Poesia que Fala de Teatro

Cerca de 107722 frases e pensamentos: Poesia que Fala de Teatro

⁠Quando as pessoas morrem, elas simplesmente morrem. O cérebro para de funcionar. Então, o corpo se torna parte da terra ou da água.

Inserida por pensador

⁠Você rezou para a deusa. Não come carne bovina há décadas. Quantas vacas foram salvas por sua causa? Não vai morrer tão fácil. Confie em mim.

Inserida por pensador

⁠Não se esqueça: todo tipo de trabalho faz com que nasça um vencedor. Só precisa ser bom no que fizer. E poderá viver com conforto.

Inserida por pensador

⁠A nostalgia as vezes me acorda com tapas na cara disfarçados de saudades, mas com ela me traz as raízes profundas dos tempos que já vivi e que ela tem prazer em me fazer lembrar que nunca mais irão voltar. Me deixe em paz. Minhas raízes são tão profundas que a cada vez que você aparece, vem acompanhada de solidão, melancolia e lágrimas.

Inserida por mghezzi

⁠"Se" houver certeza da existência de um Deus criador de tudo então o homem não está apar de questionar sua própria existência,mas enquanto não houver certeza toda ideia (seja ela de qualquer natureza) está impelida de cogitação. Mesmo aqueles que escondem-se atraz de sua própria fé um dia já temeram estar enganados,a incerteza de Deus é um enigma de natureza invisível,é a desculpa do agnosticismo,é a doença do sábio e a hipocrisia dos eruditos...

Inserida por TheObserver

⁠Aos olhos dos planos de saúde e da sociedade ocidental em geral, a velhice carrega a somatória de todas as deficiências, todas as desimportâncias produtivas e todos os pressupostos de inadequação, tornando-se apenas um estorvo social.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

Você não passa o dia pensando em quem é. Quem diz isso está mentindo. Você não tem a mínima ideia. Até que algo aconteça. Algo que faça você questionar tudo.

Inserida por pensador

Filhos, não vou deixar riquezas pra vocês __ mas algo especial __ um arquivo cheio de raras fotografias que fiz ___ sobre os indígenas da latino-américa. E cabe a vocês dele cuidar, valorizar e a ele com amor __preservar !..."

Inserida por RITAMENINAFLOR

Quando eu vim de minha terra, passei na enchente nadando... Passei frio, passei fome... passei dez dia chorando... por saber que minha vida... pra sempre estava passando!... nos passo desse Calvário __ tinha ninguém me ajudando ... estava como um passarinho __perdido __ fora do Bando !..."

Inserida por RITAMENINAFLOR

Paradoxalmente o destino é esse algo imutável ao qual, sem embargo, um só decisão, um só instante podem mudar para sempre. E ainda que dependa dos outros nunca deixa de depender de nós mesmos

Inserida por lucijordan

"Fukushima, reator nuclear em território japonês, tem deixado o mundo de cabelos em pé. O povo forte do Japão, mesmo após Hirochima e Nagasaki, quando aviões americanos, na II Guerra Mundial, lançaram bombas sobre as cidades, não se intimidaram e dão-nos um exemplo de patriotismo e amor ao solo pátrio. A energia é necessária em todos os quadrantes do planeta, mas precisamos repensar de que forma estaremos mais seguros."

Inserida por ajotage

Presente

Os ipês apagam as tristezas do inverno.
Renovam suas cores ao vento.
Desmancham o cinza sem graça e lento
em tons que afagam a tardinha.

Os ipês esbanjam ternura.
Roubam os olhares de quem está triste à toa.
Porque tristeza não foi feita pra gente boa.
Tristeza não foi feita pra ninguém.

Cena de cinema

O barquinho viajou,
foi embora.
Mar adentro...
Mar afora...

Se apaixonou por uma caravela
e viveu um amor de novela.

Bem dentro da escuridão,
uma luz, um livro ardia.

Nas lonjuras do Sertão,
um jovem poeta lia.

(Estrelas, constelações,
relinchando fantasias.)

"MILAGRE
Segunda-feira...
Na cara amassada deste dia,
de repente,
a ponta da asa
de um anjo:
Um milagre, quem diria!"

