Poesias de Escritores Famosos sobre Amor
CANETA-MANÍACOS: pessoas viciadas em canetas...
Não podem ver uma caneta "dando sopa" que "passam a mão". É um ato inconsciente, tipo: quando vê, já foi.
Os caneta-maníacos têm sempre mais de uma em suas bolsas/malas, mas bastou precisar assinar alguma coisa pra pedirem emprestado. E daí, "do nada", outra caneta aparece em suas coleções, que possuem os mais diversos modelos, inclusive as usadas até o talo e também aquelas de brindes com propagandas. Muitas nem foram ou são usadas, mas para os caneta-maníacos caneta nunca é de mais.
Os caneta-maníacos também compram e quando necessário pedem, mas preferem mesmo ganhar sem pedir, ou adotar aquela caneta em estado de solidão profunda.
Caneta Bic é o que não falta, e por essa razão os caneta-maníacos separam algumas no caso de alguém pedir emprestado, colocam papelzinho com nome no tubo pra garantir que ela será devolvida.
Quando um caneta-maníaco te emprestar uma caneta e disser: “pode levar”, saiba que ele gosta muito de você! E se for uma de suas preferidas então, tenha a certeza de que ele te ama!
Caneta-maníacos geralmente são escritores, e por isso são acometidos por outras manias, que são as de colecionar cadernos (agendas, bloquinhos, cadernetas), livros e revistas de palavras cruzadas. Na verdade uma mania acaba levando a outra.
Muito cuidado com os caneta-maníacos! Eles estão por toda parte... Já imaginou que você pode estar, neste exato momento, lendo um texto em que um caneta-maníaco rascunhou com sua caneta?
Obs: texto fictício.
(Antes que me julguem... Não tenho cleptomania e não estou afirmando que colecionadores a tenham, mesmo porque o transtorno não tem associação com a mania de colecionar e sim com a necessidade de um prazer momentâneo e não significativo).
SONETO á uma MUSA
Óóóó MUSA encantadora, teu sinônimo ativa meu sonhar
És a estrela mor de meu firmamento
És coadjuvante de meu viver
Contigo brilho, sem sou um ofusco apenado...
Te busco incessantemente ou pereço
Você energiza meu viver
Dedico a você o meu EU
Já polido pelo continuo esforço de ti buscar...
Com você sou vida
Sem me ofereço ao cortejo funesto,
Ao negro sombrio dos inválidos...
Sua recusa me ofende e ofendido me entrego
Por ti doaria meu corpo dilacerado a cova de faminto leões
Estou partindo, tão simplesmente, ADEUS...
Escrever é uma construção de pensamentos.
É escrever e reescrever a mesma coisa uma e outra vez até que faça sentido. É pensar e repensar até você mesmo(a) se entender.
É colocar no papel cada pequeno pensamento, não importa o quão louco ou ingênuo possa parecer, e de repente você percebe que escreveu uma página inteira, e que todas aquelas palavras nasceram em você, de um lugar que você nem sabia que existia.
Ás vezes, anseio partir...
Eu queria poder viajar
para longe deste lugar (aqui),
onde os amores nos deixam
e os amigos se afastam...
ir para além das realidades
que am mim se encrostam,
como se fossem
criaturas minhas.
Outono
Chegaste ao outono
Da vida.
Na primavera me mostraste
Os campos de
Teu perfume.
Abandonaste-me no inverno
E meu coração
Congelou.
Restou o mapa de sua nação
De nossas intenções
Tatuado
Maculado em meus seios.
Hoje sou lagarta
Sem verão
À procura de seu coração
Para
Fazer
Transformação.
Chegaste ao outono da vida
Mostraste-me a primavera
Nos campos de teu perfume
Abandonaste no inverno de incertezas
Meu coração, este inverno.
Inferno congelado
Não acha o verão.
Chegaste ao outono da vida
Mostraste-me
Na primavera
Os campos de seu perfume
Um território que eu desconhecia.
Livro Pó de Anjo
Autora: Rosana Fleury
Se existe algo que eu posso afirmar e que jamais poderão dizer ou usar contra mim é que eu nunca julguei, nem jamais vou julgar um escritor pelo que ele escreve, o gênero literário que ele escreve, o tema que ele escreve. A não ser algo que desrespeite ou faça apologia ao desrespeito dos direitos humanos... Pois não dá para concordar com isso.
Cada um escreve o que quiser.
Meu corpo trêmulo
Minha mente incurável
Sinto que nem dentro de mim queria estar meu coração acelerando.
Eu escrevo e publico dicas de escrita porque no começo, quando comecei a escrever, eu procurei por dicas de escrita e encontrei muitas; e o que aprendi, eu passo adiante.
De graça recebestes, de graça dai. (Mateus 10:8)
C.o.n.v.i.t.e.
