Poesias de Dor
já chorei lagrimas de sangue...
chorar tanto que somente resta o sangue...
senti tanta dor que pensei que morte seria piedade,
senti tanta fome que dor se tornou parte do dia a dia,
a solidão parecia algo bom e quente pois tantas vezes
fui rejeitado senti no frio da solidão mesmo assim alguém tenta te pisar te diminuir como fosse o melhor do mundo.
mesmo assim ainda estou vivo.
Simplesmente esqueci
Pensei que não esqueceria
Tanto amor e dor e sofrer
Pensei que não resistiria
Ficar sem ter você.
Pensei até em morrer
Engano meu esse pensar
Simplesmente esqueci
Não consigo nem lembrar
Foram tantas decepções
Que abalou alma coração
A tristeza me cercou
Chorei por nosso Amor.
Simplesmente esqueci
Das dores tristezas
Quero apenas amor alergia
Pra toda minha vida.
Meire Perola Santos
21/11/2018
02:48
Não me de o seu conselho, quero cair de joelho
Eu vou aprender na dor
Eu não quero mastigado, nem nada de mao beijada
Deixe-me sentir pavor
Se voce e bom espelho alguem te quebra no meio
Mas o coitado não viu
Que ao cair no chao em cheio voce não foi destruido
So se repartiu em mil
Chove lá fora.
Tempo ruim:
faz tanto frio,
há tanta dor
na cidade!
Mas agora,
dentro de mim
há um rio
pleno de calor
e felicidade.
A palavra senhor e senhora, carrega dor, submissão e escravidão em sua etimologia,
e representa tudo, menos respeito.
Me recuso a usa-la em quem quer que seja!
Não se pode confiar no coração, ele foi treinado para trazer dor, na hora que mais precisamos, ele
nos leva para um lugar frio e vazio.
Esconde a dor
Mas não dos olhos
Mas cuidado pra vc não pirar
Não quer se machucar
E não quer mais chorar
Já deixou pra trás tantos sonhos
Mas cuidado para não despestar
É preciso sonhar pra poder alcancar
Olha lá em cima ainda existe um sol
Mesmo que essa chuva te molhe mais
Ainda não é o fim da dor
E quando eu nao sei
Se a dor insiste quando esta só
Eu peço pra vc olhar pra mim outra vez
Eu sei que vc procura a paz
Fala pra depressão sai
Que eu quero ser feliz
Que eu vou ser feliz
Esconde a dor
Mas não dos olhos
Mas cuidado pra vc não pirar
Não quer se machucar
E não quer mais chorar
Já deixou pra trás tantos sonhos
Mas cuidado para não despestar
É preciso sonhar pra poder alcancar
Olha lá em cima ainda existe um sol
Mesmo que essa chuva te molhe mais
Ainda não é o fim da dor
E quando eu nao sei
Se a dor insiste quando esta só
Eu peço pra vc olhar pra mim outra vez
Eu sei que vc procura a paz
Fala pra depressão sai
Que eu quero ser feliz
Que eu vou ser feliz
Olha lá em cima ainda existe um sol
Mesmo que essa chuva te molhe mais
Ainda não é o fim da dor
E quando eu nao sei
Se a dor insiste quando esta só
Eu peço pra vc olhar pra mim outra vez
Eu sei que vc procura a paz
Fala pra depressão sai
Que eu quero ser feliz
Que eu vou ser feliz
Tantas mentiras, obrigado...
Nas janelas do céus
Vejo a sua dor.
Mais momento que passo no vazio,
Mesmo close para o perfil,
Pare e pense...
O frio e ausência,
Torna se parte da dor,
Sentimento profundo
Tento achar explicações...
Na madruga tudo que sinto
Parece as sombras que carrego
O carinho profundo...
Até vastidão cobre seus olhos,
Mais uma jogo que passa no radio,
Nada pode repercutir,
No silencio ganhamos desejos
Neste sussurro que liberta a alma...
De milhares vezes que desejei um abraço...
O querer não passa o sentimento aumenta,
O fogo que queima por dentro é uma tempestade,
E segundos parecem dias ou anos...
Que se arrastam sobre a memoria...
Até os encantos rebatem o instante,
A chuva alivia mais d' baixo desde momento,
Respiro o ar que ainda está florescendo no coração.
Quem nunca sorriu?
Quem nunca chorou?
Prazer e dor , vitórias e derrotas...
Continuar ou desistir ?!
