Poesias de Gregorio de Matos Guerra
Vejo nos seus olhos a guerra da sua alma, vejo no seu corpo a frieza que esfria sua alma, vejo no seu sorriso o levantar da sua alma, mas o que ver em mim? -Apenas um corpo.
Às vezes esses poemas que nos tocam a alma vem de um coração estilhaçado pela guerra do sentimento e a razão que é viver.
No momento estamos em uma guerra ultrapassada de direita e esquerda, que no final ambas tem o mesmo proposito, controlar o povo de formas diferentes. Acredito que daqui um tempo talvez 20 anos aparece um coletivo de pessoas competentes. Até lá estamos condenados a isso.
Sigo amigo de todos enquanto me torno meu maior inimigo, manter amizade consigo é declarar guerra com todos a volta.
O século 21 marca a era do extremismo político no Brasil e prevê um século 22 de pós guerra. Estamos no meio do furdunço.
O amor pode enfraquecer o homem antes da guerra, mas se ele estiver nos braços certos, pode dar a ele esperanças e fortalecimento.
Acredito num futuro próspero, num mundo sem guerra. Acredito num planeta limpo com crianças brincando nas ruas.
A busca por conhecimento é um guerra desleal. O que você aprende hoje, amanhã já não é 100% verdade ou validado.
Ela sabia do tamanho da guerra que enfrentava, mas sabiamente entendia que era infinitamente menor que o Deus que ela serve. Fé para vencer!
Fomos concebidos pela guerra. Ou acreditas que o espermatozóide que o gerou chegou ao óvulo da sua mãe negociando?
Senhor cuidai dos humildes, dos simples, dos oprimidos! É tanta guerra, violência, fome.. tudo por causa de dinheiro, poder e ganância! Cuidai dos seus filhos inocentes Senhor!🙏🏼
Ninguém consegue vencer uma guerra, quando se torna desacreditado, sem estratégia, visivelmente apresenta diversas variações, arrumando ou atraindo para si a cada novo dia, novos inimigos...!
E você espera que se algum dia ele te bater, que seja sem querer. Que seja em uma guerra de travesseiros.
"A BATALHA ESTA ME MACHUCANDO, MAIS AINDA TEM A GUERRA QUE VIRÁ PARA ME DESTRUIR. AGORA É AGUARDAR OS CORVOS RODEAREM MEU CORPO, PARA QUE NO ULTIMO SUSPIRO MINHA ALMA SEJA LIBERTADA E EU NÃO POSSA MAIS SENTIR ESSA DOR".
Guerra urbana. Quem paga é o cidadão que não impõe uma arma nas mãos. Morre baleado no ponto quando então vão dizer que a bala era perdida, mas deixou de ser perdida ao encontrar mais um cidadão. Pura indignação! !
Vivemos em uma guerra diária onde nosso maior desafio é enfrentar nossos medos. Só sabe viver de verdade aqueles que tem coragem suficiente para enfrentá-los.
Quando ganhares uma guerra, não se preocupe com o que a História vai escrever sobre você. Invente a sua própria história.
