Poesias de Ódio
Cuidado! Muitos que se dizem seus amigos e amigas se chegarão a ti apenas por três motivos. DESTRUIR, ROUBAR E MATAR. DESTRUIR tudo o que te faz feliz,
sua familia, seu amor, seu carro, seu trabalho... ROUBAR sua paz... e MATAR seus sonhos e tudo aquilo que te faz vencedor. AMIGOS CONTA-SE NOS DEDOS, o resto conta-se nas estrelas.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio o farfalhar das folhas, o doce e sereno bailar das árvores.
Odeio o bafejar do vento, que me assopra a face.
Odeio o pôr do Sol, cuja beleza sublime me remete a ela, minha beldade.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio o cantarolar dos pássaros e a balbúrdia da cidade.
Odeio tantas coisas, mas eu odeio mesmo é essa distância, nossa saudade.
Odeio a mentira, mas, por tantas vezes, também odiei a verdade.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio ter que me reencontrar todas as vezes em que me perco no castanho dos seus olhos, meu mar de serenidade.
Odeio sua boca, pois, mesmo estando tão perto da minha, a distância que as separa vai daqui até Marte.
Às vezes, odeio amar-te.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio meu corpo, pois quando está deslizando sobre o seu, me queima a pele e an alma arde.
Odeio toda religião, pois fiz somente de ti minha divindade.
Odeio as estrelas e a Lua, porque o brilho e a palidez me lembram suas fases.
E por lembrar-me amiúde de ti, amada minha, é que eu amo o fim de tarde…
Ela se estremecia a cada toque.
Lembro-me do ébano da pele, que a cada beijo parecia dar choque.
A boca, que bosquejava meu corpo, parecia-me que ao deslizar pelo meu eu, fazia-me mais forte.
Sou Deus, demônio; sou pecado, sou bênção; do seu amor, escravo; da solidão, consorte.
Azar meu amar você, queria odiar-lhe, mas não tenho sorte.
Fiz o que podia, o que posso e você, fazer algo por nós, nunca pode.
Eu até tentei esquecê-la, mas ao aceirar minha labuta, recordo-me que ela se estremecia a cada beijo, a cada palavra, a cada toque...
“Cômico, anos atrás, ela me indagou.
- Por que, ultimamente, tens sido um todo de ódio e rancor?
Respondi-a aos risos, com um certo torpor.
- Ora, como não odiar o mundo, quando cada batida de meu coração, lhe presta uma serenata de amor?
- Como posso amar o mundo, quando quem fiz de meu mundo, me negou amor?
- Não sou capaz de amar a todos, não sou Cristo, nosso Senhor.
Naquele momento, ela corou.
Vi em sua face, aquele belo e inconfundível rubor.
O que me assola, minha amiga, é que ela sabe que o mundo é só terror.
Ela parece ter medo da felicidade, tenta a todo custo, apagar a chama da minha paixão, tem menos medo da infelicidade, que do meu amor.
Recordo-me, minha amiga, que naquele dia, ela chorou.
De súbito, me abraçou.
Embalou-se em meus braços, nossos olhos digladiaram-se, o corpo dela tremia, até mesmo o Vesúvio, invejaria o nosso calor.
Ela fitou-me os lábios, mas não me beijou.
Foi-se embora, sumiu por dias, não me ligou.
Hoje ela retornou.
Cômico, minha amiga, novamente ela me indagou.
- Naquela noite eu fui feliz, não sei o que me aconteceu, o que foi aquele fervor?
Respondi-a aos risos, com um certo torpor.
- Naquela noite fora amada, aquilo foi amor…” - EDSON, Wikney – Cartas à Minha Amiga
No véu da noite, onde a luz não ousa,
cresce o fel que o peito não cala.
Ódio escorre, denso, nas veias,
como veneno que nunca se embala.
Queima lento, sem chama visível,
mas deixa cinzas em cada olhar.
Rancor é corvo de asas negras,
sempre pronto a pousar e ficar.
Não há perdão sob este céu sombrio,
só memórias afiadas como punhal.
