Poesias de Pedro Bandeira Mariana
O Juramento à Bandeira Nacional é o ato mais imponente das fileiras do glorioso Exército Brasileiro. O sentimento é único!
Portanto, parabenizo-a e dou as minhas boas vindas aos novos integrantes da família Verde Oliva (V.O). Eu afirmo que não há mais volta!
Deus, Pátria e Família!
Brasil acima de tudo e Deus acima de todos!
É tanta gente reclamando da justiça
brasileira, é tanta gente levantando
bandeira, mas são poucos os que pagam
pra curar a ferida social.
Os intolerantes são chatos,
levantam a bandeira do
insensato,a graça da vida
é ser meio desregrado.
Pátria amada idolatrada que não abandona seus filhos;
No verde de sua bandeira, a esperança de um povo heroico;
No amarelo do sol da liberdade, os raios que acalentam seus filhos;
No azul do céu, o futuro que espelha essa grandeza e o desejo de conseguirmos conquistá-lo com braços fortes, desafiando a própria morte;
No branco da pureza de um povo, que estará sempre acreditando na ordem e no progresso do amanhã;
Povo determinado e que não foge a luta quando chamado;
Terra dourada e amada, onde nossos bosques tem mais vida e beleza;
Que o seu amanhã a partir de agora seja de paz, glórias e muita justiça
Bandeira vermelha
A bandeira vermelha desbotou
Representando ela a vergonha
De um grupo que saiu do poder
E perdeu a força de barganha
O sapo barbudo está velhinho
Fugindo de variadas acusações
Seria, mesmo assim, inocente?
Antes crer em fadas e dragões
A famosa estrela já não brilha
O céu é nebuloso para alguns
Como ao filho mais importante
Da Microrregião de Garanhuns
Nosso país está a se endireitar
Em uma tentativa de melhora
Rejeitando o pessoal canhoto
Para voltar a enxergar aurora
Mas tudo passa, tudo passará
Não é, meu caro Nelson Ned?
Aguardemos os dias futuros
De sonhar, nada nos impede.
Meu Pará
A culpa é do paraense...
Que chega lá fora e já vai hasteando a sua bandeira
Égua do caboco pávulo!
Que carrega na mala, com orgulho, a sua cultura.
Que não esconde o seu gosto por um bom açaí, daquele grosso, que acompanha o peixe frito, o charque, a farinha d'água ou de tapioca; da maniçoba, do tacacá, do chibé e do famoso pato no tucupi.
Que conta as horas para tomar banho de rio, se embrenhar na mata ou apenas se embalar numa rede.
Que conta, todo prosa, do mar de gente que se reúne para assistir o Círio de Nazaré
Que disputa um pedacinho da corda, mostrando o tamanho de sua fé!
E quando toca tecnobrega, calypso, carimbó ou siriá?
O caboco pai d'égua, já começa a dançar!
É parente, pensa num povo contente!
O paraense pode até sair do Pará, mas o Pará, com certeza, jamais sai dessa gente.
Um novo sol iluminou
De azul e branco essa bandeira
São 100 anos de histórias
Portela, passado de glórias
Salve Osvaldo Cruz e Madureira *(BIS)*
Num centenário de felicidades
Portela faz vibrar seu pavilhão
O mundo se rendeu a esse manto
Que Antônio Caetano assim criou
Paulo Benjamim de Oliveira
Edificou essa raiz
Natal, homem forte da Portela
Tornou essa raiz mais bela, vitoriosa e feliz (.feliz) *Refrão*
Aniceto da Portela,
Alberto Lonato e Ventura
Antônio Rufino e Mijinha
Alcides Malandro Histórico
Chico Santana, Armando Santos, Manacéia e Casquinha
Cela da Alma
Entre concreto e ferro, a mente vaga no fluxo... Liberdade não é bandeira, não é hino é ter a parada certa no peito, mesmo se o mundo te engoliu no trecho. Na cela escura, o coração é o único rolê sem custódia.
Quem tá de consciência limpa não teme a sombra do juízo. “Mano, o sistema pode trancar o corpo, mas o pensamento voa tipo pipa sem linha.” Na quebrada do cárcere, a paz é o traço mais rebelde: não se vende, não se rende.
Enquanto o tempo rasteja na parede, a alma dá um grau... Saber que não deve nada é a única cela que não tem grade.
Como Neruda
Quisera eu fazer poesia como Neruda
no entanto, que bandeira ei de erguer
com a minha poesia ativista?
Nas Américas de hoje não há mais luta
nem disputa, nem suor nem sangue
nem cicuta. Sobretudo na América
onde vivo, se respira um ar putrefato
de hipocrisia ideológica, a América Latina de hoje é uma latrina de corrupção fisiológica.
Então farei poesia de protesto
contra a falta de honra dos poetas
dos homens públicos e privados
este é o meu último desejo
Por aqui
temos o privilégio
sem igual
de avistar
o magnífico verde:
da Bandeira Nacional
Nas cores inúmeras
do Patrimônio Natural,
temos a expressão
da Soberania Nacional.
Na Rua Fedele Berri,
somos brindados
com a beleza sem igual
do Pico do Montanhão.
É através dele que
todos nós temos
dias repletos
de inspiração,...
Um torrão de terra
bem cuidado fala
muito a respeito
de uma Nação.
A Bandeira Nacional não é da esquerda ou da direita, ela pertence à nossa população. Não deem monopólio da Bandeira, dos nossos símbolos e da nossa
História a classe política e suas respectivas militâncias.
