Poesias de Dor
Sinto a dor no brilho daquele olhar,
vejo ele a chorar sem derramar uma lagrima
sinto o tempo passar, e confesso que cansado estou.
pronto para bilhar como o sol.
Como as nuvens de chuva no verão, serei leve e passageiro, mas derramarei meu amor sobre aqueles que amo.
A sinceridade pode ferir por um instante mais logo ela cicatriza ,
Mais a dor de uma mentira é como uma doença que não se ve , sabemos que existe mais demoramos para descobrir , e quando descobrimos é dificil curar e sempre deixa sequelas.
Dores ficarão pra trás,
Felicidades não sairão da minha cabeça.
A dor do tapa de uma mãe
Não há criança que não esqueça.
Então vivo sem medo do meu passado me derrubar,
Vivo para viver e não para ganhar.
Vou ao encontro do amor
Sempre seguindo minhas vontades,
Pois sei que não há dor
Que exista de verdade.
Escrever?
Mas escrever por quê?
Aliviar a dor?
Mas qual a razão de tanta dor?
Pois até o papel cansou de suportar
a dor do coração do poeta,
Coração esse que por sua vez,
Não suporta a dor do mundo.
E simplesmente; ESCREVE.
Nãos
Não quero mais mascarar minha dor,
Fingir que tudo ta tão bem,
Se na realidade tudo vai mal...
Não vou mais me reservar pro amor,
Pois foi assim que me machuquei,
Doando-me pro amor...
E terminou que, sozinho fiquei...
Não vou mais me distrair da vida,
Porque a vida por si mesma é uma distração...
Uma distração ilimitada de uma profunda ilusão...
Não quero mais um amor de passagem
Quero um amor permanente.
Quero deixar dessa viagem,
De não ter um amor correspondente.
E assim que vou vivendo,
Cheio de NÃOS e de incertezas,
E com os mesmos vou aprendendo,
A viver com mais clareza...
Por trás da dor
Há um amor.
Por trás da coragem
Há a covardia
De quem se arrepende
Quando o erro
Se faz presente.
Por trás da certeza
Há indecisão.
Por trás da frieza
Há um coração
Que não vê diferença
Entre razão
E emoção.
O segredo da mudança
Está na vontade do futuro
E na saudade do presente
Que, de súbito,
Virou passado.
Bem lentamente,
Sem ser notado.
O meu amor é a minha maior força
O meu amor é esperança e medo
O meu amor é vida e dor
O meu amor é lágrima e sorriso
O meu amor é o meu porto seguro e a minha queda
O meu amor é sonho e angústia
O meu amor é o canto dos pássaros e o silêncio
O meu amor é obra prima
O meu amor é você.
Há uma poeira no horizonte, eu não posso ver.
Enfrentamos esse tempo de violência e dor.
E não existe uma forma fácil de lidar com isso.
Me pergunto se posso seguir em frente.
Não sei o que te faz pensar que está tudo bem e que estou em paz com o mundo.
Acho que leva se muito tempo para descobrir o caminho que se deve seguir.
E o sentido da vida está muito mais próximos do que se imagina.
Eu sinto muito. É de verdade, já deu pra mim.
Não posso voltar ser quem eu era.
Se eu pudesse descrever o azul do céu,
Com a mesma intensidade da minha dor,
Talvez pudesse entender o segredo,
O verdadeiro significado da vida,
Pois hoje o que sinto é apenas um vazio,
Escondido por entre as linhas deste poema.
No anonimato da minha existência,
Sinto seus olhos fechados a me procurar,
Mas o que vejo são apenas trevas,
E eu nunca vou entender o que é o amor,
Se você continuar a fugir dele também.
Um dia todos vão entender comigo,
O que eu sempre tentei omitir,
Só que a grande verdade sobre você,
É que talvez você nem exista,
E é isso que venho tentando anular.
Prefiro continuar na estrada a sua procura.
É que na verdade em poesia se entristeceu
no dia em que chorei
meu coração ardendo em dor
se afogou no mar eterno
e sem volta buscou o fundo mais profundo
onde não há luz ou qualquer vida rastejante
Então decidiu se esconder
Por não poder se mostrar
Se fez em cicatrizes
Abertas ao sofrimento
E sangrou como se fosse vontade
E em vontade sangrou enquanto se foi
Enquanto se perdia em meio a escuridão
Rasgou-se pedaços
E logo, se deixou morrer
E logo, se foi, para sempre...
Tem o céu, noite de brisa livre; tem o chão as árvores. E na trilha, uma dor.
Ele chora a dor de uma mordida em seu coração.
Sangra. Um rio bento correndo.
Salga a visão. O corpo não corrige.
Partem vãs as verdes esperanças.
Melodias saindo curvas, oscilantes entre passos que levam avante indo em outra direção.
DOR...
Me sinto estilhaçada...
O coração bate descompassado
os pedaços ficam pelo caminho...
Como pode, um dia tanta alegria e
no outro, tristeza?
Como pode, um dia a vida nos sorri
e no outro, nos massacra?
Como pode, um dia tanto amor
e no outro, vazio?
Será que vale a pena?
Será que o amor ainda existe?
Não sei.
"Vou virar a página do sofrimento. Virar a página da dor. Virar páginas carregadas de lágrimas. Deixar pra trás as mágoas e os rancores. O egoísmo."
http://osdiassemele.wordpress.com/
Tudo aperta a consciência insana
O medo comprime o perfume da flor
Flor seca
Desespero e dor.
Colher de açúcar e chá
Canela em pó
Dois dados e uma jogada
Só.
sozinha.
E que fez você de minhas poesias?
Poesia trépida
Despida
Oh...monotonia...
Desgraça conhecida
Tristeza!
Ame sempre de verdade
Pois não chora, muito menos sente dor
Quem verdadeiramente ama
E tem um grande e verdadeiro Amor.
Como dói
Dói, a dor da ferida
Dói, a dor do amor
Dói, ficar sem sua vida
Dói, saber como estou.
Com essa dor, vou vivendo
Com essa dor aprendendo
Sem saber, se ainda há vida
Ou com essa dor, estou morrendo.
Pintando amor
O mundo lá fora é cruel, na minha vida um pincel
Lá fora eu vejo dor, aqui dentro o amor.
Pintarei sua cor, seja ela qual for
Será a mais bela, pois só pinto o amor.
Já escurece
neste canto solitário
do réu primário
que sustenta tanta dor
se o vencedor
se transforma em salafrário
põe no calvário
mais um Cristo Redentor.
Eu já passei por muita coisa e sofri muito sem vc e vc não quer saber eu senti uma dor um sofrimento grande
Nunca imaginaria que vc me fizesse sofrer mais depois de tudo o que eu passei só :(
..... eu vou continuar te amar mais é dificil amar e não ser amado
Moça consegue ver, olhe minhas mãos, elas não transcrevem o sinto.
Elas emolduram minha dor com algum rosto desconhecido, mudam meu nome.
Colocam-me como poeta, e justificam a fraqueza por questões de amor.
Mas moça, eu admito a fraqueza, não me interprete mal.
Eu não quero me esconder, não quero criar eu-líricos absurdos para enfeitar minha dor.
