Poesia Paixão
Minha inspiração vem de Deus que ao olhar para você se inspirou e criou as melhores e mais belas coisas que o mundo tem😍🥰
Ele tinha tanto mais dentro de si. Se ela conseguisse encontrar um modo de alcançar tudo isso. Paixão. Dedicação. Amor. Em algum lugar bem no fundo dele havia um coração verdadeiro e fiel, que lutava para emergir em meio a todas as cicatrizes e ao orgulho.
Mais importante que ter "Sangue no olho" para conseguir mais clientes, é ter "Sangue na mente" para reter todos os potenciais clientes.
Você já se apaixonou ou amou alguém tanto que abriria mão da própria vida em prol de uma pessoa? Se sim, lembre – se que você também existe, e que caso o destino os separe; Você é o único (a) responsável (a) por sua Autoestima! Tenha amor próprio! Se não deu certo tente com outra pessoa.
Eu queria saber na vida de quem esses livros, filmes e musicas românticas são inspiradas, pois tenho a leve impressão de que só acontecem lá, por que na vida real ta difícil.
Me disseram que com o tempo vamos sorrir as custas de nossas desilusões amorosas, ahhhh e como eu anseio dar altas gargalhadas😎
Quando um homem concebe o amor, o mundo inteiro se dissipa aos seus olhos, ele não vê nada além do ser amado.
Já vi muitos culpados sendo inocentados ou passando a vida sem condenação por seus crimes, mas os que são culpados por abusos relativos ao amor, estes nunca escapam do flagelo.
Sempre teremos novas paixões e isso é muito bom, pois nos tira da mesmice e nos faz sentirmos vivos.
Entre as pessoas que se amam, sempre tem um apaixonado, o pivô de muitas ruínas, e esse nunca é a gente!
É tanto amor, que vazou do coração e foi parar na boca, depositei na sua, na urgência de um segundo beijo, e no terceiro e depois...
Publicado em 1929, "Adeus às armas" é o segundo romance do escritor norte-americano Ernest Hemingway. O livro tem como tema central a paixão de Frederic Henry – que se alista no exército italiano como motorista de ambulância – pela enfermeira Catherine Barkley. Neste romance autobiográfico, a história de amor tem um final feliz, ao contrário da vivida pelo autor. Os protagonistas acreditam que podem se isolar em seu amor, simplesmente afastando-se da guerra. Em 1918, ferido em combate, Ernest Hemingway é internado em um hospital, em Milão, onde conhece a enfermeira Agnes von Kurowsky, por quem se apaixona. Porém, ela não aceita casar-se com Hemingway, deixando-o profundamente desiludido. Narrado em primeira pessoa, Adeus às armas revela-se uma obra como poucas, aclamada pela crítica como o melhor livro de ficção produzido sobre a Primeira Guerra Mundial. Hemingway conduz a narrativa de forma dinâmica, ressaltando o teor dramático da trama e proporcionando ao leitor algumas das páginas mais românticas e comoventes da literatura ocidental.
Nossas almas sempre foram ligadas. Por isso nunca fomos tão felizes antes. Sempre nos faltou um algo a mais. E este algo a mais era esse toque de perfeição que fica no ar toda vez que nossos olhares se encontram. Te Amo
Seja como for, faça o que você gosta. Quando tiver uma família já vai ter o que fazer pro resto da vida.
Eu me apaixonei por um garoto, mas levei dez anos para perceber que o garoto nunca se transformou em homem.
A traição é sempre o engano a si mesmo, nenhum prazer traz a compensação maior que a paz de espírito.
"Quando eu te chamei pela primeira vez eu projeitei, imaginei, criei, inventei tantos sonhos e fantasias em minha cabeça, que hoje você arrancou sem dó alguma."
Ninguém me entendeu. Não quiseram me ouvir, me decifrar. Eu só queria viver. Viver um momento. Um encontro do EU. Dos EUs que há em mim. Precisava de um momento para navegar em mim, para me reconectar as nuances por mim vividas outrora, a minha essência. No fundo, emudeceu. Petrificou. Solidificou. Tento resgatar. Trazer a tona. Lapidar a rocha que se formou. Esculpir aquilo que quero, que desejo. Para isso, preciso olhar pro horizonte, pro céu, pro espelho. Olhar para algo que não tem fim. Acho que no espelho encontrarei os caminhos, lá verei um reflexo de um dos EUs que há em mim. Vi tantas coisas... vi o sepulcro. Quantas coisas eu sepultei contra minha própria vontade... quantos EUs abandonados eu pude vê. Alguns choravam a minha procura. Alguns choravam aos prantos por motivos que não caberiam aqui em uma linha. Deparei-me diante de um cemitério, do meu sepulcro. Tenho que exumar os meus EUs. Aqueles que eu matei por outrem. Aqueles que eu suicidei por motivos bobos. Olho no espelho novamente... agora vejo os EUs que, antes choravam, estão a sorrir para mim com aquele semblante de esperança, de saber que puderam me encontrar novamente, que eles terão uma segunda chance para serem quem sempre quiseram ser. Paro. Penso. Olho para um EU que está em um canto refletindo. Encontro-o. Vou ao seu encontro. Convido-o para sair dessa bolha. A bolha que o aprisionou. As cadeias mentais que o deixaram estagnado, parado, sem vida, sem cor. Sorri. Sorrimos. Nos demos as mãos. Nos abraçamos. Choramos. Fizemos as pazes. Nos reconciliamos. Foi tão lindo... a lágrima rolou. Desceu em cascata ao encontro do rio. Borrifou em mim o desejo de viver esse EU. A quimera. De ser esse EU. O EU que fui um dia. Encontrei-me. EU.
Ser quem você é de verdade quando ninguém está olhando nunca foi o bastante, anseio por portas abertas e janelas escancaradas.
Confesso que muitas vezes detesto ser eu. É como ter no peito um artefato de explosivos pronto para destruir tudo a qualquer momento. E o controle do dispositivo que dará início a explosão não está comigo...