O coração, outrora abrigo,
agora é templo do mal.
E o tempo — cúmplice desse tormento —
ri das feridas sem cura ou cor.
Pois onde o ódio finca seu trono,
floresce o império do rancor.
O amor quando se transforma em ódio é uma das armas mais "ferinte" que existe, pois atinge o alvo precisamente sem uma mira precisa.
"Nada acaba tudo se transforma..."
Então que o amor se torne ódio, que o casal se torne amigo, que a fidelidade transforme em traição, que o que era pra vida toda, acabe agora, que a confiança se torne receio, que o laço que nos une se quebre, que o tudo se torne nada ou que nada se torne tudo, que o vice-versa seja versa-vice. Cansei de me preocupar, de cuidar, de querer, de lutar e deslumbrar a eternidade e a perfeição, percebi que nada poderá só depender de mim, tem o desejo e o desejado que te deseja. Eu tenho opção você também tem o direto a sua, então tomemos as rédias dos nossos caminhos e vamos seguir pra qualquer direção, sem culpa...
Dor de amor
desilusão.
Amor... ódio
decepção.
Um dia cinza
uma noite de escuridão.
O amor e suas cicatrizes,
desaparece o chão...
fica um vazio no coração..
Se a vida lhe der alguém melhor do que eu,
é ilusão... é ilusão... é ilusão.
As vezes,você chora:
de ódio,ciume,perda,amor...
Ou você fica feliz:
por um novo amigo,um novo amor...
Ou você não se entende:
♥ ? ♥♥
O pior que podemos ter por alguém é Nada.
O ódio, a raiva, a tristeza, por mais sórdidos que sejam, ainda são sentimentos... Mas o nada não se define.
A precipitação leva ao erro,
O erro leva a mágoa, a mágoa,
A uma vida de ódio e rancor,
Essa tristeza sendo armazenada
Que estraga os momentos bons,
A felicidade sendo jogada fora
Por ações falhas e que seguirão
Conosco até nosso último momento.
Entre o Amor e Ódio existe uma linha tênue que divide dois sentimentos tão imensos.
É por isso que alguém pode amar e odiar com tanta intensidade de uma hora para outra.
É esta proximidade de dois sentimentos tão opostos que causa muitas vezes tanto sofrimento.
Na natureza tudo que muda tão rápido causa grandes turbulências, entre amor e ódio não é diferente.
O amor e o ódio caminham lado à lado .
Porém onde o amor impera o ódio não se instala .
Mas, se se instala, é porque o amor
ou se perverteu ou jamais existiu .
Quem está livre do apego, quem não tem ódio nem medo, merece o título de sábio.
Aquele que usa a mente no controle dos sentidos, praticando a reforma interior e agindo com desapego, é digno de ser louvado.
Eu sou seu ódio,você é meu amor, eu sou sua luxúria, você é minha droga do amor,
A única que me cura.
Essa fraqueza do ódio que tem se fortalecido entre conhecidos e desconhecidos, parece causar diferenciada dor, pois existe amor.
Um amor torpe descabido sem medidas que oras se escancara e outra é inibido, como um grito que estava preso, que sentindo o momento de se libertar não escolhe hora ou lugar, e sai estrondoso estourando tímpanos num conjunto há verbalizar um tipo de crendices, cretinice, idiotices, mediocres... mas juram ser por amor.
Kaab
Como diz Cynthia Luz : "O Ódio vem para ensinar "
Por quantas vezes veio aqueles momento em que te fez querer reagir, logo se arrependeu porque essa ação só te faz ser inferior a tal coisa ou pessoa. É ai que você aprende a não se rebaixar a ninguém, a ter o controle de si. Hipocrisia? Não, Sabedoria !
E tem o amor...
Que se transforma em dor
Que se transforma em mágoa
Que se transforma em ódio
Que se transforma em nada
Não existe coisa mais bizarra, do que gente falando de amor e usando palavras de ódio.
Quanto ódio nesse seu amor!
"Ódio do bem"... É assim que fala?
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