Não suporto, não aguento mais...
Visíveis monstros traiçoeiros,
Lobos em pele de cordeiros.
Astros da mediocridade ligeira, vorazes.
Olhos famintos, mãos geladas, mortas, desfalecidas,
Vidas envolvidas na glória do medo, do “eu” poder fantasioso.
Queixas sem doenças, malefícios encarnados na alma, no coração, nas feridas,
Não aguento mais... Apenas ver, se como tal mortal não posso ser,
Pai, quem sou? Por que sou?! Pois nada quis viver!
Um bicho do mato, perdido na trilha, secando feito folhas no cerrado
Cigarra velha num último cantar, medos insanos!
Rostos mascarados, peles cheirosas, roupas limpas, o mundo não para.
De dentro das veias escorrem cera, a cola da maldade, a febre do ódio, o encalço do mal.
Deveras a vida foste dada para ser vivida?! Tal qual uma criança que não sabe ler!
Meus braços já não podem levantar, não quero mais chorar, não aguento mais o ver!
Os olhares estão por toda a parte, as vozes soam feito gralhas no alto da montanha,
A surdez não me é suficiente, preciso também fechar os olhos, pois, não aguento mais...
Mais uma vida saturada pela fadiga da desigualdade psicológica, a moral é imoral,
A faca está cega, Pai! Quem há de ouvir os gritos do norte?!
Ouça! São os gritos da morte! Desta vez, ninguém teve sorte!
De sorte que não existe jogo da vida, ou se tem ou não se pode comer!
A vida é incapaz de viver?! Não! Já não aguento mais...
Até onde seguirei com meus farrapos sendo arrastados pelo altruísmo dedicado à miséria geral?
Pensamentos nefastos enraízam-se dentro do meu ser, o sono vem, cerram-se os olhos,
O dia chegou!
Todos estão deslumbrantemente impecáveis!

⁠Soneto à maneira de Camões

Esperança e desespero de alimento
Me servem neste dia em que te espero
E já não sei se quero ou se não quero
Tão longe de razões é meu tormento.

Mas como usar amor de entendimento?
Daquilo que te peço desespero
Ainda que mo dês - pois o que eu quero
Ninguém o dá senão por um momento.

Mas como és belo, amor, de não durares,
De ser tão breve e fundo o teu engano,
E de eu te possuir sem tu te dares.

Amor perfeito dado a um ser humano:
Também morre o florir de mil pomares
E se quebram as ondas no oceano.

⁠Na primeira oportunidade,
voe alto,
pra bem longe,
sem demora.
Se a alma é pássaro
a mente é gaiola.

Ramé

"Levo de você
O jeito calmo,
O olhar sereno,
A atenção.
As vezes que
Me deu colo,
Que me abraçou,
Que me deu carinho
E estendeu as mãos.
Eu tinha que aprender,
Algo em mim
Precisava se equilibrar,
Me mostrar que
As vezes é bom
Frear o desespero
E viver mais calmo.
Mas eu falhei,
Falhei por orgulho,
Falhei por não compreender,
Por não ter feito
Aquela canção,
Por não escrever-te
Cartas e poemas,
Falhei por falar demais,
Por deixar pra trás,
Por ter saído
Por aquela porta,
Por não saber
Te amar...
Mas no fundo
Eu sempre me cobrei,
Achei que o tempo
Me me moldaria
E que eu seguiria
Cada vez mais firme,
Ao teu lado.
Enfim, eu te amei.
Do meu jeito estranho,
Chatão, insuportável,
As vezes brincalhão,
Mas eu te quis
A cada Beijo,
A cada Abraço,
A cada instante,
A cada suspiro teu,
Como nunca quis
De outro alguém.
Eu não sei
Os segredos da vida,
As artimanhas
Dos sentimentos,
Os ofícios do amar.
Mas eu sei,
Que de você
Levo um sorriso,
Um abraço apertado
E um olhar.
Saibas que você
Foi importante para mim
E que sempre será.
E com certeza,
Os dias sem você
Vão custar a passar..."

O voo desconcertado de uma borboleta entre flores amarelas enobrecidas por raios de sol desvela a beleza harmoniosa na existência dos seres e das coisas.
É assim, nas voluntariedades do mundo que a natureza desfila como desfilam as palavras em festival de poesia