Poesia sobre pensamentos
Todo pensamento é válido. Os meus não deverão ter menos importância, mas jamais deve querer sobrepor-se aos seus.
A essa pergunta o homem pode fazer a si mesmo:
Porque razão o homem não luta para ceifa o mau em si próprio, cultivando em si as sementes do bem?
Porque livre do cárcere que criou para si mesmo, encontrar o reino das boas aventuranças no recanto de sua própria intimidade.
Lentamente vão nascendo os estímulos para que possamos avançar e não ceder à acomodações.
Isso propícia a percepção das vantagens que advém de cada conquista alcançada.
Os obstáculos que antes pareciam intransponíveis, passam a ser contornáveis.
Eu acordei abençoado nesta segunda, o segundo dia da semana, e estou pronto para minhas inspirações.
A evolução é algo natural e doloroso, há sempre atitudes que devem ser tomadas e decisões que devem ser feitas. O meu eu do passado sabia disso e meu eu do futuro terá certeza.
Descartes enfatizou: “Penso, logo existo.”
Se ignorar o que penso, ignoro que existo e se viver na ignorância, serei vazio de existência.
Sabe aquele desejo de estar em outro lugar?
É o mesmo de outrem, cansado de lá estar.
Nossa natureza nos traz essa dor:
presos no ciclo de querer
e no tédio de pertencer.
O segredo da quietude da alma é fazer do presente residência, do futuro, vitória, e do passado, uma escola. Olha só, você aprendeu com ele agora!
Realmente tudo passa no dia seguinte. São apenas mágoas – más águas, uma vez sendo “águas” logo passam.
