Poesias com Nomes de Pessoas
De quem são aquelas sombras
Perdidas como outras tantas,
Sem nomes, sem retratos,
Espalhadas como sujeiras
Pelos pedaços de calçadas.
Não sabe o que é frio
Não imagina o que é calor,
Sem cor, sem sentimento.
Esperando, o tempo, o momento,
Alguma forma de alento.
Vou ter dois filhos e os nomes deles vão ser Nauê e Aná. Quando eles fizerem bagunça eu direi: paranauê, paraná.
Ai depois dessa vou tomar meu remédio...kk
Homens covardes
Covardes homens
não tem coragem nem
para honra seus nomes
Não tem coragem de falar
Não tem coragem de agir
Só tem coragem para mentir
raça canina
falsa, medíocre e falida
dignos de pena
completamente imersos
na ilusão de suas aventuras
lutam para fugir da realidade com usura
tristemente não são capazes
de saber como agir
perante um carinho sincero
agem sem nenhum esmero
de si mesmos tentam fugir
Homens covardes
covardes homens
mergulham na luxúria
como uma droga legal
que apaga da memória
seu erro fatal
Homens covardes
covardes homens
não sabem ser homens,
nem mesmo moleques
só sabem ser objetos
acessórios descartáveis
de outros acessórios vulneráveis.
Jerusalém
Jerusalém foi a cidade por Deus escolhida
E sempre a conheceram por muitos nomes
O mais adequado é cidade da paz, que linda.
Que expressa admiração e reverência de longe!
Para o povo judeu é a própria cidade Santa,
Escolhida por Deus em sua aliança com Davi.
Jerusalém é a essência e o centro da existência,
Reverencia a maior espiritualidade que eu já vi!
Qual é o nome do meu ser?
Quantos nomes posso ter?
Um nome que alguém me deu
Um nome que eu quero ter
Meu nome quem é você?
Meu ser quero conhecer
Mesmo sem nome
Eu e você vamos ser Um
Não há nada tão bom que eu não possa melhorar,
já confundi e esqueci datas, troquei os nomes
mas não misturo colheres com faca,
nem mulheres com vaca.
O que você realmente é transcende as formas, os nomes e os sentidos.
Está sob todas as coisas, puro, equilibrado e eterno.
Sem esforço e em silêncio é conhecido.
Por ser nada, é tudo.
Por ser tudo, é um.
Seus olhos estão em tudo e todos, ao mesmo tempo.
Nada escapa da sua presença.
Sua vitalidade é infinita.
Seu amor é incondicional.
Sua misericórdia é eterna.
Seu conhecimento é incognoscível.
Retratos que sangram
As horas sussurram nomes antigos,
ecos que dançam na bruma da mente,
vestígios de dias já idos,
que o tempo levou… lentamente.
Há risos que ainda se escondem nos cantos,
e passos que o chão já não guarda,
rostos sumindo em retratos cansados,
num tempo que nunca mais tarda.
Tocava teu nome com dedos de sol,
num mundo onde o céu era perto,
agora só vejo o vulto do ontem,
num espelho partido e deserto.
As lembranças vêm como maré,
invadem, consomem, machucam,
e eu, náufrago de mim mesmo,
nas ondas do que já foi, me afundo e sucumbo.
Se pudesse, voltava no tempo,
pra dizer o que o silêncio calou,
mas memórias não têm retorno…
só cicatrizes que o peito guardou.
Não se emcomode quando te chamam nomes, póis, você não se
torna uma coisa, só porque algumas pessoas dizem que você é.
O líder da governança compreende que por seu um agente que pratica atos em nomes do Estado, como serão praticados seus atos, torna-se tão importante como as razões que os motivam, e isso implica em que os resultados sejam sólidos e consequentes.
Ou seja, para sair de uma situação de risco e chegar a uma área de conformidade, planeja, estuda, compreende e age num ambiente de confiança
Os orientais davam grande importância aos nomes. Para eles, o nome influenciava muito no caráter de uma pessoa e resumia o íntimo de seu ser.
Por exemplo: Fábio vem do latim *Fabius*. Na Itália houve uma família de nobres, a família dos Fabius. E também é dito que às mediações do Mediterrâneo, os Fábios eram oradores que entretiam os camponeses enquanto estes trabalhavam no campo, contando-lhes boas histórias. Numa versão simples, Fábio , literalmente significaria: Exímio contador de Histórias.
