Poesias de Luis de Camoes Liberdade
É melhor saber que existem pessoas falando mal de nós, do que abrirmos nossa própria boca pra fazer o mesmo, esta vai se tornando uma celeuma, carregada de discurso de ódio, que ataca nossos ouvidos, sendo um veneno que fere nossa própria alma.
Experiência é como um rio de águas límpidas a nos edificar e presentear, passa nos lava e continua em outro lugar a passar, sem se prender, deixa suas belezas e seus presentes, seguindo seu curso infinito a ensinar, quem poderá dizer aqui está.
Feliz será uma sociedade, que tendo como valores culturais em sua formação, a lembrança do próprio ser e dos porquês da existência humana, ensinando primordialmente a busca pelo motivo do viver, sabendo que se buscarem somente o ter e o próprio ser, enquanto personalidade, constatará, que este é efêmero e se curva perante àquilo que é eterno em nós, desta forma evitará desastres e desvios da própria conduta Humana.
Boas línguas, dizem que a solidão é o egoísmo da solicitude, devido uma necessidade urgente, que faz com que os sábios saiam de sua plenitude, socorrendo a decadência de muitas gerações.
Compreensão nasce com o ser é um atributo de sua dignidade, que segue-o pelo tempo dado pela observação, somando experiências ao longo da vida, pra quando chegar determinado momento, este contribuir com uma organização e consequente agrupamento de fatos, possibilitando a estrutura dos efeitos nas e pelas causas, já devidamente catalogadas pela própria essência, evitando a possibilidade na repetição de erros, considerando que os acertos são de atos mais eficazes e próximos da própria condição humana, são elementos naturais, que fazem da vida algo mais inteligente, já que a idade tende a "nostalgiar" a perfeição do ser.
Os exemplos não pertencem ao homem, é uma visão das experiências, pra um presente se tornar, dado este apenas como um professor e sinalizador, que nos ensinando algo e se livre o for de julgos, nos beneficia em sabedoria, não se identificar como sendo este processo é enriquecedor.
Intuição é o silêncio da sabedoria e seu tom é em talento de guia, não precisa necessariamente vê-la e ouvi-la, basta senti-la, se percebê-la encontrará passividade, esta nasce de uma consequente fé, de uma intrínseca certeza, embora não vista é evidente, clara e eficiente, é uma sublime jóia, se te orientar por ela, identificando-a por consequência, esta certamente te livrará das desmotivações ilusórias, sugerida por ela, te protegendo em sua música e essência nascente, pois que certamente esta é uma mãe em nosso caminho.
Se a gentileza for genuína, se diferenciará de manifestações que sugerem interesses, uma vez que esta é abundante em si mesma, e se revelará para embelezar a vida daqueles com os quais queremos compartilha-la.
É a providência Divina que nos permite experienciar a vida de fato, sempre surge, mas esta é muitas vezes sutil, e pode ser observada normalmente por almas nobres, ocorre naturalmente e necessariamente por um motivo de diligência, dado de sua própria grandeza, quando esta se dá, traz bem aventurança ao assistido e grandes transformações a sua volta, que se manifestam de muitas maneiras, são como milagres, e, em geral trazem grandes mudanças de consciência para o ser, os tornando cada vez mais humanos.
A prudência é uma vestimenta que nos impede tolices, esta requer perícia e sensatez, para atravessar normalmente um momento difícil, vestir-nos com este traje para nos acautelarmos, se faz necessário, Já que nos permite evitar adversidades que possam surgir pelo caminho, e, consequentemente abertura com indisposições, por meio de opiniões indiscutíveis, que podem gerar conflitos maiores, já que ainda, não houve reconhecimento dos envolvidos a respeito dos fatos e suas consequências previsíveis.
Em tempo de lutas quem poderá dizer que a unidade não é a morada da beleza, certamente em lume a vitória possa de fato se estabelecer, e, por sábias reflexões, colher bons frutos em todos os seres, principalmente por àqueles que necessitam da graça pra se restabelecer.
A modernidade social não exige aproximação, no entanto, é categórica quando diz respeito a compreensão e necessidade de seu verdadeiro significado, sê sábio uso, adquirente será, agregando conhecimento, desta forma, encontrará saúde do corpo interno e externo, por via da consciência, sê ignorante deliberado, refém se torna, sendo sujeito dos efeitos da irracionalidade individual e coletiva, advinda de seu mal uso, tendo como consequência diversas classificações (pandemicas), principalmente as psíquicas.
A felicidade é como uma brisa que chega e toca nosso coração, vem da alegria de outrem, em estado de consciência ou não, ela passa por nós e pode erradicar tristezas, se de fato verdadeira e não como um simples rompante externo.
“Não existe fase mais dramática e aflitiva, mas ao mesmo tempo mais libertadora do que matar uma soma gigantesca de pormenores para iniciar uma nova fase “
Estudar é conquistar a arte de Picasso, a filosofia e a matemática de Platão, a lógica de Aristóteles, a crítica de Kant, a liberdade de Locke, a física de Newton e a educação de Foucault, a audácia de Beethoven na 3ª sinfonia. É conquistar os sonhos como Walt Disney.
Só a pequena moça de cabelos grandes sabe o motivo de ainda querer sofrer pelo lado errado das coisas que pelo desconcerto do mundo se tornam certas.
"Toda autoridade que censurar os advogados que defendem as causas de seus clientes, na verdade, busca calar a voz do direito e amordaçar a liberdade de expressão."
É... A vida é um eco de nossas ações. Mas é preciso usar as oportunidades pra encarar a vida, digo, ficar relembrando o passado não é bom, e é, se esse passado for digno de ser lembrado. É como a história que eu sempre costumo falar: "qual é o peso do copo de água que eu seguro em minha mão?". Pois é, o peso desse copo vai depender do tempo que você vai levar esse passado consigo. Lembrei da parte da letra da música da Florece: "É tão difícil dançar com o demônio nas costas, então sacuda e derrube-o e liberte-se, liberte-se, ou simplesmente: shak it out!
O futuro pertence àqueles que respeitam o direito individual e cumprem seus deveres como ato contínuo, pois, respeitar o próximo vai muito além de aceitar ou pouco se importar, mas sim, corresponder aos fatos do seu conhecimento com empatia a própria liberdade. É nosso dever respeitar o direito do outro, assim como é dever dele respeitar o nosso direito.
A falta de clareza em relação aos nossos verdadeiros anseios na contemporaneidade resulta, paradoxalmente, da liberdade, que se tornou o principal entrave ao desejo, em vez da repressão.