Recordando as bandeiras
atrás de cada um,
A bandeira da Pátria
atrás da Justiça,
A bandeira da Justiça
atrás de vocês sabem quem,
e até agora nada
mudou sem ver a quem.
Lamentando persisto nestes
versos latino-americanos
para salvarem a vida
do General e de uma tropa,
enquanto houver tempo
de fazer o quê é certo e o Bem.
O General continua preso
desde o dia treze de março
do ano de dois mil e dezoito
por ter falado pacificamente
ao coração da Nação,
Em meio a uma reunião
pacífica ele foi levado a prisão.
Onde não há escrúpulos
falar em encontro, perdão
e reconciliação para uns
é algo que os tira o chão,
Gente que não se permite
ser livre e dar a libertação.
A bandeira vermelha
foi hasteada junto ao sol
na cúpula sagrada
da mesquita de Jamkarān,
Depois do brutal crime
o Império perdeu
a sua última cartada sã.
O ataúde do General
Soleimani passou
por mim e nem
o tempo esquecerá,
E ao Império
ninguém perdoará.
A dança do Deus da Guerra
ao blues do fim do mundo
não há quem não
esteja farto de escutar,
Pedindo em oração
a Deus para Israel
se livrar das garras
do Império e se libertar.
O lado considerado
mais fraco da história
nunca mais há de se livrar
e nunca irá emancipar;
Os povos deveriam
se unir para rechaçar
qualquer sinal de guerra
que o Império vier
a se manifestar.
Vejo o mundo em um
momento crucial,
Há quem ofende o outro
por selvagem para
intimidar quem não
convive com ditadura
como se fosse algo
corriqueiro e normal;
É vendo o giro do mundo
que encontro força
para seguir pedindo
pela liberdade dos povos,
da tropa e do General.
Dançando liberta
vestida de negro
com bandeira
da Nicarágua
amarrada no peito,
Ao som da marimba
e do ritmo folclórico
do mesmo jeito
relmbrou o dia
em que foi capturada.
Passou um
ano na prisão
porque foi vítima
da ignorância alheia,
Hoje ela livre festeja
a própria liberdade
e de cada preso
de consciência.
A espera de saber
de Milagro Sala,
Pergunto onde
e como está
o General,
E ninguém me fala.
A bandeira é
visivelmente
monocromática,
Das crianças
o bloqueio
não tem tido
misericórdia,
E por elas
o poder não
tem dado conta
da prevenção,
Parece ironia:
três oficiais
leais a revolução
torturados
pela revolução,
Prova que não
há nenhum
visível diálogo,
e sim monólogo.
Não se sabe
mais notícias
das amadas
do inocente
General
e do Tenente
Coronel,
Só se sabe
que elas foram
aprisionadas.
Sei que é facil
criticar daqui,
O sol nascente
do Esequibo,
A Mãe anciã
impedida de
ver o filho,
E tem sido
só agonia:
As pessoas
se rendem
por covardia,
discutindo
o inútil entre
si ao invés
de se unirem.
Uma vergonha
Que na vida
Não passarei:
É a de prestar
Continência
À bandeira
Do Império
Porque nasci
Descalça,
Brasileira
E ao poder
Não me
Agarrarei,
Na minha
Áurea tenho
O hemisfério.
Não repito
Lema do
Passado,
Não aplaudo
Quem entoa
Tão pesado
Fardo exaurido:
'Brasil ame-o
ou deixei-o',
Na minha
Alma tenho
O indígeno
E o mistério.
No meu peito
Está escrito
Com o brilho
Das estrelas
Do céu da Pátria,
Com o verde
Das matas,
Com o amarelo
Das nossas
Riquezas,
E com o
Amazônico
Azul do mar
Que com toda
A mística
Consigno:
Brasil ame-o
ou ame-o.
Ninguém pode pisar
na Bandeira do meu País
cantando, dançando
e em nenhuma hipótese;
A Bandeira do meu País
e sagrada como a poesia
que a liberdade prega.
Defendo as tradições
da minha Pátria,
de muitas outras
e da nossa América Latina.
Em mim também
vive o Libertador
em cada reclamo pelo General,
pela tropa, pelo velho
tupamaro e por paisanos
que tenho feito com ardor.
A minha Bandeira Nacional
leva o teu nome
meu magnífico Pau-Brasil,
As tuas sementes de amor enfeitam,
tingem com beijos
e os corações sempre inundam
de amor, paixão e contentamento.
Bandeira do Bicentenário
Deste pequeno rincão
de Santa Catarina
que se chama Rodeio
com o mesmo espírito
da primeira amorosa
Bandeira da Independência.
Com o verde do Pico
do Montanhão como
representação
da vegetação brasileira
versejo com o meu
nacionalismo romântico.
Com o amarelo o ouro
do Sol que beija as matas
e as riquezas que muitas
delas não estão
nas profundezas da terra:
(umas se arrastam, nadam,
têm asas e outras quatro patas).
Com o azul da Amazônia
oceânica, com a cor
do nosso céu aberto
e dos nossos rios brasileiros
que escrevem o Poemário Nacional
regando lavouras de amor,
proporcionando o sustento
e perpetuando a vida.
Com o branco que aqui
se escreve perene
o desejo de paz terrenal
de vinte e sete estrelas,
Por mim, por ti e por nós:
a Bandeira do Bicentenário
em ondeamento
transbordando votos
de Ordem e Progresso
por estes dois séculos.