Somos anônimos, em um mundo de grandes nomes.
Os grandes nomes, do presente e do passado, já sabiam a importância de se fazer história.
Por isso que se tornaram grandes nomes.
Aos anônimos: façam a sua história e tornarse-ão grandes nomes.
Eu sou Miss belle,
nunca fui miss,
nem bela eu sou.
Tenho vários nomes,
num dia sou Marie Aabye,
no outro eu sou Angelina burket,
Amanhã viro Betty murffin,
e no sábado me chamarei Noélia perfect.
Mas meu verdadeiro nome
guarda um grande segredo
não é um nome bonito
mas é um nome que dá medo.
À Senhora da Última Viagem
Morte, de tantos nomes e em tantos versos,
Escrevo-te hoje, sem medos ou reversos.
Não como um lamento, nem com dor a chorar,
Mas com a curiosidade de quem quer desvendar.
Vens sem aviso, ou com sinais que ignoramos,
Levando de nós os elos que tanto amamos.
Em teu silêncio, resides a grande incerteza,
Do que há depois, da eterna beleza.
Muitos te temem, a ti, o inevitável fim,
A fronteira que corta a vida de mim.
Mas vejo em ti também um grande alívio,
O ponto final para o sofrer e o calvário.
Tu não distingues idade, riqueza ou poder,
Com tua foice justa, vens para colher.
És a igualdade que a vida não oferece,
A paz derradeira que o corpo envelhece.
Ensina-nos, Morte, a valorizar cada instante,
A amar sem reservas, com um amor radiante.
Pois ao sabermos que tua visita virá,
Damos mais valor ao tempo que nos resta.
E quando chegares, com teu véu a planar,
Espero encontrar a calma para te abraçar.
Que em teus braços, a alma possa repousar,
E o que foi vivido, eternamente brilhar.
Com respeito e, sim, um pouco de fascínio,
Um Ser Humano em seu caminho.
Vontade de ir a uma ilha
Onde haja flores sem nomes,
De cores inexistentes
E de cheiros desconhecidos,
À qual nunca foi sugada
E que nunca foi apreciada.
Vê-las florescer
Com olhos de primeira vez
E, nesse momento,
Estar em paz
E nunca mais voltar.
Eu sei que todo mundo muda, mas espero que a gente não mude
Vamos gravar nossos nomes no banco de couro do carro
Você + eu = coração eterno
Um filho revoltado com seu pai começo a chamá-lo por nomes horríveis e a ofendê-lo
Mas o pai permaneceu em silêncio
Por fim o filho parou e perguntou
Então ouviu tudo que eu disse de você?
O pai olhou fixamente e acariciou o rosto do filho e disse
Tudo não
Mas só quando me chamou de pai
Isso eu ouvi
O filho chorou e o pai o abraçou
Não precisamos ouvir o que nos ofende
Mas só o que nos Conforta
Kamorra — Entre a Guerra e o Espelho de Deus
Há nomes que são apenas sons. E há nomes que se tornam espada. Kamorra é um desses.
Do espanhol, herdamos camorra: briga, disputa, confronto. Um nome nascido no campo da guerra, forjado no atrito entre homens que não aceitam a covardia como regra. É o eco de quem levanta a voz, de quem enfrenta, de quem, se for preciso, cai de pé — mas nunca se ajoelha.
Mas o nome não para por aí.
Do hebraico, surge kamocha, uma pergunta sagrada: "Quem é como Tu, ó Deus?"
É o espelho da identidade divina refletida no homem. É o chamado para viver com honra, com verdade, com propósito.
É a lembrança de que a maior batalha não é contra o outro — é contra o que dentro de nós tenta nos tornar medíocres.
Juntas, essas raízes formam algo maior: Kamorra.
Não é só um nome. É uma filosofia.
É o homem que luta como um guerreiro, mas carrega nos olhos a consciência de que foi feito à imagem do Altíssimo.
É o confronto com o mundo, mas também com a própria alma.
Ser Kamorra é viver entre dois mundos:
Um pé no campo de batalha, outro no altar.
Uma mão fecha o punho, a outra aponta para o céu.
Porque o verdadeiro kamorrista sabe:
Antes de vencer o inimigo, é preciso vencer a si mesmo.
E quem zomba do nome...
Não entendeu o corte da espada que ele carrega.
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