Escolhas , decisões são fatos da vida ...
A dor da tua ausência virou saudade,
e a saudade virou poesia
silenciosas lembranças que o tempo
não apagou.
É carnaval denovo , meu povo..
Bora curtir..Bora comemorar..
Bota um sorriso no rosto.. A dor no bolso..
E bora farrear...
Poesia é intensidade, na dor melancolia, no amor alegria. Um eu, sofrendo, outro eu, sorrindo.
O poeta, ora chora tristonho, ora sorri medonho.
Em seus versos romantiza aquilo que a mente eternezina.
Tormento ou imaginação?
Não, claro que não!
São apenas sentimentos embaraçados que se desembaraçam a cada verso iniciado e que nem sempre é terminado.
tu
sofrer por amor
sofrer pela dor, já senti
todas essas formas em ti
em cada palavra tua
em cada gesto teu
minha poesia mais vivida tu és
sem medo de ser quem és
és livre, és tu.
Tento te dizer que isso não me machuca,mesmo aguentando todo dia a dor que isso ta causando em mim,talvez eu mereça sentir essa dor;
Me esforcei muito pra não ter que ve isso acontecendo,o teu abraço traria a paz que eu preciso,mas vejo você se afastando assim,machuca tanto;
Te quis tanto comigo,ja tiver outros amores,mas não chegaram ao pés desde que eu to passando,tenho medo de te perder para um outro qualquer;
Eu não vou desistir,não quero ter que superar todos esses momentos bons que nós passamos,momentos inesquecíveis,não merecem um final triste;
Eu ainda insisto nesse amor,amor esse que eu vejo desandando,e eu me culpando cada vez mais,sinto que tudo que acontece é culpa minha;
Não aguento mais,segurar uma culpa que não existe,passo madrugadas pensando em ti,pessoa incrível que faz tão bem para um ser problemático igual a eu;
O momento é a melhor viagem,viagem que não esqueço,talvez tu esteja embarcando em outra viagem,mas nunca será tarde para voltar.
A verdade é uma só...
A mentira tem muitas facetas...
E também causa dor e angústia
Com até mesmo a morte...
Torno se pior momento a momento até
Que o enigma seja a mais pura verdade.
Trazendo a tona a liberação.
Acento abenção da compaixão.
A verdade prevalece.
Sendo o amor para eternidade.
Vivemos a grandeza da fé.
Sei lá mas essa dor em mim as vezes é ventania..
As vezes é apenas uma brisa ... e algumas vezes é tempestade... depende do dia...
Negritude
Ouço o eco gemendo,
Os gritos de dor,
Dos navios negreiros.
Ouço o meu irmão,
Agonizando a fala,
Lamentando a carne
Pisada,
Massacrada,
Corrompida.
Sinto a dor humilhante,
Do pudor sequestrado,
Do brio sem arbítrio,
Ao longe atirado,
Morto e engavetado,
Na distância do tempo.
Dói-me a dor do negro,
Nas patas do cavalo,
Dói-me a dor dos cavalos.
Arde-me o sexo ultrajado
Da negra cativa,
Usada no tronco,
Quebrada e inservida,
Sem prazer de sentir,
Sem desejos de vida,
Sem sorrisos de amor,
Sem carícias sentidas,
Nos seus catorze anos de terra.
Dói-me o feto imposto ao negro útero virgem.
Dói-me a falta de registro,
do negro nunca visto
Além das senzalas,
No comer no cocho,
No comer do nada.
Sangra-me o corte na pele,
Em abertas feridas,
De dores doídas,
No estalo da chibata.
Dói-me o nu do negrinho
Indefeso escravozinho,
Sem saber de razões.
Dói-me o olho esbugalhado,
No rosto suado,
No medo cravado,
No peito do menino.
Dói-me tudo e sobre tudo,
O imporque do fato.
Meus pêsames sinceros à mentira
multicolor da princesa Isabel.
Mas contudo,
Além de tudo
E muito mais por tudo,
Restou-me invulnerável,
Um imutável bem:
Ultrajadas as raízes,
Negados os direitos,
Ninguém roubou-me o lacre da pele.
Nenhum senhor. Ninguém!
Ah!.. se soubessem como é a dor de te amar,
Sem poder lhe dizer!
O que me mata não é a dúvida, mas deixar ir minha ilusão,
A indestrutível e perfeita paixão,
Em que me apoiei, e sonhei.
Um sonho lúcido em que talvez, sonharei em vão.
