ao invés, de ter um guarda- roupa com muitos vestuários da moda opto por ter uma biblioteca repleta de livros.
Qualquer tipo de crença religiosa, seja ela qual for! Precisa te ajudar no crescimento das suas asas e não cortá-las!
Não gostamos, mas dores são necessárias para a vida. Alerta sobre os perigos, diz quando algo está errado e precisa de tratamento. Nos afasta de tudo que é extremo [calor, frio]. Nos leva ao médico. A dor espiritual também. Um mundo rosa ou azul, não existe, senão por ilusões. A sociedade nos impõe a alegria como obrigação, como ingrediente do sucesso. A alegria ostentada nas redes. Não! Somos humanos! Temos direito de viver as tristezas. Aprender, crescer, nos fortalecer, a despeito e, principalmente, por via delas. Sucesso não é obtido ignorando dores, mas pela exercício de resiliência diante delas.
A melhor opção de vida é ser feliz, fazer o outro feliz e amar sem restrições, conforme Jesus nos ensina. Por isso, ame e serás feliz.
Derrama tuas bênçãos sobre nós, Nossa Senhora, e ajuda-nos a superar as dificuldades. Que teu amor nos acompanhe e tua santidade ilumine nossos corações.
O chamado e as atividades Pastorais, exigem daqueles que abraçam tal oficio, qualificações que irão delinear entre tais pessoas, os que movem-se pelo chamado de Deus , e os que apenas são escravos dos seus próprios interesses carnais.
O sofrimento pode nos destruir ou nos construir, ambos podem ser bom se o sofrimento destruir em nós o orgulho, a prepotência, o ceticismo e construir a fé, a perseverança, a huildade e etc.
O idealista deseja que todos vivam em um mundo melhor. O ideológico deseja a sua visão de mundo para todos, supondo-se possuidor da verdade incontestável.
Quando a pessoa tem um padrão destrutivo de escolha (dedo podre) ela pode conhecer pessoas íntegras, mas irá distorcer transformando-a em errada, e logo depois buscar afeto em pessoas fúteis e rasas.
Quando nos apaixonamos sem ter contato mais aprofundado com a pessoa passamos a criar algo que esperamos dela e não o que ela realmente é e quer de nós. É aí que nos frustramos ao tomar contato com a pessoa real e seus desejos.
Nada a temer para quem crê no Divino, fé inabalável no invisível, muito amor no coração e sempre de frente para encarar os desafios.
Acreditar já é o primeiro degrau atingido daquilo que se queres atingir. O restante vem com o tempo através, de esforço e de persistência.
Muitos homens são ambiciosos por riquezas materiais mas não pelo imaterial. Desconsideram o valor da autoanálise e a grandeza da humildade para mudar de pensamentos e atitudes, conforme necessário.
Tenhamos a voz terna em meio à tempestade, o olhar paciente em meio à inquietude, as mãos pacificadoras em meio à guerra e, em todo tempo, a Verdade nos lábios. Dessa maneira, acumularemos brasas vivas na cabeça das pessoas que nos atacam.