Quem gosta de frases e versos?
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~Algumas frases e versos podem ser dicas de escrita para escritores!
Meu escritor favorito, Ganymédes José, datilografava só com três dedos, o que não o impediu de deixar mais de 150 obras.
Eu digito com apenas dois dos meus dez dedos. A saber, com meus dois dedos médios, de preferência, que é com os quais eu mais tenho facilidade, e posso dizer, equilíbrio, para digitar, desde que aprendi e comecei a digitar.
Me desculpa, mas eu não leio originais, não. Nem faço leitura crítica.
Eu sou escritora, não leitora beta.
Eu não leio originais.
Inspiração vem à mente,
anoto tudo para não esquecer.
Quando estou inspirada
eu sou uma máquina de escrever.
Às vezes ou com frequência eu cometo nos meus textos o erro de concordância verbal. É algo ainda a acertar na minha (ainda jovem) escrita. Sete anos. Escrevo desde 2013.
Não prometo, nem garanto nada para não decepcionar ninguém. Não sei se um dia eu atinjo a perfeição nesse quesito.
Eu não consigo escrever de modo forçado, sob pressão e a curto prazo.
Bato palmas para as pessoas que conseguem.
E se a vida for feita de sonhos
Eu não quero acordar
Que lágrimas não saiam dos meus olhos
E nada apague a magia do meu olhar!
Tenho em mim
Todos os meus sonhos guardados
E fico aqui parada assim
À espera de os ver realizados?
Ou vou à luta
Caminhando por essa estrada fora
Tento gritar mas a voz não sai
Se calhar ainda não chegou a minha hora
De gritar liberdade
De ver os meus sonhos ganharem vida
E transformarem-se verdade!
Se o escritor for Cristão, ele tem a opção de orar nos momentos de bloqueio criativo ou quando lhe falta inspiração para seguir escrevendo quando tem vontade. E Deus ajuda. Ele me ajudou nesse sentido, após eu ter pedido inspiração em oração para escrever e assim eu consegui terminar o meu primeiro livro.
É uma vantagem. Nós, escritores Cristãos, estamos a salvo.
Convivendo no meio literário, um dia eu topei com uma escritora que, quando tinha bloqueios criativos, costumava logo buscar um culpado e colocava a culpa de estar assim nas pessoas com quem convivia e conversava no momento. Fosse quem fosse. Desde amigos, novos ou velhos, inimigos e até familiares. Sem dó, nem piedade! Uma loucura! Até eu saí como culpada um dia!
O meio literário não é brincadeira, não; cruzamos com cada louco/a!... Mas também com gente muito "sã" e "sadia", de mente muito "sã" (mas que parece "sofrer" de síndrome de Münchausen, ao mesmo tempo em que parece esconder-se atrás das próprias doenças e usá-las, sempre se vitimizando no fim, sempre saindo e ficando como a vítima da história, para conseguir algo ou chegar a algum lugar!) que não aceita de boa vontade assumir os seus erros e sai culpando os próximos...
Espero sinceramente que aquela escritora com quem um dia topei tenha mudado esse jeito com o qual costumava agir!
Seja ridículo
Volte a ser criança, brinque rabisque faça coisas engraçadas.
Não tenha de ser medo de você
Seja como o Quasimodo, saia em um dia de folia, se mostre como você é, não tenha medo de ser o ridículo
Não tenha medo do ridículo, aliás quem te disse que você é ridículo?
Isso é apanas um rotulo, pra quem se preocupar com isso?
Rótulos saem com água e sabão, então esqueça
invente e se reinvente sempre!
Não imposta quem você é, sempre seja você , seja original
Seja como criança que faz coisas estranhas, esquisitas
Aprenda e reaprenda a ser feliz com suas imperfeições ou perfeição, pois tudo é uma questão de opinião, então pare com essa discutível Perfeição,
Quando nós mostramos como somos sem essa armadura forçada pela sociedade, aprendemos a viver aprendemos a correr riscos.
Aprende a sair em um dia de folia e se permitir a ganhar a coroa do ridículo, sabe porque?
Porque assim aprendemos a ser nós mesmo e não á coisa melhor que isso
E quem sabe quando passamos a ser nós mesmo talvez, só talvez nós inspiramos outros a serem eles mesmos
Seja ridículo o mundo precisa de mais pessoas assim!
Rasgo o peito para fazer da carne,
o papel, e do sangue, a tinta.
Mas não importa.
Esse é só mais um poema qualquer,
que escrevo por motivos quaisquer.
Amanhã talvez, mas hoje não.
Não importa, eu ainda não morri;
não completamente.
Tudo que eu sei,
se resume em quase nada.
Mas eu sei o suficiente para sentir
a dor e a alegria de existir.
Eu sei.
O poema só vive de verdade
depois que poeta morre literalmente.
