Poesias de Estrelas
(...) Foi assim quando caminhei sozinho, acima de mim apenas as estrelas e a lua... ao meu redor o mundo se fez mundo e se calou diante da solidão. Quando você estava ao meu lado, tudo era banal, e agora que está longe, tudo é tão sensível e complicado. Creio que o desprazer de sua ausência não possa curar essa angústia, que já não é digna de habitar em meu ser. Mas também creio com mais forças, que um dia, a vida me trará toda a felicidade, por outrora perdida num inferno sem fim. (...)
O prazer de viver a magnitude pode te acarretar a brilhar mais do que as estrelas! Basta tu seres o que tu sempre és, e que a brisa suave me traga todo o amanhecer o teu perfume.
Se um dia estiver só e precisar conversar e não poder me alcançar , olhe pras estrelas e veja a mais forte e brilhantes dela , isso será meu grito de amor chamando por você
A estrelas do céu e a nossa constelação de raios e luzes em sintonia com a energia cósmica tendo o óctuplo de rocha e domínio que brota a terra em perfeita sondagem que absorve os raios de sol. Os homens estão em desarmonia e a força que emerge de nós mesmo é o empenho de uma nova era secular.
... e pelos caminhos iluminados de sol, vê-se a noite de uma lua rodeada de estrelas e de amores disfarçados de aurora que adornam o amanhecer de um dia ensolarado que não anoitece... nesse amor adormecido cortejei meu único farol... lacrimejado das desoras que amei.
O beijo não encontrou os lábios e mais nada. A lua não brilhou pois não tinha céu, mas, as estrelas reluziram por ser apenas estrelas, e o céu se tornou de repente um adminículo no alvorecer, pois entre a luz e o escuro, nada se sobressai a não ser o sereno, o beijo são confidências para um nada que se transforma em prazer.
O verdadeiro amor é como as estrelas no céu, brilhando com uma paixão que ilumina nosso universo e guia os corações enamorados através da imensidão do tempo e do espaço.
Eternamente gravado nas estrelas, o nosso amor é um poema celestial, escrito pelo próprio Deus no firmamento das constelações do Universo.
Nas estrelas, Deus escreveu o destino de dois corações que se encontram e revelam o amor verdadeiro, florescendo no tempo perfeito de Sua Vontade
Deus, a Eterna Fonte de Amor, escreveu nas estrelas o amor puro e verdadeiro entre dois corações que se encontraram, unindo suas almas em uma paixão celestial destinada a brilhar pela Eternidade.
Quando nosso espírito está iluminado pela Divina Luz do Senhor, nos tornamos estrelas da Graça de Deus, iluminando os corações que nos rodeiam!
Alguns corações são como estrelas que iluminam mundos, são como sol que nos aquece, fazendo toda vida florescer. Alguns corações trazem consigo luz que não se apaga e a essência do amor infinito de Deus.
Iluminados por Deus nos tornamos estrelas iluminando vidas, a nossa bondade,caridade eamor,deixam um rastro brilhanteda Divina Luz nocéu de cada coração.
Sempre olhei para o céu para contemplar as estrelas, mas descobri que existem estrelas aqui mesmo na Terra, iluminando o céu do nosso coração!
O verdadeiro amor faz o mar ficar mais azul, o sol mais dourado e as estrelas do céu brilharem mesmo de dia!
Não preciso dizer pra você continuar brilhando, porque estrelas brilham, seria o mesmo que pedir para a água não molhar, ao fogo não queimar, ao vento não soprar, e à terra não girar.
Dizem que as estrelas do mar sonham em ser estrelas do céu, porém as que estão lá no espaço infinito, também sonham em estar em outro lugar, sentir a água, serem também estrelas do mar!
As estrelas imbuídas em mim, têm a luminosidade do 'A'. Nesse compasso, aparentemente brilhante, sou trilhas, livros. Promessas, adjacente, distante...
As estrelas não vão aparecer hoje, mas continuemos com o nosso serão Cristão: Soaram cânticos depois do terço, uma voz afinada solfejava, dó(la), ré(la), mi(la), fá(la), só(la), lá(la), si(la), dó(la), era o meu imortal pai, que Deus o tenha. Um relâmpago seguido de um trovão pôs em pânico os alegres e acérrimos cristãos que ocupavam a assumpta capelinha quente com o astral elevadíssimo. Apagaram-se os candeeiros, a escuridão como uma abóbada envolveu-nos, aos apalpões fomos todos obedecendo a ordem de uma voz que vinha da garganta sôfrega do meu pai, vamos sair um por um, 1º os da primeira fila, depois os a seguir até chegar a minha vez, dizia ele. A capelinha de bancos corridos era pequena como um enxame espantado por uma pedra lançada por um menino insurrecto, inundou o seu pátio de homens e mulheres que se chocavam uns contra os outros com o grau de entropia superior ao esperado num sistema termodinâmico. Neste instante relampejou de novo e a trovoada ensurdeceu os presentes que aos gritos aproveitaram-se da luz celestial que por aí passou (relâmpago), sem deixar vítimas, para encontrar caminhos para as casas. A confusão vivida durante a noite não entristeceu os aldeões, todos alegres como de costume apareceram nas orações da manhã antes de partirem para as suas actividades diárias e esqueceram-se da noite turbulenta vivida. Mas o inspector geral e o presidente do grupo da legião de Maria convocaram os catequistas da aldeia e os anciãos...
